Irmão, peraí, com todo respeito
Acabamos de ver um gol legal ser confirmado por um juiz
Que em seguida é confirmado pelo VAR
E logo depois as PUTINHAS travestidas de jogadores ficam enchendo a porra do saco pressionando o juiz, E ESSE BABACA VAI PEDIR PRA VER O VAR, COISA QUE NEM PODE, PRA ANULAR UM GOL QUE ELE MESMO VALIDOU E O VAR TAMBÉM SEM MOTIVO NENHUM.
E essa MERDA vai passar batida por causa dessa MERDA desse jogo do Brasil! PUTA QUE PARIU!!!!!!!!!!!!
Na esteira da mais recente encruzilhada em que se encontra o Campeonato Brasileiro de 2026, sobre adiar ou não os jogos da 18ª rodada das equipes que tiveram um número significativo de jogadores convocados para a Copa do Mundo FIFA, é preciso refletir: onde estamos errando e como iremos solucionar esses problemas?
Neste caso, o erro está muito claro. Numa competição de pontos corridos, em que todas as rodadas têm o mesmo peso na definição do campeão, não há isonomia nem paridade de forças quando uma equipe é obrigada a entrar em campo sem diversos jogadores, como é o caso de Flamengo e Palmeiras, exclusivamente porque estes atletas foram cedidos às suas seleções nacionais (quatro para o Brasil).
É preciso reconhecer os avanços da atual gestão da Confederação Brasileira de Futebol, que entre outras coisas buscou otimizar e ajustar o calendário para sanar problemas históricos, assim como a importância da Copa do Mundo para a CBF e para o país. Mas é justamente aí que reside o dilema. Quando a mesma entidade é responsável pela Seleção Brasileira e pelo principal campeonato nacional, alguém acaba prejudicado nesse conflito de interesses. Neste caso, novamente os maiores prejudicados são os clubes. Um contraste neste cenário é a UEFA, que defendeu seus filiados, a sua competição e conseguiu, junto à FIFA, liberação para que a final da Liga dos Campeões da Europa conte com seus astros em campo.
Quando equipes são obrigadas a jogar sem seus principais jogadores em razão de convocações, quem perde, acima de tudo, é o torcedor. Tanto o que paga ingresso quanto o que acompanha as transmissões. A qualidade do espetáculo fica comprometida, a integridade competitiva é afetada e o produto se desvaloriza, além de criar uma lógica inversa: as equipes que mais investem são justamente as mais penalizadas.
No passado, soluções paliativas da CBF buscaram amenizar esse problema recorrente, como a impossibilidade de uma equipe atuar caso cinco de seus jogadores fossem convocados. Outro exemplo ocorre atualmente, quando o Brasileirão realmente para durante Datas FIFA, mas retorna apenas dois dias depois. O Flamengo já precisou fretar aeronaves para trazer atletas que atuaram numa terça-feira à noite em outro continente e entraram em campo menos de 48 horas depois.
Essas medidas paliativas já não acompanham a realidade do futebol brasileiro. Enquanto os investimentos dos clubes aumentam, equipes brasileiras conseguem repatriar jogadores ainda no auge da forma física, manter talentos por mais tempo, estruturar departamentos multidisciplinares com profissionais de ponta e investir cada vez mais em Centros de Treinamento e infraestrutura. O futebol brasileiro evoluiu, e a gestão de suas competições precisa evoluir junto.
É mais do que urgente a criação de uma liga organizada no Brasil. A CBF é importante neste processo e deve participar ativamente dessa construção, mas entendendo que este é um movimento liderado pelas agremiações. Não há soluções fáceis para problemas complexos, mas o futuro passa por uma mudança de rota inadiável: o Campeonato Brasileiro precisa ser pensado e conduzido sob a ótica dos clubes, de seus atletas, de seus torcedores e de seus investidores e no fortalecimento do próprio produto.
Recordista de público como mandante e com ingressos esgotados no setor visitante em 100% dos jogos fora de casa até aqui, o Clube de Regatas do Flamengo e sua torcida levam o Campeonato Brasileiro muito a sério. É justamente por isso que o clube lamenta ser obrigado a entrar em campo desfalcado em razão das convocações para a Copa do Mundo, mesmo que as quedas precoces de Flamengo e Coritiba na Copa do Brasil permitissem encontrar uma solução jogando no dia 4/8/26, sem conflitar com Copa do Brasil. Quem estiver em campo fará de tudo para entregar um grande espetáculo, mas é inegável que ele já nasce comprometido para os mais de 45 milhões de torcedores apaixonados pelo clube.
Foi isso que aconteceu na Supercopa entre Corinthians x Flamengo.
Onde o Péricles Bassols (chefe do VAR no Brasil) interferiu na decisão do Rodolpho Toski e recomendou a revisão para expulsar o Carrascal após o intervalo.
Mas aqui no Brasil, interferência indevida, não vira escândalo…
É melhor que Kevin Durant apareça pra festa… e RÁPIDO!
LeBron James deu uma AULA para a molecada do Houston Rockets sobre como controlar TODOS OS ASPECTOS de um jogo de basquete de playoffs.
41 anos, dane-se, pode ter 60.
LeBron James faz o borogodó acontecer.
19 PONTOS
13 ASSISTÊNCIAS
8 REBOTES
9/15 FG
Sem forçar, sem querer chutar todas, isso é basquete DE VERDADE.
Como sempre foi.
Encontre os arremessadores, mate as bolas de segurança, pegue rebotes, seja a chama de um time que entende e PRECISA acreditar.
Eles se deram uma chance.
Este capitão não vai deixar o navio afundar antes de uma BOA e BELA briga.
LeBron James é o jogo.