ASA: spreads baixos não justificam saques em fundos de infraestrutura
A alta das NTN-Bs afetou os resultados nos últimos meses. Mas é justamente isso que torna o momento melhor pra montar ou aumentar posição
Traduzindo: quando todo mundo tá sacando por causa da marcação a mercado negativa, quem entra agora trava taxas recordes
É o mesmo racional do ouro oversold. O pânico cria oportunidade pra quem tem horizonte longo
Fundos de infra compram debêntures incentivadas de longo prazo. Com NTN-B a 8%+, esses papéis pagam prêmios históricos. Quem saca agora cristaliza a perda e perde a recuperação
O que mais acho engraçado nesta rede: guru financeiro falando mal de assessor pra vender a mesma coisa que assessor, usando outras palavras. E MUITAS E MUITAS VEZES NÃO SABE o que está falando.
Constatacoes :
1 - O gringo nao ta nem ai pro Flavio Bolsonaro, vai dar baile nos locais pra variar....
2 - Pela primeira vez desde fim de 2024 tem dezenas de empresas negociado a 5-6x lucro
3 - Falta saber de onde vem o $ pra comprar com força essas ciclicas domesticas
O intocável ataca novamente…
Olha, @gilmarmendes . Eu fui mesmo várias vezes ao STF durante meu governo pra defender os mineiros. Defendi o meu estado da dívida bilionária que outras gestões criaram, e nenhuma conseguiu resolver, como eu fiz.
Agora, enquanto eu vou ao STF em busca de resolver a vida dos mineiros, tem gente que vai aí arranjar contrato de 129 milhões de reais pra esposa. E aí, esse é o Supremo que você tanto defende?
Quer que eu fique calado? É só os ministros intocáveis pararem de roubar o brasileiro, parar de beneficiar os seus familiares… deixem de ser intocáveis e voltem a ser juizes, empregados do povo.
Aí sim você não vai mais precisar ir ao X fazer textão. Façam esse favor pro Brasil.
GOVERNO GASTOU TUDO QUE PODIA... SOBROU A CRISE!
Quando o desequilíbrio fiscal se soma à insegurança jurídica e à omissão política, a crise deixa de ser hipótese e vira trajetória.
O ponto central não está no ruído do debate público, mas na incapacidade de enfrentar os custos reais das escolhas feitas ao longo do tempo.
No fim, a pressão recai sempre sobre quem produz, trabalha, empreende e consome. É isso que precisa ser observado agora: menos discurso, mais diagnóstico.
Mais do que discutir culpados isolados, é hora de entender como decisões mal calibradas, somadas, empurram o país para um ambiente de juros altos, perda de confiança e compressão econômica.
RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO GPA!
Quando o mercado aperta, é nessa hora que processo, disciplina e arquitetura de risco deixam de ser discurso e viram prova real.
Março trouxe ruído, pressão e desconforto. Mas também mostrou, na prática, como uma gestão séria reage diante de um evento de crédito: com frieza, técnica e clareza com o cotista.
Mais do que evitar todo e qualquer impacto, o que importa é saber dimensionar risco, proteger a estrutura dos fundos e atravessar o estresse sem perder a coerência.
No fim, consistência não se mede nos meses fáceis. Se mede na forma como se atravessa os difíceis.
Em um país de juros altos, o capital se apropria cada vez mais do valor gerado. E menos fica com o trabalho e o empreendedor.
Eu sou investidor. Não necessariamente isso é ruim para mim, pelo menos não no curto prazo.
Obviamente, uma hora quem trabalha e empreende percebe isso. E riscos podem aumentar. Podendo colocar em risco o próprio capital, através de nacionalizações ou revoluções.
Hoje temos um juros enorme. O credor está cada vez mais ficando com uma fatia maior do valor gerado.
Mas não bote a culpa no dono do capital ou no credor. Ele cobra caro no capital pois tem uma opção que paga bem ele com baixo risco: o tesouro nacional.
Ele tem a opção de emprestar a 15% para o governo. Quando ele vai te emprestar, ele vai cobrar 15% mais alguma coisa que remunere o risco adicional.
Então a culpa é de quem chega pagando 15% encarecendo o capital dos demais agentes econômicos.
Esses juros altos se multiplicam por toda a economia. A parcela do financiamento da casa fica mais cara. O financiamento de máquinas agrícolas fica mais caro. O motorista de Uber que aluga carro para fazer corridas também paga mais caro, pois a locadora repassa este aumento de juros no aluguel.
Eu falo isso em total desapego a minha posição de investidor. Pra mim juros altos são bons. Meu capital é melhor remunerado.
Mas são bons até certo ponto. Uma hora a conta chega. Sobretudo através da violência.
Empresas estão quebrando, inclusive grandes empresas. Isso significa menos oportunidades sobretudo para os jovens. E uma parcela vai para o crime.
O governo Lula foi bom para mim. Não foi ruim. Mas criou o desequilíbrio fiscal fez o negócio de investidor ser tão bom, que eu acho que podemos ter problemas muito em breve, sobretudo através da violência.
Por isso, quem é investidor não pode apenas pensar no próprio bolso na hora de votar.
Este governo transferiu renda do trabalho para o capital. Isso foi “ótimo” para quem está na posição de ter capital.
Mas a conta pode vir em algum momento.
Como consertar isso? Novas regras fiscais duras.
Enquanto a população não perceber que o desequilíbrio fiscal só gera riqueza para quem provém este capital, esta mesma população vai transferir cada vez mais do valor gerado de seu trabalho para o capital.
🚨 Vorcaro transferiu R$ 520 milhões em bens para ex-noiva nos EUA
Mensagens obtidas pela CPI revelam que o dono do Banco Master montou um escudo jurídico (trust) em Miami para blindar o patrimônio das fraudes.
A estrutura ocultava uma mansão de R$ 450 milhões, frotas de carros de luxo, alta joalheria e até a construção de um iate de US$ 100 milhões! 🤯👇🏼
Impressionante a correção nas cotas dos fundos multimercados. Não escapamos ilesos. Mas nosso controle de risco severo permitiu limitar as perdas.
Os preços saíram fora da realidade, mas surge a dúvida por quanto tempo.
Um dos maiores investidores individuais da Bolsa acaba de virar o segundo maior acionista do GPA.
Tudo isso enquanto a empresa enfrenta crise financeira e uma recuperação extrajudicial bilionária.
Mas a disputa pelo controle do grupo começou muito antes e passou por diferentes mãos. (Segue 🧵)