Ontem recebi um convite para entrar na maçonaria, domingo retrasado do o padre alertou na missa que católicos não podem ser membros (eu havia esquecido) e hoje aparece esse vídeo
Coincidências 🌚
Sobre a indicação de Ministro para o STF, a lógica das indicações passou por uma atualização.
Por isso, no Lula 1 e Lula 2 era bem democrática, seja dialogando com as bases para entender quem seria pronto para o STF e contemplar diferentes locais.
Nordestino chamou o constitucionalista Ayres Britto, chamou o Eros Grau - um grande (apesar de ligado ao PSDB), o Peluzo (tido como criminalista, mas juiz de carreira) era ligado ao PMDB paulista, a Carmen Lúcia foi uma indicação com influência do Itamar Franco, o Lewandowski do João Paulo Cunha e do PT paulista, mas ligado ao PMBD paulista, o Joaquim Barbosa, com aval do Dirceu, vindo do MPF, Toffoli, vindo da AGU, meio que copiando o FHC com Gilmar e o Menezes Direito, um pedido do Nelson Jobim.
Ou seja, analisando os fatores, foram desde dispersar os locais e ouvir diferentes interlocutores, sempre com o aval do Marcio Thomaz Bastos.
Não era a política pela política a indicação. Era a política e o conhecimento jurídico + com a indicação via aliados.
Com a judicialização da política e a complexidade da década de 2010, com análise de que estas indicações (e as da Dilma) foram republicanas, com análises complexas no Mensalão, Impeachment e na eleição de 2018, além da clara análise do modus operandi do Temer e Bolsonaro, as indicações agora são mais próximas.
Não próximas politicamente, mas próximas de relacionamento e poder. Aí entrou o Zanin (não por ser de esquerda, o que não é, mas por ser próximo no momento mais difícil) e o Dino, um alinhamento histórico.
Diante disso, a indicação será de alguém extremamente próximo (Messias) ou que o STF exigiu (Pacheco). Isso foi o que se aprendeu das indicações do Lula 1 e 2 e Dilma 1 e 2.
Talvez, a mulher mais cotado seria a presidente do STM, por ser leal (mas timidamente, por não ter influência política na sua jurisdição).
Nessa análise, descarta-se ótimos nomes de mulheres com carreiras distantes de Brasília, do poder e da proximidade ao presidente.
A análise não é se é correto ou não este modus operandi. É como se "aprendeu" a lidar com indicações ao STF. Essa é a realidade de como se escolhe.
Se for isso, que seja logo indicado.