Professor universitário, advogado, consultor jurídico, escritor e pesquisador. Mestre em Direito e Doutorando em Direito Empresarial. Instagram @segabriel
A unidade na Igreja e entre as Igrejas alimenta-se do perdão e da confiança mútua. A começar pelas nossas famílias e comunidades. Porque se Jesus confia em nós, também nós podemos confiar uns nos outros, em seu Nome.
Hoje, mais do que nunca, a humanidade grita e implora paz. É um grito que reclama responsabilidade e sensatez, e que não deve ser abafado pelo fragor das armas e pelas palavras retóricas que incitam ao conflito. Cada membro da comunidade internacional tem uma responsabilidade moral: travar a tragédia da guerra antes que ela se transforme num abismo irreparável. Quando está em causa a dignidade humana, não há conflitos “distantes”.
A guerra não resolve os problemas, antes amplifica-os e produz na história dos povos feridas profundas, que para sarar levam gerações. Nenhuma vitória armada poderá compensar a dor das mães nem o medo das crianças nem o futuro roubado. Que a diplomacia faça silenciar as armas! E que as Nações desenhem o seu futuro não com violência e conflitos sangrentos, mas com obras de paz!
Ainda internado, Papa critica neoliberalismo e 'lei do mais forte'. Francisco enviou mensagem para Pontifícia Academia para a Vida #ANSA https://t.co/F7TA0B4YFu
A diplomacia da esperança é uma diplomacia de justiça, sem a qual não pode haver paz. O ano jubilar é um período propício à pr��tica da justiça, ao perdão das dívidas e à comutação das penas dos prisioneiros.