Em 1974, Arthur Laffer desenhou num guardanapo a ideia mais simples e mais ignorada da economia tributária: existe um ponto a partir do qual aumentar imposto DIMINUI arrecadação
A lógica é intuitiva. Se o imposto é 0%, arrecadação é zero. Se o imposto é 100%, ninguém produz, arrecadação é zero. O ponto ótimo está em algum lugar no meio
O IOF de 5% sobre previdência é a Curva de Laffer acontecendo ao vivo no Brasil
O governo colocou IOF nos aportes de VGBL pra arrecadar mais. Resultado:
Captação líquida caiu 93,5%. De R$ 60,8 bi pra R$ 4 bi em um ano
80% dos aportes acima de R$ 600 mil eram depósito único — exatamente o comportamento que o IOF matou
FenaPrevi estima perdas de R$ 500 bilhões pro setor em 10 anos
Previdência é o maior comprador natural de NTN-B no Brasil. R$ 1,9 trilhão, 14% do PIB. Sem dinheiro novo entrando, os fundos pararam de comprar títulos do governo
A NTN-B perdeu seu principal comprador marginal. Taxa disparou pra 8%+ (percentil 99 em 5 anos). Em junho, NTN-B representou só 4% das emissões do Tesouro
IOF arrecadou ~R$ 20 bilhões. O custo extra em juros na dívida: R$ 70+ bilhões por ano
Laffer não é teoria. É o que acontece quando você taxa tanto uma atividade que ela simplesmente para de existir. O governo não passou do ponto ótimo da curva. Passou do ponto de sanidade
A ironia final: o governo precisou criar subsídio à gasolina de R$ 0,89 por litro pra segurar inflação, enquanto paga juros recordes na dívida que não consegue vender. Um buraco pra tapar outro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
Juro real no mundo:
Brasil: 9,4% — 2° do planeta, atrás só da Turquia
Colômbia: 4%
México: 3%
Chile: 1%
EUA: 1%
Europa: 0,5%
Itaú e FMI calculam: Brasil precisa de ajuste de 4-5% do PIB pra estabilizar a dívida
Média dos emergentes: 1,9%
O nosso é 3x maior. Porque gastamos 3x mais
O feminismo no judiciário é inimigo das crianças. A juíza que manteve solta a mãe do Henry Borel, por meio de argumentos como “machismo” e “patriarcado”, precisa ser afastada e perder qualquer vencimento. Ela é um monstro tal qual os assassinos.
oq me apavora é levar um tiro se eu demorar pra passar o celular meu filho. me apavora é ser queimado vivo se dobrar na rua errada e entrar por engano num ponto de tráfico, isso que me apavora
Os parças que vão ajudar na luta contra a corrupção:
- Roberto Jefferson: mensaleiro e presidiário
- Eduardo Cunha: mensaleiro ex-presidiário
- Valdemar Costa Neto: mensaleiro que puxou cadeia com José Dirceu
Sério mesmo que vcs ainda acreditam?
A principal e imediata consequência da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas é fechar o cerco financeiro sobre essas entidades, dificultar lavagem de dinheiro e facilitar o congelamento dos ativos e bens que forem identificados. Não é por acaso que o comunicado do Secretário Marco Rubio faz expressa referência a este ponto (“negar financiamento e recursos a narcoterroristas”).
Mérito de @FlavioBolsonaro que conseguiu convencer o Governo norte-americano a adotar essa medida.
Já o PT alega, por motivos eleitorais, que a medida viabiliza uma invasão territorial norte-americana, o que é uma fantasia.
Nada mais vergonhoso do que assistir o PT e seus aliados defendendo criminosos e terroristas por motivos eleitorais.
Lula sempre esteve ao lado do crime em seus governos, ao defender os mensaleiros, ao criminalizar o combate à corrupção, ao defender a saidinha dos presos e legislação leniente, e agora ao defender, pelo seu governo, organizações criminosas.
Para que o Brasil possa se tornar um país seguro, não podemos ter um presidente que trabalha em favor dos criminosos.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas fac��ões são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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Zema e Renan Santos são um refresco muito bem vindo na política brasileira.
Por anos aguentamos a oposição envergonhada do PSDB.
Depois o aloprado.
Finalmente temos nomes inteligentes, defendendo posições de direita com propriedade e coerência e o melhor de tudo... sem rabo preso com ninguém.
O Custo Brasil em uma imagem. A diferença é imposto e encargo trabalhista. Abaixo, as razões:
1. Tributação
🇧🇷 Sistema complexo, múltiplos tributos, carga total elevada.
🇵🇾 Triplo 10 - 10% IR empresarial, 10% IR pessoal, 10% IVA. Simples. Previsível. Competitivo.
2. Encargos trabalhistas
🇧🇷 CLT de 1943, custo total ~80% sobre folha
🇵🇾 ~30-40% menos que a CLT
3. Jornada e produtividade
🇧🇷 44h semanais (em debate pra reduzir pra 40h)
🇵🇾 48h semanais
4. Energia e cr��dito
🇧🇷 Tarifa cara, Selic em 14,5%
🇵🇾 Energia mais barata, juros de 5,5% ao ano
5. Segurança jurídica
🇧🇷 Regra que muda a cada ciclo político
🇵🇾 Prazo de 20 anos de benefícios garantidos por lei
A consequência?
- 232 empresas brasileiras já produzem no Paraguai.
- 70% das empresas estrangeiras instaladas lá são daqui. Renner, Riachuelo, C&A, JBS, Lupo, Karsten, M.Dias Branco, Dass (a que faz Nike e Adidas).
- 25 mil empregos que poderiam estar no Brasil, não estão.
- Só entre 2024 e 2026, 26 empresas brasileiras se mudaram. US$ 182 milhões investidos lá em 1 ano.
Vejam como são as coisas em Pindorama.
Para Xandinho, abrir um inquérito para investigar por que Ciro Nogueira e Hugo Motta voltaram de viagem de um paraíso fiscal sem precisar passar no raio-X da Receita Federal configura um constrangimento “injusto e grave”.
Agora, a perseguição implacável que ele promove contra Mariana Eustáquio desde quando ela tinha 15 anos de idade e teve bloqueadas suas contas bancárias, redes sociais (sob ameaça de prisão da mãe), passaporte, além de sofrer uma busca e apreensão que deixou sua casa revirada de cabeça para baixo e contou até mesmo com uma revista pessoal nela pelo crime de defender o pai na internet das acusações do próprio Moraes não tem constrangimento injusto e grave algum.
Mano, isso me fez ferver de raiva. Que cara de pau! Próxima vez que você ver esse povo falando em “democracia” pergunte o que ele acha disso. #paz