Mais do que injustificável, é contrário ao que já tinha sido decidido:
ADPF 1017
https://t.co/0PXJf7hLu5
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Moraes tomou decisão 7 minutos depois…
Orgãos federais como P F, P R F e polícia penal são o que, animal?
E presidente declarando que não vê problema em roubar celular é o que pra você?
Além disso, o PT sendo a favor de visita íntima dos piores presos do Brasil é o que? Seu babaca
ADPF 579 que o PT impetra a favor de visita íntima de presos:
https://t.co/LMVJxhfM8O
ADPF 1017
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Moraes tomou decisão 8 minutos depois…
NUNCA mais diga a frase: “Xandão tinha razão”
@SF_Moro@TradutordoBR ADPF 1017
https://t.co/EatJwDwpo5
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Moraes tomou decisão 8 minutos depois…
@reztirps ADPF 1017
https://t.co/EatJwDwpo5
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Moraes tomou decisão 8 minutos depois…
@george1BR2@FlavioBolsonaro ADPF 1017
https://t.co/EatJwDvRyx
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Moraes tomou decisão 8 minutos depois…
@oswaldtoshiro ADPF 1017
https://t.co/EatJwDvRyx
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Moraes tomou decisão 8 minutos depois…
@DoraKramer ADPF 1017
https://t.co/EatJwDwpo5
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Moraes tomou decisão 8 minutos depois…
@rodrigocoppe ADPF 1017
https://t.co/EatJwDvRyx
Cautelares já tinham sido proibidas pelo próprio Gilmar, amigão de Moraes.
Jurisprudência de 2 de outubro de 2026 fixa proibição de medidas cautelares contra candidatos após 48 horas do pleito.
Era correta??
Você tem algum tipo de alergia para criticar Alexandre de Moraes?
Abriu inquérito semana passada, sem anuêcia da PGR, e esperou a eleição acabar para reter os passaportes, sendo 8 minutos depois da apuração.
Todo mundo sabe que ele quer manter Flavio de refém para se salvar das próprias acusações.
É uma vergonha comparar esse caso com André do Rap, que, além de ser por questão processual, é liderança do PCC.
Histórico de prender ou intimidar líderes da oposição é algo muito mais próximo de regimes da Turquia, Nicarágua e Venezuela que qualquer país que preze pelo devido processo legal.
Não sei como você ainda se considera garantista
Prisões de lideranças da oposição após eleições pelo mundo
🇧🇾 Belarus (2020): Após a reeleição contestada de Lukashenko, Maria Kolesnikova foi presa em setembro, enquanto Svetlana Tsikhanouskaya deixou o país sob pressão das autoridades.
🇷🇺 Rússia (2012): Um dia após a eleição presidencial, Alexei Navalny, Ilya Yashin e Sergei Udaltsov foram detidos durante protestos contra a vitória de Vladimir Putin.
🇦🇿 Azerbaijão (2003): No dia seguinte à eleição presidencial, dirigentes de partidos oposicionistas foram presos em meio à repressão que se seguiu à votação.
🇿🇲 Zâmbia (2016): Cerca de dois meses após a eleição presidencial contestada, Hakainde Hichilema e Geoffrey Mwamba foram presos.
🇻🇪 Venezuela (2017): Dois dias após a eleição da Assembleia Constituinte, Leopoldo López e Antonio Ledezma foram novamente detidos.
🇨🇲 Camarões (2019): Após contestar o resultado da eleição presidencial de 2018, Maurice Kamto foi preso em janeiro de 2019, depois de protestos contra o resultado.
🇿🇼 Zimbábue (2023): Após as eleições de agosto, integrantes da oposição foram detidos em meio a denúncias de intimidação e repressão política.
🇻🇪 Venezuela (2024): Dois dias após a eleição presidencial, Freddy Superlano foi preso. Em setembro, foi expedido um mandado de prisão contra Edmundo González, que deixou o país rumo à Espanha.
🇬🇪 Geórgia (2024–2025): Após as eleições parlamentares contestadas de outubro de 2024, dirigentes oposicionistas foram presos nos meses seguintes.
🇺🇬 Uganda (2026): Após a eleição presidencial de 15 de janeiro, o deputado oposicionista Muwanga Kivumbi foi preso. Bobi Wine denunciou uma incursão das forças de segurança em sua residência.
🇿🇲 Zâmbia (2026): No contexto das eleições de agosto, figuras da oposição foram detidas sob acusações de conspiração contra o Estado, contestadas por oposicionistas.
🇧🇩 Bangladesh (2014): No período das eleições parlamentares de janeiro, dirigentes e apoiadores da oposição foram presos em operações de repressão política, tanto antes quanto depois da votação.
Prisões de lideranças da oposição após eleições pelo mundo
🇧🇾 Belarus (2020): Após a reeleição contestada de Lukashenko, Maria Kolesnikova foi presa em setembro, enquanto Svetlana Tsikhanouskaya deixou o país sob pressão das autoridades.
🇷🇺 Rússia (2012): Um dia após a eleição presidencial, Alexei Navalny, Ilya Yashin e Sergei Udaltsov foram detidos durante protestos contra a vitória de Vladimir Putin.
🇦🇿 Azerbaijão (2003): No dia seguinte à eleição presidencial, dirigentes de partidos oposicionistas foram presos em meio à repressão que se seguiu à votação.
🇿🇲 Zâmbia (2016): Cerca de dois meses após a eleição presidencial contestada, Hakainde Hichilema e Geoffrey Mwamba foram presos.
🇻🇪 Venezuela (2017): Dois dias após a eleição da Assembleia Constituinte, Leopoldo López e Antonio Ledezma foram novamente detidos.
🇨🇲 Camarões (2019): Após contestar o resultado da eleição presidencial de 2018, Maurice Kamto foi preso em janeiro de 2019, depois de protestos contra o resultado.
🇿🇼 Zimbábue (2023): Após as eleições de agosto, integrantes da oposição foram detidos em meio a denúncias de intimidação e repressão política.
🇻🇪 Venezuela (2024): Dois dias após a eleição presidencial, Freddy Superlano foi preso. Em setembro, foi expedido um mandado de prisão contra Edmundo González, que deixou o país rumo à Espanha.
🇬🇪 Geórgia (2024–2025): Após as eleições parlamentares contestadas de outubro de 2024, dirigentes oposicionistas foram presos nos meses seguintes.
🇺🇬 Uganda (2026): Após a eleição presidencial de 15 de janeiro, o deputado oposicionista Muwanga Kivumbi foi preso. Bobi Wine denunciou uma incursão das forças de segurança em sua residência.
🇿🇲 Zâmbia (2026): No contexto das eleições de agosto, figuras da oposição foram detidas sob acusações de conspiração contra o Estado, contestadas por oposicionistas.
🇧🇩 Bangladesh (2014): No período das eleições parlamentares de janeiro, dirigentes e apoiadores da oposição foram presos em operações de repressão política, tanto antes quanto depois da votação.
1ª instância: Sergio Moro, 13ª Vara Federal de Curitiba (julho de 2017).
9 anos e 6 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
2ª instância: TRF-4, 8ª Turma (janeiro de 2018).
condenação por unanimidade e aumentou a pena para 12 anos e um mês.
3ª instância: STJ, Quinta Turma (abril de 2019).
Por 4 votos a zero, reduziu a pena para 8 anos, 10 meses e 20 dias
@Gremio2005@P_droMenezes Ninguém do STF condenou Lula. Pois Lula foi julgado em três instâncias e foi condenado em todas.
Ao chegar ao STF, o tribunal fez revisão de prisão em segunda instância, soltou o Lula, mudou o foro do Paraná para o DF (“descondenou”) e ainda deixou ele concorrer em 2022
@FelipeTadewald Presidência do Senado.
É a última chance de resistência. Estancaria as nomeação para o STF. E aprovaria ajuste fiscal e reformas impopulares para corroer apoio do governo pela população
Se entrar Alcolumbre, o país realmente acabou
Aqui o que os eleitores de certo candidato falavam para a vítima ao anunciar o assalto:
"É o seguinte, parceiro. Só manda o telefone para nós não te matar [sic]. Ae, Ticório. Fala para ele como que é o passinho. Só não deixa ele correr. Dá o telefone, vai. Vai, maluco. Está vendo a tropa, né? A tropa vai te pegar", disse um dos suspeitos.