No Brasil, uma tendência preocupante se consolidou: sempre que políticos se deparam com conteúdos na internet que não gostam—seja crítica, memes satíricos ou até jogos de palavras—recorrem imediatamente ao Judiciário para exigir a remoção. Essa prática de instrumentalizar os tribunais contra a liberdade de expressão vem se intensificando nos últimos meses.
Isso não é uma defesa legítima contra calúnia; trata-se de censura pura e simples. Ela atinge o cerne da liberdade de expressão, sufoca o debate aberto e corrói os próprios alicerces da democracia.
Um exemplo marcante aconteceu na semana passada, na 2ª e na 5ª Varas Cíveis de Brasília. Juízes determinaram a remoção de publicações no X que se referiam ao Partido dos Trabalhadores (PT) como “partido dos traficantes”. Os tribunais classificaram isso como “acusação criminal infundada”. O X explicou que o termo era um trocadilho crítico, uma estratégia comumente usada por ambos os lados. Nesse caso, o trocadilho viralizou depois que o presidente Lula afirmou: “Os traficantes também são vítimas dos usuários”, declaração que o próprio presidente posteriormente retratou. As decisões judiciais ignoraram completamente esse contexto essencial, tratando exagero e ironia como acusações literais.
A liberdade de expressão é essencial para a democracia, mesmo quando incomoda. O X é a única plataforma em que todas as perspectivas têm espaço justo na conversa global.
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In Brazil, a troubling trend has taken hold: whenever politicians encounter online content they dislike— whether it be criticism, satirical memes, or even clever wordplay—they immediately turn to the judiciary to demand its removal. This practice of weaponizing the courts against free expression has been escalating in recent months.
This is not legitimate self-defense against defamation; it's outright censorship. It strikes at the heart of freedom of expression, stifles open debate, and erodes the very foundation of democracy.
A stark example unfolded just last week in Brasilia’s civil courts. Judges ordered the removal of posts on X that referred to the Workers’ Party (PT) as the “drug dealers party.” The courts labeled this an “unfounded criminal accusation.” X explained that the term was a critical pun, a strategy that is commonly used by both sides. In this case, the pun went viral after President Lula stated, "Drug dealers are also victims of users," a remark that the President later retracted. The judicial decisions completely disregarded the crucial context, treating exaggeration and irony as literal accusations.
Freedom of expression is essential for democracy, even when it’s uncomfortable. X is the only platform where all perspectives are given a fair place in the global conversation.
Após Cuba irresponsavelmente retirar-se do Mais Médicos por não aceitar dar liberdade e salário integral aos seus cidadãos, quase 100% das vagas já foram preenchidas por brasileiros. Está claro que o acordo do PT era pretexto para financiar a ditadura membro do foro de São Paulo.
NOTA À IMPRENSA — Cancelamento de Reunião com Scott Bessent
O deputado @BolsonaroSP e eu tomamos conhecimento das declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que tentou atribuir à nossa atuação nos Estados Unidos o suposto motivo para o cancelamento de uma reunião com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent.
1. Haddad prefere culpar terceiros pela própria incompetência, enquanto Lula só fala besteira por aí e inflama a crise diplomática. Há quase duas semanas, o presidente Donald Trump declarou emergência econômica nos EUA, apresentando de forma clara as razões. Até que o Brasil enfrente esses pontos, qualquer reunião será mera encenação — e, portanto, inútil.
2. Não temos, nem pretendemos ter, qualquer controle sobre a agenda do secretário do Tesouro dos EUA. O sr. Bessent é um profissional admirável, que cumpre as diretrizes determinadas pelo presidente e preserva única e exclusivamente os interesses do povo americano.
3. Nesta quarta-feira, embarcaremos novamente para Washington, D.C., para uma série de reuniões com autoridades americanas — porque mantemos portas abertas. Talvez Lula também as tivesse se, em vez de proteger o próprio regime e fazer bravata ideológica, colocasse a diplomacia e o interesse nacional em primeiro lugar.
Eduardo Bolsonaro
Deputado Federal em Exílio
Paulo Figueiredo
Jornalista em Exílio
O ministro Alexandre de Moraes, já sancionado pelos Estados Unidos por violações de direitos humanos, continua usando as instituições brasileiras para silenciar a oposição e ameaçar a democracia. Impor ainda mais restrições à capacidade de Jair Bolsonaro de se defender publicamente não é um serviço público. Deixem Bolsonaro falar!
Os Estados Unidos condenam a ordem de Moraes que impôs prisão domiciliar a Bolsonaro e responsabilizarão todos aqueles que colaborarem ou facilitarem condutas sancionadas.
Para qualquer um que acompanha minimamente o meu trabalho com @BolsonaroSP sabe que a prisão do Jair Bolsonaro é triste, mas totalmente esperada. Era uma questão de quando e não de se. Aliás, um dos pressupostos que sempre apontei aqui foi o de que Alexandre sempre dobraria a aposta. Só há um problema: as fichas dele, agora, acabaram. As nossas, não. É claro que haverá resposra. Mas os próximos movimentos interessantes a serem observados não são os do Alexandre, e sim o do sistema que a ele deu suporte. E não acreditem em bravata públicas... Nos bastidores as coisas estão muito mais animadas. Segue o jogo.
"POSSO BUSCAR BOLSONARO SE NECESSÁRIO"
Em mais uma entrevista, o presidente americano dos Estados Unidos, Donald Trump alegou que Jair Bolsonaro é seu amigo pessoa. É uma pessoa honesta. E que se precisos for vai buscar ele no Brasil!
Casal de empresários de Santa Catarina comemorando a tornozeleira, são responsáveis pela empresa SHAMBALA PRODUTOS NATURAIS, que são comercializados nas lojas de produtos naturais (franquias) em vários lugares.
Boicote já!
Santa Catarina não tem lugar pra bajulador de bandido.