Isso não é um simples "erro". Esse suposto esquecimento do Jairzinho faz parte de um processo que já acontece há anos no futebol de clubes: a tendência de relegar o passado a algo secundário.
Já cansei de ler que "antigamente a Copa tinha só 16 seleções, então era mais fácil", que o futebol daquela época era inferior ou até que era "outro esporte". E a tendência é piorar.
As novas formas de comunicação sobre futebol vivem da lógica de que tudo precisa ser "histórico", "sem precedentes" e urgente. Nesse ambiente, só o agora parece importar. O passado vira algo a ser descartado.