Lula entrou com Dino (seu ministro), Zanin (seu advogado) e Toffoli (advogado do PT).
Alckmin entrou com Moraes (seu afilhado) e Mendes (seu correligionário).
Juntos fazem o que querem com a república.
A Globo é a cereja desse "estado democrático de dinheiro".
Método Foro de SP!
ATENÇÃO:
A filha do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, trabalha como estagiária no gabinete do ministro Gilmar Mendes, no Supremo Tribunal Federal (STF).
É assim que o sistema se mantém, com todos juntos e misturados.
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
🚨Se Zanin pode dar ordens à PF em processo alheio, nada impede que qualquer ministro determine a soltura dos réus do 8 de Janeiro e revogue as medidas impostas a Jair Bolsonaro.
Se ministros podem interferir livremente nos processos uns dos outros, tudo vale daqui para frente
P/quem tem tempo, recomendo MUITO este documentário sobre o crime de bioterrorismo da esquerda q destruiu a produção de cacau na Bahia e derrubou o Brasil da lista de maiores exportadores. O Nó é uma obra de arte, mas já aviso: é de arrebentar o coração
https://t.co/TbnzJ0rcFJ
O sujeito que subia em favela dominada pelo crime organizado sem escolta policial está aí tentando nos convencer que o PCC resolveu financiar o filme do cara que eles querem matar, cujos filhos ajudaram a classificá-los como organização terrorista.
Esse é outro sujeito que não tem a menor condição moral de continuar no STF.
Quando a Bahia era um gigante na produção de cacau, agentes da esquerda destruíram plantações com a praga biológica da vassoura-de-bruxa. Foi assim que o Brasil deixou de ser um dos maiores exportadores de cacau. A esquerda vem sabotando o Brasil há anos
https://t.co/X3Y2ipAezx