A imprensa brasileira ficou 1 ano tentando pintar a única candidatura séria desta eleição de “fascista” e “machista”.
Precisou a mídia estrangeira mostrar o oposto para que entendessem o que fizeram?
O Renan Santos não parece um candidato a presidente. Tem 42 anos, nunca disputou um cargo eletivo, toca guitarra numa banda de rock e fala com a desenvoltura de quem passou a vida inteira no YouTube, não no Congresso. Mesmo assim, é o único nome que cresce fora da polarização entre Lula e a família Bolsonaro. E, diferentemente de quase todos os outros, ele tem um plano de verdade para o Brasil.
Em 2014, um grupo de jovens em um escritório mofado no centro de São Paulo fundou o Movimento Brasil Livre. Em um ano e meio, o movimento levou milhões às ruas e Dilma Rousseff caiu. Em 2025, o mesmo grupo conseguiu o que Jair Bolsonaro, com a caneta presidencial, não conseguiu: registrar um partido do zero. O @PartidoMissao , número 14, nasceu da rua, não do fisiologismo. Isso, sozinho, já o distingue da política brasileira contemporânea.
@RenanSantosMBL não se define pelo inimigo. ELE trata Flávio Bolsonaro com o mesmo desprezo que trata o PT do Lula, afinal, o PT e PL só se diferenciam por uma letra.
Renan Santos vai sair ganhando nessa eleição, pode até não ser a presidência, mas o resultado é ganhar um espaço que ninguém ocupava: uma direita que não é bolsonarista, não é tucana e não é do Centrão. Entre os eleitores de 16 a 24 anos, ele já lidera pesquisas. A juventude que a esquerda considerava automaticamente sua descobriu que o alinhamento automático acabou.
O que o torna mais perigoso para o sistema, no entanto, não é o estilo. É o conteúdo...ele fala fácil e de forma que todos entendem, ele consegue atrair os jovens para suas ideias. Por exemplo;
Propõe ajuste fiscal de R$ 1,1 trilhão até 2031, desindexação de gastos, desvinculação dos pisos de saúde e educação da receita corrente, zonas econômicas especiais, corrida pela inteligência artificial e uma reserva estratégica em Bitcoin.
O Renan não fala de “Estado mínimo” como dogma. Fala de Estado que funcione.
Na segurança, o diagnóstico é brutal e, por isso mesmo, honesto. O Brasil vive sob o controle territorial de facções. Santos propõe o que El Salvador demonstrou ser possível: o Estado retomar o monopólio da força. “Prendeu, matou” soa rude. Depois de décadas de homicídios na casa das dezenas de milhares e de prefeituras que negociam com o crime, soava mais rude a omissão. A meta de reduzir homicídios a menos de 10 mil por ano não é poesia. É a primeira vez em muito tempo que um candidato trata o tema como prioridade de governo, e não como discurso de campanha.
Enquanto a direita tradicional se contentava com WhatsApp e indignação, o MBL construiu revista, academia e clube do livro. Criou uma intelectualidade própria. Isso importa. Países não mudam só com decreto. Mudam quando uma geração passa a achar vergonhoso o atraso.
Mostre esse video para aquela pessoa, que vive falando que o MBL lavou 400 Milhões... Caso ela mantenha esse posicionamento, desconfie se vc pode realmente confiar nela..
1: Esposa do Nando: Era um corte fora do contexto do Orlando Lima, na hora que ele ia condenar as falas do superchat o vídeo é cortado pelo Nando.
2: MBL não zombou da morte do filho do Nando, foi o Bolsonarismo.
3: Pudim: Também foi um corte fora de contexto, pois ele estava falando da situação do país que precisava se submeter a subempregos. inclusive o Nando humilhou uma vendedora chamada Joy artesanato pois ela fez uma publi no canal que ele não gostava.
4: Renan não zombou do Emílio, vê a porra do vídeo completo....
Tudo que você acredita tá fora de contexto, cortado, manipulado, deu pra ver que a sua fonte sempre manipula os vídeos, inacreditável.