@gabflx Tem muita coisa pra ser feita.
- Se acoplar às cadeias globais de produção
- Cortar crédito e outros subsídios
- Estabelecer metas e avaliações à politicas públicas
- Tratar o problema da segurança jurídica
Fora as coisas mais específicas
Estamos vivendo no tempo da metonímia?
A parte pelo todo, o simples pelo complexo.
Chamar carne de proteina, todo trabalho formal de CLT.
A simplificação e condensação são os imperativos do século?
BYD launches its first Brazilian-made plug-in hybrid flex-fuel car, capable of running on electricity, gasoline or ethanol, following a $19.5 million investment https://t.co/2ZI75uJfCa
Ao votar pela ampliação do benefício fiscal para compra de #veículos por pessoas com #TEA nível 1, Alexandre de Moraes afirmou que a medida não terá impacto fiscal relevante. Segundo o ministro, seriam cerca de 4 mil aquisições por ano. "Isso não vai acabar com a #indústriaautomobilística no país", disse.
É aquela parada, o maluco escreve merda em dois parágrafos cheios de opinião e se leva dez para responder.
Fora que a agitação e a disseminação dos erros já foram feitas.
Ao menos ainda existe gente com paciência para responder quem não nunca leu nada escrito em economia pós 1900
Há tantos erros conceituais nesse teu texto que dá até preguiça de corrigir, mas vamos lá:
1. Não há "Bolsa de Wall Street", talvez você quis dizer a Bolsa de NY, mas lá não se negocia commodities. A principal bolsa de Commodities é a CME em Chicago.
2. Quem opera o mercado de futuros de commodities são produtores, grandes consumidores (indústrias alimentícias, por exemplo), market makers e especuladores. Apenas os dois primeiros grupos levam o contrato até o vencimento. Eles operam os futuros para travar o preço e diminuir o risco de suas operações. Há literatura é clara e não há muita discussão de que isso é benefico para a economia.
Sobram os market makers e especuladores. Os market makers não apostam nos preços, só provem um serviço. Sobra o especulador, só tem um problema com a sua tese: para todo contrato "apostando" que o preço do arroz vai subir, esse mesmo contrato é uma aposta que o preço vai cair para outra pessoa. É simétrico, não há "bilionários apostando que o arroz vai subir". O volume (financeiro) de gente apostando que vai subir é exatamente o mesmo de gente apostando que vai cair.
3. Em contratos futuros, não há um valor esperado a ser atingido.
4. Essa história de queimar arroz não faz o menor sentido. Vamos dizer que os "bilionários" (bilionários não costuma operar mercados futuros, mas vamos fingir que sim pelo argumento) estejam apostando que o arroz vai subir, ou seja, compraram futuros. Quem vendeu os futuros? O produtor de arroz. Se o preço não subir, você diz que os bilionários vão queimar arroz para subir os preços, mas quem tem o arroz são os produtores. Se eles queimarem o arroz, eles vão ter um problema, já que eles já combinaram de entregar esse arroz, então seriam obrigados a comprar o arroz mais caro para poderem cumprir os contratos (baita tiro no pé).
Então não, o pão não tá mais caro pq os contratos futuros existem. Pelo contrário, os preços são mais estáveis e baixos (pela redução do risco) pela existência dos mercados futuros.
No fundo, eu sei que você sabe que o que você falou é mentira ou no mínimo nem se deu o trabalho de entender um pouco do assunto antes de falar, sei também que você não vai responder aqui e contra-argumentar e muito provavelmente vai continuar repetindo essa ladainha, mas alguém aqui, intelectualmente honesto, e sem conhecimento no assunto pode ler essa resposta e aprender alguma coisa.