Que inveja da Argentina.
Os hermanos têm um gênio, que veste a camisa com raça e amor, e carrega o time rumo às glórias.
- Perdeu o pênalti? Não importa, o jogo não acabou.
- Perdendo de 2 a 0? Não importa, o jogo não acabou.
Enquanto ele veste a camisa do seu país, ele se entrega. E entrega.
Entregou mais um gol, uma assistência e uma classificação histórica, que será lembrada eternamente.
Resta reverenciar. Resta admitir. Resta aceitar.
A Argentina tem um gênio absolutamente gigantesco.
Lionel Messi: graças a Deus eu vi jogar.
Novak Djokovic sobre João Fonseca na coletiva de imprensa:
"Eu o parabenizei e disse que ele mereceu vencer. Eu o parabenizei por ter feito uma partida impressionante e ele deve sentir orgulho disso.
O nível de tênis que já o vimos jogar gerou muito hype em torno dele, e acho que todos vimos hoje o motivo desse hype.
O nível foi incrível."
“Você me ligou no hospital quando tomei o tiro”
Não é só futebol!
Olha só esses reencontros que aconteceram lá em São Paulo. Ceni fez questão de atender todo mundo ao final da sua coletiva. Fera demais!
Que Lionel Messi elevaria o nível da MLS, todos sabíamos. O que ainda surpreende é a escala do impacto.
Nem as projeções mais otimistas previam as estatísticas absurdas que ele acumula em dois anos e meio de Inter Miami.
Nesta temporada, conduziu a equipe ao inédito título da MLS, após a queda nos playoffs no ano passado. E, pelo segundo ano consecutivo, venceu o prêmio de MVP da liga. Entra assim para um grupo reservado apenas a atletas que dominaram as ligas profissionais dos EUA em anos seguidos.
Para citar apenas alguns nomes históricos: Michael Jordan, Larry Bird, Magic Johnson, Bill Russell e LeBron James (NBA); Jim Brown, Brett Favre, Peyton Manning e Aaron Rodgers (NFL); Barry Bonds, Aaron Judge e Shohei Ohtani (MLB); Wayne Gretzky e Alex Ovechkin (NHL). E mais recentes também como A’ja Wilson (WNBA) e Temwa Chawinga (NWSL).
Pelo Inter Miami, somando todas as competições, Messi registra 77 gols e 55 assistências em 88 partidas - média impressionante de 1,5 participações diretas em gol por jogo. Mesmo esses números superam o projetado pelos modelos da Opta Sports: xG de 54,04 e xA de 34,81. Ele entrega, portanto, mais do que os dados consideravam possível.
O impacto foi imediato em 2023, com nove gols nas seis primeiras partidas e o primeiro título da história do clube, a Leagues Cup. Em 2024 a evolução se consolidou: melhor campanha na temporada regular e o troféu Supporters’ Shield. Agora, a coroação com a MLS Cup.
Aos 38 anos, Messi mantém desempenho de elite em uma das ligas mais fortes das Américas. E é inevitável imaginar quais seriam seus números hoje se ainda estivesse em uma das grandes ligas europeias.
De qualquer forma, dentro de seis meses, certamente o veremos vestir novamente a camisa da Argentina em mais uma Copa do Mundo.
Tinha de terminar assim, com uma assistência mágica de Lionel Messi! O Inter Miami é campeão da MLS pela primeira vez em sua curta história!
Um título no último jogo oficial das carreiras de Jordi Alba e Sergio Busquets.