Sou casado há 16 anos, pai de duas filhas maravilhosas e nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai.
Tenho 45 anos de idade, 24 anos de vida pública e sou reconhecido pelo meu equilíbrio, educação e respeito com todos, até com meus adversários políticos.
Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas. Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil.
Toda nossa família está passando por um momento muito difícil. E entendo a angústia da Michelle vendo meu pai, todos os dias, sofrendo com tamanha injustiça.
Eu também sofro, mas sigo firme! Viajando o Brasil carregando o manto que meu pai me deu, passando dias longe de casa, da minha esposa, das minhas filhas, sem poder orar e dar um beijo nelas antes de dormir, sofrendo ameaças de morte e, mesmo, sigo focado na missão. Pois acredito que é um projeto de Deus para o nosso país! Não reclamo do cansaço ou da ausência sentida pela minha família, apenas peço a Deus sabedoria, saúde, força e coragem para fazer a Sua vontade!
Tenho absoluta convicção de que todos nós temos o mesmo objetivo: o melhor para o Brasil e nos livrar da esquerda. É natural que, em determinados momentos, pessoas comprometidas com o mesmo propósito enxerguem caminhos diferentes para chegar ao melhor resultado. Isso acontece nas famílias, nas empresas e também na vida pública. Divergências de estratégia não significam divergências de princípios.
Estou cumprindo uma missão designada por Jair Messias Bolsonaro. Todas as minhas decisões sempre são tomadas com o respaldo dele. Sempre!
O Brasil precisa se livrar de Lula e do PT . Precisamos ter foco nisso!
Ontem (terça) liguei para a Senadora Damares Alves e pedi que organizasse uma reunião, na próxima quarta-feira, com lideranças femininas conservadoras para que eu pudesse aprender, ouvi-las e me ajudassem a construir o melhor plano de país para as mulheres de todo o Brasil.
Ainda ontem pela manhã, também escrevi à Damares: “Se vc achar que é o caso de convidar a Michelle tb, eu tô de coração aberto! Bjs!”
Hoje (quarta) pela manhã, eu mesmo fiz questão de ligar para Michelle e convidá-la, pessoalmente. Fiz mais um gesto não correspondido. Não atendeu. Deixei mensagem. Também não retornou.
Para minha surpresa, na tarde de hoje ela publicou o vídeo.
A reunião na próxima quarta-feira está mantida, para tratar justamente das soluções que proporemos para milhões de mulheres brasileiras que acordam cedo, trabalham, cuidam dos filhos e das famílias.
De coração aberto, fiz o convite à Michelle, justamente porque acredito que o diálogo, o respeito e a união sempre serão o melhor caminho.
O convite segue de pé e o coração segue aberto, pois temos um Brasil para tirar das mãos do PT.
O Brasil precisa de maturidade, serenidade e unidade. Vamos concentrar nossas energias naquilo que realmente importa: construir um futuro melhor para todos os brasileiros!
Querem saber?
Politicamente (ATENÇÃO: não falo da vida pessoal privada, da postura íntima, conduta protocolar ou qualidade oratória; falo apenas da qualidade PO-LÍ-TI-CA), hoje, QUAL A DIFERENÇA ENTRE MICHELLE E JANJA?
Politicamente, ambas são “liability”; as duas, Janja e Michelle, são fardos eleitorais, respectivamente, à esquerda e à direita.
Assisti, pra variar, com sentimento misto de nojo e medo, mas sem nenhuma surpresa, a nova investida do Eixo (dizer “do mal” é redundância, seja pela origem histórica seja pelo histórico recente da 1ª Turma do STF) que condenou @BolsonaroSP:
• se houve, de fato, coação, a autoridade coagida, a vítima Alexandre de Moraes, não poderia julgar;
• mesmo sem Moraes julgar, condenação não poderia haver sem citação (edital não vale quando se sabe o endereço do denunciado);
• havendo citação, ela seria ato nulo, porque o denunciante, Gonet, frequenta jantares com o juiz e com ele curte degustações de charuto e single malte;
• fosse a denúncia operada por procurador delegado, também seria nula, porque oriunda de investigação determinada por juiz;
• fosse a investigação estranha ao juiz, ao qual coubesse apenas julgar, valesse a Constituição, o julgamento seria enviado à 1ª instância em razão do término do foro especial por prerrogativa da função do réu (e não prerrogativa especial de foro em virtude da função); e
• mesmo que sanados todos os vícios processuais patentes, a denúncia sequer seria aceita em razão da imunidade parlamentar.
E seguimos a vida na ausência de Estado de Direito, subjugados por um fascismo acadêmico sem catedráticos; um fascismo colegiado que não ousa dizer seu nome.
O MAIOR injustiçado do Brasil é o Presidente @jairbolsonaro
Paga pelo que não fez.
Sequer pode ver filhos e netos.
A campanha do Flávio deveria ser:
“EM NOME DO PAI”.
Esse deveria ser o guarda chuva de todos os discursos.
Em nome das mulheres
Em nome dos nordestinos
Em nome das crianças
Em nome da segurança
Em nome da saúde
Em nome dos católicos.
Não tá difícil de ver, basta querer.
@nuncacorrupcao1@tarcisiogdf@ricardo_nunessp Vou levar tudo o que estragou na minha geladeira pra você comer. Ai você come a lavagem e paga tudo o que estragou em casa. Ai eu te dou razao.
19 horas de falta de luz em trecho da Av. Paulista (maior apagão em 15 ANOS):
❌Telefone @EnelBrasil fora do ar
❌ App @EnelClientesBR nem registra mais problema
❌ sem previsão de retorno
❌ zero veículo ou funcionário da Enel na rua
❌ apoio zero do @governosp de @tarcisiogdf
KASSAB vice de CAIADO
Kassab deixou de lado as pretensões paulistas pra ir ao que realmente interessa: com a 1ª fase de implantação da reforma tributária em 2028, quando impostos estaduais e municipais começarão a ser reunidos em Brasília, sabe que mais vale negociar apoio no segundo turno presidencial com menos chance de errar. Como o eleitor do Caiado é “mezza mezza”, meio Lula meio Flavio (e reflete as urnas de 2022: 1/3 Lula, 1/3 Bolsonaro, 1/3 de nulos, brancos e abstenções), ele ganha o timing perfeito pra vender o apoio de ultimíssima hora.
Já pode falar que Lula nutre afeto e, por isso, tem ligação - emocional no mínimo - com criminosos?
Ou o TSE/STF vai proibir a verdade para combater “fake news”?
Não é mais novidade que a vida da gente depende de ar, água, sol e, hoje, de eletricidade. Mesmo assim, tem gente que não está nem aí pro risco de apagão no Brasil… e por dinheiro; muuuito dinheiro, é claro.
https://t.co/mRCHr4R7ts
Je veux présenter mes excuses, au nom des Français, pour avoir enfanté la French Theory (qui a enfanté la pire des merdes idéologiques : le wokisme).
Nous avons donné au monde Descartes, Pascal, Tocqueville. Et puis, dans les ruines intellectuelles de l'après-68, nous avons donné Foucault, Derrida, Deleuze. Trois hommes brillants qui ont fabriqué, dans l'élégance de notre langue, l'arme idéologique qui paralyse aujourd'hui l'Occident.
Il faut comprendre ce qu'ils ont fait. Foucault a enseigné que la vérité n'existe pas, qu'il n'y a que des rapports de pouvoir déguisés en savoir. Que la science, la raison, la justice, l'institution médicale, l'école, la prison, la sexualité, tout n'est qu'une mise en scène de la domination. Derrida a enseigné que les textes n'ont pas de sens stable, que tout signifiant glisse, que toute lecture est une trahison, que l'auteur est mort et que le lecteur règne. Deleuze a enseigné qu'il fallait préférer le rhizome à l'arbre, le nomade au sédentaire, le désir à la loi, le devenir à l'être, la différence à l'identité.
Pris isolément, ce sont des thèses discutables. Combinées, exportées, vulgarisées, elles forment un système. Et ce système est un poison.
Car voici ce qui s'est passé. Ces textes, illisibles en France, ont traversé l'Atlantique. Les départements de Yale, de Berkeley, de Columbia les ont absorbés dans les années 80. Ils y ont trouvé un terreau qui n'existait pas chez nous : le puritanisme américain, sa culpabilité raciale, son obsession identitaire. La French Theory s'est mariée à ce substrat, et l'enfant de ce mariage s'appelle le wokisme.
Judith Butler lit Foucault et invente le genre performatif. Edward Said lit Foucault et invente le post-colonialisme académique. Kimberlé Crenshaw hérite du cadre et invente l'intersectionnalité. À chaque étape, la matrice est française : il n'y a pas de vérité, il n'y a que du pouvoir, donc toute hiérarchie est suspecte, toute institution est oppressive, toute norme est violence, toute identité est construite donc négociable, toute majorité est coupable.
Voilà comment trois philosophes parisiens, qui n'ont probablement jamais imaginé leurs conséquences pratiques, ont fourni le logiciel d'exploitation à une génération entière d'activistes, de bureaucrates universitaires, de DRH, de journalistes, de législateurs. Voilà comment on a obtenu une civilisation qui ne sait plus dire si une femme est une femme, si sa propre histoire mérite d'être défendue, si le mérite existe, si la vérité se distingue de l'opinion.
C'est de la merde pour une raison simple, et il faut la dire calmement. Une civilisation se tient debout sur trois piliers : la croyance qu'il existe une vérité accessible à la raison, la croyance qu'il existe un bien distinct du mal, la croyance qu'il existe un héritage à transmettre. La French Theory a entrepris de dynamiter les trois. Pas par méchanceté. Par jeu intellectuel, par fascination du soupçon, par haine de la bourgeoisie qui les avait nourris. Mais le résultat est là. Une génération entière a appris à déconstruire et n'a jamais appris à construire. Une génération entière sait soupçonner et ne sait plus admirer. Une génération entière voit le pouvoir partout et la beauté nulle part.
Je m'excuse parce que nous, Français, avons une responsabilité particulière. C'est notre langue, nos universités, nos éditeurs, notre prestige qui ont donné à ce nihilisme son emballage chic. Sans la légitimité de la Sorbonne et de Vincennes, ces idées n'auraient jamais traversé l'océan. Nous avons exporté le doute comme d'autres exportent des armes.
Ce qui se construit maintenant, en silicon valley, dans les labos d'IA, dans les startups, dans les ateliers, dans tous les lieux où des gens fabriquent encore des choses au lieu de les déconstruire, c'est la réponse. Une civilisation se reconstruit par les bâtisseurs, pas par les commentateurs. Par ceux qui croient que la vérité existe et qu'elle vaut qu'on s'y consacre. Par ceux qui assument une hiérarchie du beau, du vrai, du bon, et qui n'ont pas honte de la transmettre.
Alors pardon. Et au travail.