@JessiqueOfc@DamaDeFerroTV Como alguém pode ser tão idiota?!! Poderia ter pesquisado e chegado a conclusão que era melhor votar no 22 e ver seu país prosperar do que afundar de vez…
E isso tem consequências que vão muito além da sala de aula. Uma população sem uma boa formação encontra mais dificuldades para ingressar no mercado de trabalho, inovar, produzir riqueza e até compreender seus próprios direitos e deveres.
Eu me preocupo muito com o futuro dessa geração. Como podemos esperar um país desenvolvido se não oferecemos aos nossos jovens uma educação de qualidade? Estamos formando gerações com enormes deficiências de interpretação de texto, raciocínio lógico e pensamento crítico.
@skymoondxd@Sanji_VM3@sedrickjesus@eduardopaes Eu não escolheria nem Paes nem Ruas. Se pudesse, teria escolhido o desembargador Ricardo Couto, meu querido professor. E não pretendo ficar nessa discussão interminável sobre qual político é melhor ou pior. Não tenho político de estimação e não estou aqui para defender ninguém.
se falou tanto dos cortes nas universidades federais durante o governo Bolsonaro, mas pouco se comenta sobre as restrições orçamentárias que também ocorreram no governo Lula. Educação deveria ser cobrada com o mesmo rigor, independentemente de quem esteja na Presidência.
@Sanji_VM3@skymoondxd@sedrickjesus@eduardopaes Se eu pudesse, teria escolhido o Des. Ricardo Couto, meu querido professor, que já começou cortando a mamata de muita gente. Justamente o tipo de coisa que o governo Paes parece gostar de manter.
Essa última fraude foi tão escandalosa que se tornou óbvio até para um analfabeto, confirmando o que afirmo há mais de 15 anos: a adulteração ocorre na programação individual de cada urna, sem qualquer relação com um “algoritmo mágico do TSE” no dia da apuração.
Embora todos os Boletins de Urna (BUs) sejam públicos e qualquer pessoa possa somá-los para reconstruir o resultado divulgado pelo TSE, o vício antecede a soma e a própria apuração. Como cada urna registra os votos, processa o próprio resultado isoladamente e emite o seu respectivo BU, somar corretamente esses registros apenas reproduz, com exatidão, o resultado previamente adulterado na PROGRAMAÇÃO INDIVIDUAL DE CADA URNA, antes mesmo de a votação começar.
A concordância entre o BU e o Registro Digital do Voto (RDV) tampouco prova a ausência de fraude, pois essa conferência limita-se a comparar dois arquivos digitais gerados pelo mesmo equipamento. A falha estrutural do sistema reside na inexistência de um registro físico individual, conferido pelo próprio eleitor e depositado separadamente, que permita uma recontagem autônoma e independente do software.
Sem esse lastro físico, nada impede que cada urna opere com uma programação individual baseada em uma equação direta de transferência: o registro final de Bolsonaro equivale aos votos digitados menos o desvio, enquanto o registro de Lula equivale aos seus votos digitados somados ao desvio retirado de Bolsonaro e ao desvio dos votos brancos e nulos.
Para definir o resultado da eleição, basta calibrar a proporção desse desvio por região, utilizando pesquisas de opinião verdadeiras como parâmetro para referendar a fraude e manter a aparência de plausibilidade. No interior do Nordeste, por exemplo, em cidades selecionadas onde a maioria absoluta já é petista, aplica-se um desvio agressivo: a cada 10 votos em Bolsonaro, 4 vão para Lula (proporção de 4/10 ou 40%, registrando-se 6 para Bolsonaro e somando-se 4 para Lula), ou, a cada 3 votos em branco e/ou nulos, estes também são revertidos para Lula. Já em estados como Santa Catarina, onde não faria sentido retirar 40% dos votos de Bolsonaro, subtrai-se apenas 10%; assim, em cidades selecionadas do Sul e do Sudeste, sob a mesma regra, a cada 10 votos para Bolsonaro, 1 vai para Lula (proporção de 1/10 ou 10%, registrando-se 9 para Bolsonaro e somando-se 1 para Lula). Em outras seções, aplica-se a mesma equação em qualquer escala: a cada 5 votos para Bolsonaro, 1 vai para Lula (1/5 ou 20%); a cada 20 para Bolsonaro, 2 vão para Lula (2/20 ou 10%); ou, a cada 5 votos brancos e/ou nulos, 2 vão para Lula (2/5 ou 40%).
Os votos proporcionais, por sua vez, permanecem intocados por estrita cautela operacional: como a eleição de deputados envolve uma quantidade menor de votos por candidato, a manipulação seria facilmente perceptível, e um simples erro de calibragem desnudaria toda a fraude.
Sem essa manipulação, o histórico real das eleições é inequívoco: Aécio venceu em 2014, enquanto Bolsonaro, em 2018, e Flávio, em 2026, foram ambos eleitos já no primeiro turno. Mesmo no Nordeste, onde o PT de fato detém a maioria, a ausência de fraude reduziria os 80% registrados para um patamar real de provavelmente 60%, nas cidades do interior. Nas maiores cidades do Nordeste, o PT perderia ou empataria.
@camscat_s2@chicolistrado@Jomar_Falcao E quem disse q sou contra investigar o Flávio? Que investiguem todos! Mas você sabe que comprar imóveis com dinheiro vivo não é crime, certo? É preciso comprovar a origem ilícita dos recursos, mas até agora nada..
@anaa_peichim@chicolistrado@Jomar_Falcao Vocês são contra os empresários, que geram empregos, produzem riqueza e movimentam a economia. parecem esquecer que, sem investimentos e geração de riqueza, não existe desenvolvimento econômico sustentável.