Macron's plan is not de-escalation. It is escalation.
This is the old strategy of tension.
Let the protests become more radical. Let the anti-protester camp become more radical in return. Push both sides further apart until they are fighting each other and the whole country becomes more divided.
A country at war with itself is much easier to control.
Then Macron can step in as the reasonable man, calling for peace, stability and a return to normality. He presents himself as the only one capable of restoring order.
But look at what comes with that promise: more police powers, more surveillance, more restrictions and a state that keeps tightening its grip on society.
First create the chaos, then present yourself as the man who can save the country from it.
This is how you turn a crisis into an opportunity to expand your power.
The more divided and frightened the French become, the easier it is to convince them that they must sacrifice more of their freedoms in exchange for security.
The objective is not to bring France together.
It is to make people accept more control in the name of restoring order.
I have lived in China since 1995.
I saw the poverty with my own eyes. Then I watched it disappear.
This chart going viral today tells the story > China extreme poverty: 91.3% in 1984.
Zero by 2022. No colour revolution.
No IMF lectures. No NGOs.
Planning, roads, factories, schools. And the West still calls it a "failed system"….
@RenatomLobo@vitorlara31 A China não tem condições de fazer isso nesse sentido. Se fizer, EUA e UE capitalizam mais ainda sobre o Brasil e quem sai prejudicada é a China
@RenatomLobo@vitorlara31 Um dos principais problemas dessa tese da china imperialista é: quando a China teria se tornado imperialista e como ela teria conseguido esse feito sem uma guerra mundial? Já tivemos duas grandes guerras e os países imperialistas permaneceram os mesmos. É uma tese reformista
Grok, os crimes, no Brasil, são resolvidos pela polícia?
Estou me sentindo inseguro e quero botar menores na cadeia
Resumo: Para o crime mais grave e melhor estudado (homicídio), a estimativa consolidada é de cerca de 60-65% não resolvidos na m��dia nacional recente. A impunidade em crimes letais permanece alta e estável há anos.Para homicídios (o crime com melhor monitoramento disponível), cerca de 60% a 65% ficam sem solução no https://t.co/1B1pKCoyLl Dados mais consistentes (homicídios)Segundo a pesquisa “Onde Mora a Impunidade?” do Instituto Sou da Paz (a fonte mais sólida e serializada sobre o tema):
Em 2023, apenas 36% dos homicídios foram esclarecidos (autor identificado e denunciado pelo Ministério Público até o final do ano seguinte). Isso significa cerca de 64% não https://t.co/4zdnh6MwhI
A média histórica (desde 2015) fica em torno de 35% de esclarecimento (ou seja, ~65% sem solução), com pico de 44% em 2018 e valores geralmente entre 32% e 39%.cnnbrasil.com.brEm outras edições recentes: ~39% esclarecidos em 2022 e ~35% em anos anteriores.
Há enorme variação entre estados. Em 2023, o Distrito Federal chegou a 96% e Rondônia a 92%, enquanto a Bahia ficou em apenas 13% e o Rio de Janeiro/Piauí em torno de 23%.cnnbrasil.com.brObservações importantesNão existe um indicador oficial nacional unificado e completo de esclarecimento de crimes (nem só de homicídios) divulgado pelo Ministério da Justiça/Senasp. O Sou da Paz constrói o indicador a partir de dados enviados por Ministérios Públicos e Tribunais de Justiça de parte dos estados.
O critério usado é relativamente rigoroso: não basta identificar o suspeito — precisa chegar a denúncia formal pelo MP.
Para outros crimes (roubos, furtos, estelionatos etc.) os dados nacionais são muito mais escassos e fragmentados. Crimes patrimoniais e de drogas costumam ter mais prisões em flagrante, o que eleva a “resolução” aparente nesses casos, mas muitos registros (especialmente furtos e fraudes) nunca avançam para investigação efetiva. Não há percentual nacional confiável e abrangente para “todos os crimes”.
Setores da esquerda cirandeira que tratavam a escolha eleitoral como uma obrigação moral e reagiam duramente a críticas ao governo agora se deparam com uma posição de Lula que contraria parte de suas convicções. O fato é que Lula declarou ser favorável à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes hediondos.
"Tem que investir em educação"
A educação, por si só, não resolve o problema do menor infrator. Vínculos familiares estáveis, supervisão parental, limites consistentes e responsabilização também são importantes para prevenir a delinquência juvenil. O problema é multifatorial e não pode ser resolvido apenas com políticas educacionais.
1/38 — LENIN, O PCO E AS ELEIÇÕES BURGUESAS**
A história da política eleitoral do PCO envolve candidaturas próprias, voto nulo, combate ao impeachment de Dilma, defesa de Lula e críticas posteriores ao PT.
Para compreendê-la, é preciso acompanhar cada etapa.
Sinwar died on the battlefield resisting an occupation, hungry, and hadn’t eaten in 3 days.
He has zero statements calling for the killing of children.
Lindsey Graham died in a hospital, a millionaire. He has many statements calling for the elimination of occupied children.
@vitorlara31 E já tem petista fazendo contorcionismo ideológico para defender, falando em "esquerda bandidólatra", falando sobre maioridade penal em China, Cuba e Vietnã, ignorando que houve revolução proletária nesses países (e que esses Estados não estão na mão do imperialismo como o BR)
- Lula menciona gênero 4x no plano de governo, e sexo, nenhuma vez.
- Flávio menciona sexo 2x no plano de governo, e gênero, nenhuma vez.
E como está claríssimo o que a esquerda chama de crime de ódio - qualquer coisa que ela não gosta - espera-se a expansão da perseguição.
A tendência é, inclusive, que a repressão e a censura alcance proporções inauditas num novo governo Lula e com ele podendo nomear mais 4 ministros para o STF. A ideia será finalizar a liquidação dos antiprogressistas, o que vai muito além dos bolsonaristas.
Esquerda dedo-duro e juízes inquisidores
A questão dos transexuais é tratada pela esquerda como um dogma; que, como os dogmas religiosos antigos, é garantido pela polícia. Como demonstrou bem o caso da companheira Izadora Dias, então candidata ao governo do estado de São Paulo, no debate com a esquerda, ou você aceita o dogma, ou vai preso.