Na quinta-feira passada, estive na minha faculdade, o ISEG, a convite da YAPISEG, para uma conversa com o João Cotrim Figueiredo. Os temas eram Liderança e Gestão, mas a conversa rapidamente evoluiu para a política e para a economia do país.
Portugal precisa de mudar, mas as reformas que fazem doer sempre aos mesmos não são as reformas de que precisamos. E não acreditem na fábula de que cada um, sozinho, consegue chegar onde quiser. Nós só vamos a algum lado se formos em conjunto, como comunidade.
Não, meu caro. Infelizmente, no sistema económico em que vivemos é possível enriquecer sem criar nenhum bem e serviço que as pessoas queiram adquirir. E não estou a falar de políticos. Mas já percebi que não sabe como é que se acumula riqueza nas sociedades capitalistas. Por isso, é que acha que se deve ao mérito.
@drvaladas@DinisRoque74274 Ó Ezequiel envergonhado, se eu tivesse recebido alguma coisa a que não tivesse direito achas que já não tinha sido responsabilizado judicialmente? Essa parvoíce também foi alvo da averiguação preventiva. Mas, e tu, quem és?
@velosahv@observadorpt E então? Tenho de ser? Não há mais nada para fazer na vida? Na vida pública já fiz a minha parte. O Hugo Velosa é que não deu em grande coisa.
@2mk8bwzm58@LUISRFS1965@LuisAntunesljh Vê-se pela tua resposta que tu não sabes o que é acumular riqueza. És daqueles que fica a assistir aos de cima a acumular riqueza à custa dos de baixo. E ainda lhes bates palmas porque estás convencido que foi por “mérito”.
Pinheiro, conto contigo para um Mau ou Vilão na próxima segunda-feira. Não publicaste um artigo, transcrito (mal) por IA, com intriga fabricada e com direito a um alerta, para nada. Já agora, terem ignorado “olimpicamente” o meu ilustre colega de debate, Cotrim Figueiredo, foi no minimo desagradavel.
Já percebi que sou uma mais valia para o número de visualizações e de visitas ao teu jornal online. Acho que devíamos anunciar uma “collab” entre nós daqui para a frente. Conta comigo.
@2mk8bwzm58@LUISRFS1965@LuisAntunesljh Quem vive às custas dos outros são os os que conseguem acumular riqueza sem precisar de trabalhar. Não são os trabalhadores que precisam dos serviços públicos para terem uma vida com o mínimo de dignidade.