A verdade é que Flávio Bolsonaro é um adversário fraquissimo, e Lula o venceria sem esforço.
Mas Lula não tá enfrentando o Flávio.
Tá enfrentando os Estados Unidos, e os interesses da Meta, da Visa, da Mastercard.
Tá enfrentando a milícia do RJ, e o poder financeiro das bets.
Tá enfrentando os grupos tradicionais de mídia como Globo e Abril, vendidos a todos esses citados.
É gigantesco o fato de que Lula enfrente todas essas forças de igual pra igual, tendo ao seu lado apenas o povo.
Em outras palavras, nós somos a Resistência.
Para um pouco pra pensar no seu voto no próximo domingo. Não é sobre torcida, é sobre vida real pra quem mais precisa de governo.
Não tenho a pretensão de convencer ninguém de nada. Só peço sua atenção e racionalidade.
Tenho minha escolha: vou votar no @LulaOficial !
E só mais um comentário: quem cuida de segurança no Brasil - ao menos por enquanto - são os governadores. O Rio está do jeito que está com 8 anos do PL do Rio mandando na Polícia com Witzel e Claudio Castro. Aliás, essa semana prenderam o quinto secretário do Castro por relações com o crime organizado!
Pense!!!!!
Como alguém que lutou em 2022 nessas redes, junto de muito pouca gente, preciso dizer...
A esquerda vem ganhando espaço no ambiente digital nos últimos 4 anos. E isso é crucial.
O jogo é desigual.
A extrema-direita já era impulsionada pelo algoritmo, que favorece a radicalização e o discurso de ódio.
Agora, diante da ascensão da esquerda no digital, empresas como a META decidiram agir intencionalmente para conter o avanço de posts progressistas e favorecer todo tipo de discurso conservador.
Na cabeça dos executivos, isso faz parte do jogo, é liberdade empresarial para proteger os próprios interesses.
Não é. É interferência na soberania nacional. Quando o seu veículo de comunicação tem um poder inigualável, você deve assumir a responsabilidade que isso acarreta.
Porém, mesmo nesse jogo desigual, os últimos 4 anos provaram que há esperança.
Ainda que o resultado nas urnas tenha sido um desastre, há motivos para imaginar um futuro diferente.
Com a explosão da extrema-direita no Brasil, virá o movimento contrário: o de resistência e fortalecimento das bases da esquerda brasileira, tanto nas ruas quanto na internet.
4 anos atrás, era risível pensar em alguma real força da esquerda no ambiente digital brasileiro.
Hoje, isso é realidade.
Já o amanhã depende do que você fizer hoje.
Não fique calado.
Questione.
Pesquise.
Enfrente.
Brasil é um país doente. Um candidato como Flávio Bolsonaro deveria ter no máximo 1 % dos votos, dos seres que exalam ódio, torcem pelo caos, vivem de conspirações, machistas, lunáticos, surtados e dependentes de Gardenal.