İlaç şirketleri sağlıklı insan istemez.
Bankalar borçsuz insan istemez.
Medya huzurlu insan istemez.
Sistem güçlü ve hür insan istemez.
Senin uyanman, onların iflasıdır.
Não vejo sinceridade nesse vídeo. Não percebo arrependimento genuíno, muito menos uma demonstração convincente de consciência sobre a gravidade do que foi feito. O que me parece é uma tentativa calculada de conter os danos à própria imagem diante da repercussão negativa de uma atitude absolutamente condenável.
A jovem brasileira-americana que gravou um poema debochando da morte de Charlie Kirk não cometeu simplesmente uma indelicadeza ou um excesso de linguagem. Ela ultrapassou uma fronteira moral que jamais deveria ser relativizada: transformar o assassinato de um ser humano em motivo de escárnio e satisfação política.
Mais grave do que o episódio isolado é perceber o quanto uma parcela da juventude parece estar absorvendo uma cultura de intolerância, na qual o adversário político deixa de ser alguém com ideias diferentes e passa a ser tratado como um inimigo cuja eliminação pode ser celebrada.
Isso não é consciência política. Não é coragem, liberdade de expressão ou defesa de direitos. É a desumanização do outro, apresentada sob o disfarce de superioridade moral.
E há uma contradição particularmente perturbadora nisso tudo: justamente aqueles que se apresentam como defensores do amor, da empatia, da diversidade e do respeito às diferenças são, em determinadas circunstâncias, capazes de demonstrar uma crueldade assustadora diante da tragédia de quem não compartilha suas convicções.
Que espécie de amor é esse que só reconhece a dignidade humana de quem concorda com suas ideias? Que tolerância é essa que desaparece diante de um adversário político assassinado?
Não posso afirmar o que levou essa jovem a gravar um segundo vídeo. Mas a impressão que transmite é a de alguém mais preocupada com as consequências de suas palavras do que com a violência moral do que expressou. Existe uma diferença enorme entre lamentar o que se fez e lamentar a repercussão do que se fez.
Naquele tempo, vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los: "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus".
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"اللّهم باعد بيني وبين يوم يحدث فيه ما لا استطيع تحمله، وباعد بيني وبين قدرٍ يصعب علي تقبُله وقرب بيني وبين فرحة قلبي يالله ، ربي اجعلني في عنايتك، فلا يضرني بشر ، ولا يبكيني قدر"