Trump colocou sua presidência no centro das eleições de meio de mandato e recebeu uma resposta dura: os democratas conquistaram Câmara e Senado. O resultado reforça a leitura de que Trump perdeu para as consequências de suas próprias escolhas.
O custo de vida foi decisivo, e a oposição soube explorar a insatisfação. As tarifas comerciais e a guerra no Irã levaram decisões presidenciais para o orçamento das famílias. O próprio Trump reconheceu que o conflito contribuiu para a derrota.
A Casa Branca destaca grandes realizações na fronteira, nos impostos, na segurança e no acesso a medicamentos, mas os republicanos pedem tempo.Nas urnas, os resultados percebidos não foram suficientes para preservar o controle do Congresso.
A vitória democrata abre espaço à agenda de proteção econômica e equidade, mas seria conveniente demais confundir a rejeição a Trump com um cheque em branco para a esquerda.
A partir de janeiro de 2027, Trump terá de governar com a oposição nas duas casas, sinalizou disposição para buscar acordos, mas também para vetar propostas. Trump poderá virar “Mr. Veto”, diante da nova maioria.
Com o governo dividido, o orçamento será um dos principais testes da negociação entre Trump e os democratas. Republicanos terão de explicar como reduzir impostos e financiar suas prioridades sem ampliar a dívida; democratas, como sustentar a proteção social que defendem.
Os dois partidos evitam assumir o custo político de explicar quais impostos poderiam aumentar e quais despesas seriam cortadas para equilibrar as contas públicas.
É nesse terreno que começa a disputa de 2028. Trump terá dois anos para recuperar seu legado; os democratas, terão o mesmo prazo para transformar a rejeição à Trump em confiança na própria capacidade de governar. Se esse tempo se perder em vetos, bloqueios e contas adiadas, os dois partidos terão de responder pelo fracasso. O eleitor que acaba de punir quem governa poderá voltar às urnas para punir também os democratas que prometeram fazer melhor.
📌Leia o artigo completo: https://t.co/buvsyIkk98
BRASIL REGISTRA RECORDE DE INADIMPLÊNCIA!
O país chegou a 84,2 milhões de brasileiros com o nome negativado, acumulando R$ 597,4 bilhões em dívidas. É o maior número já registrado pela Serasa!
Enquanto milhões de famílias enfrentam dificuldades para pagar contas básicas, bancos e cartões de crédito lideram a lista de credores.
O brasileiro vai conseguir viver? Consumir e prosperar com tantas dívidas e dificuldades financeiras?
O governo do PT não quis a redução da maioridade penal. Rejeitou nossa emenda, de reduzir para 16 anos, e 14 nos crimes hediondos, e manobrou para não votarmos a medida junto à PEC da Segurança Pública. Quem protege o criminoso abandona o cidadão, e isso escancara o método do PT!
Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/rAeZ6J61OQ
MAIS UMA PROMESSA ESQUECIDA DA CAMPANHA!
Hoje tivemos a notícia de que o governo Lula quer avançar com a PEC da Segurança Pública sem incluir a redução da maioridade penal entre os temas discutidos.
A oposição está lutando para incluir essa pauta, mas parece que a resistência do governo pode impedir que a proposta avance nesse sentido.
Engraçado, não é? O mesmo presidente Lula que, durante a campanha, afirmou concordar com a redução da maioridade penal para crimes hediondos agora não demonstra disposição para incluir essa questão na PEC que trata justamente da segurança pública.
Em Fortaleza, a facção mandou duas moradoras alugarem o andar de cima de casa pro pessoal dela. Elas disseram não e ganharam 24 horas pra sair. E ainda dizem que a soberania está garantida com a esquerda.
Trump prometeu baratear a vida dos americanos e recuperar a indústria.
Mas as tarifas encareceram produtos, a guerra com o Irã pressionou o diesel e a inflação voltou a pesar no bolso.
A reindustrialização leva tempo, mas o aumento dos preços chega na hora.
Agora, o risco é político: será que o custo de vida vai devolver o Congresso aos democratas?
https://t.co/AE7cRdUGPg
Desenho bíblico para maiores de 12 anos? No Pop Corner, comparamos critérios da classificação indicativa e discutimos os limites entre autoridade dos pais, liberdade religiosa e poder do Estado na TV e na escola.
@Lucashonorato
Até dezembro, o pacote das maldades do atual NARKO presidente luladrão só aumentam. PCC E CV , arrecadando dinheiro para pagar os prejuízos das eleições.
@LeopoldinaDom Ué!! Os jornaLulistas da globolixo são pagos para falar bem do atual NARKO presidente luladrão, o PIX vai parar de cair na conta dos militantes
“A GLOBO TENTANDO ABRIR O SEU CÉREBRO”
A repetição excessiva de palavras confunde o leitor/ telespectador porque quebra o ritmo da leitura e faz o cérebro focar na palavra repetida.
É a repetição como ferramenta de validação e construção de narrativas (FALSAS).
A repetição deixa de ser um erro de estilo e passa a ser uma estratégia psicológica intencional.
Circula, entre parlamentares do Congresso, lista de votos de cada um dos candidatos à presidência do Senado.
E, nesta lista, Casagrande, que, durante a corrida eleitoral, jurou que enfrentaria os abusos do STF, aparece como apoiador da reeleição de Alcolumbre, que garantiu que não pautaria impeachment de ministro, nem se os 81 senadores assinassem o pedido. Isso procede?
Os capixabas querem respostas: o ex-governador do ES foi a Brasília para representar nossos interesses, ou para enganar a população e defender o sistema instalado?