O TIRIRICA custa por ano: 3 milhões duzentos e quarenta mil.
Está como deputado há 15 anos
= +- 45 a 48 milhões de reais PARA OS COFRES PÚBLICOS
E o que ele fez nestes 15 anos?
Assista 👇🏼
Boa tarde, o vento de hoje afundou o barco de um Pescador, o Joel aqui de Ilhabela
Ele morava no barco e vive da pesca.. perdeu tudo que tinha quem puder ajudar segue o PIX dele 12996492008.
Precisa muito da ajuda de todos.
Não tem recursos para tirar o barco do fundo.
Obrigado
O típico esquerdista intolerante: acusa o adversário exatamente daquilo que pratica.
Nando Reis, ao canal UOL nesta quarta, diz que perdeu shows por causa da própria posição política. "Me f*di muito."
E completa:
"Eu consigo compreender pensamentos distintos. O que eu não consigo compreender é essa intolerância da convivência de pensamentos distintos e essa tendência de querer ser opressor e calar, querer impor."
Pois bem. Teste de realidade.
Quem no Brasil teve o perfil derrubado por ordem judicial? Quem responde a processo por opinião? Quem está preso, inelegível ou no exílio?
Não foi o Nando Reis, nem nenhum dos comunistinhas que gritam palavra de ordem em cima do palco e descem sem nenhuma consequência.
Foram os opositores do regime.
Repare no tamanho da trag��dia dele: contratante que decidiu não contratar. Público que decidiu não assistir. Isso não é censura, é gente livre escolhendo com quem gasta o próprio dinheiro. O oposto exato do que ele aplaudiu quando o alvo era a direita.
Ele perdeu cachê. O adversário do regime perde o direito de falar, perde passaporte, a empresa, o mandato e a liberdade.
Chamar a primeira coisa de opressão, calado sobre a segunda, não é ingenuidade. É cumplicidade.
Se f*deu foi pouco.
O MBL é responsável direto pela destruição do Brasil. Em 2022, fizeram campanha pelo Lula, mascarada de isentismo.
Eles operam como mais um instrumento do establishment para impedir qualquer oposição real.
Eles operam pelo poder e mais nada.
NÃO. O MBL NÃO É UMA OPÇÃO À DIREITA.
Sei que, dentre os seguidores de meus perfis nas redes sociais, há alguns (felizmente poucos) entusiastas da candidatura do líder do MBL.
Os mais jovens, sobretudo, o veem como uma mudança, uma nova política. É natural para quem está iniciando o contato com esse meio.
A questão é que alguns vêm tentando apresentá-lo a mim como opção. E, para estes, perdoem-me a franqueza, apenas parem de perder tempo.
Diferentemente de uma juventude ingênua, já passei dos 50 anos e acompanho política há mais de 30, tempo suficiente para saber que nela é melhor ter inimigos declarados do que falsos aliados. E o MBL para a direita não passa disso.
Seu propósito é apenas reeditar o "teatro das tesouras" entre a esquerda marxista e a fabiana, a do PSDB, justamente o que rende ao movimento a alcunha de "PSDB kids".
Os fatos falam por si. Alinhamento à absurda repressão pandêmica, apoio à censura e perseguição de adversários, traição a quem exploraram politicamente etc. Tudo exatamente do mesmo jeito que a turma de João Doria et caterva - e isso sem falar no turismo exploratório sexual às vitimas da guerra na Ucrânia.
Portanto, deixando muito claro, não existe a mais ínfima possibilidade de conferir um voto meu ao MBL, seja lá quem forem o candidato ou o adversário, da exata mesma forma que jamais votei ou votarei no PT.
E tenho certeza que qualquer jovem de direita que hoje cogite isso um dia também vai crescer o suficiente para identificar o tamanho do erro e se envergonhar dele.
Sigamos.
[FR]'s
Se a Ortobom terá de pagar R$ 300 mil por não ter mulheres em cargos de gerência, preciso concluir que a escolha de quem manda na empresa é do Estado. Se é o Estado, a empresa não é privada.
E há quem diga que é coisa de maluco enxergar risco de socialismo no Brasil atual.
Semana passada recebi um casal de médicos (perto de 50 anos de idade), para uma mentoria. Eles têm 3 filhos.
E talvez tenha sido uma das conversas mais interessantes que já tive.
Eles chegaram dizendo:
“A gente tem medo de estar gastando demais.”
Comecei a levantar os números.
Patrimônio financeiro: R$ 14,6 milhões.
Rendimento médio desse patrimônio: cerca de R$ 140 mil por mês.
Além disso, uma renda ativa de aproximadamente R$ 150 mil líquidos por mês, com tendência clara de crescimento.
Na prática, eles geram hoje perto de R$ 290 mil por mês (contando as duas fontes)
Perguntei quanto gastavam.
Achei que ouviria R$ 100 mil, R$ 120 mil…
A resposta foi:
“Uns R$ 60 mil por mês.”
São bem organizados.
Quando aparecia uma viagem internacional, o gasto aumentava.
Mas mesmo assim a média anual dificilmente passaria de R$ 90 mil por mês.
A conversa tomou um rumo curioso.
Ele contou que sonhava em trocar de carro e comprar um modelo mais confortável para viajar com a esposa e os filhos.
Não era uma Ferrari, nem um carro de luxo extravagante.
Era apenas um carro que deixaria as viagens em família mais agradáveis.
Mesmo assim, vinha adiando a decisão havia meses por medo de estar “fazendo besteira”.
Enquanto isso, o patrimônio dele havia crescido R$ 3,2 milhões nos últimos 12 meses, mesmo depois de todos os gastos da família.
Então peguei uma folha e escrevi dois cenários.
Cenário 1
Continuar vivendo quase da mesma forma.
Economizar em pequenas decisões.
Segurar viagens.
Adiar algumas experiências.
Chegar em dez anos com um patrimônio próximo a
R$ 80 milhões.
Cenário 2
Continuar sendo responsável.
Mas parar de sentir culpa por gastar.
Fazer 2 viagens internacionais por ano.
Comprar o carro que realmente vai deixar as viagens em família mais confortáveis.
Não perder tempo escolhendo o café R$ 20 mais barato.
Levar os filhos para viver experiências inesquecíveis.
E chegar em dez anos com…
R$ 50 milhões.
Olhei para eles e perguntei:
“Quando vocês tiverem 60 anos e olharem para trás, qual arrependimento é mais provável?”
Ter R$ 50 milhões em vez de R$ 80 milhões?
Ou perceber que deixaram de viver experiências que nunca mais voltam?
Tem que ver a cara deles...
Nós passamos boa parte da vida aprendendo a acumular patrimônio.
Mas existe uma fase em que o aprendizado muda.
Você precisa aprender a usufruir.
Dinheiro não é um placar.
Não ganha quem morre com o maior número na conta.
Ganha quem consegue transformar esse número em tranquilidade, liberdade e memórias com quem ama.
Porque, sinceramente?
Eu nunca conheci alguém que, aos 80 anos, tenha dito:
“Meu maior arrependimento foi não ter chegado a R$ 80 milhões.”
Mas já conheci muita gente que se arrependeu de não ter viajado mais, de não ter aproveitado mais os filhos pequenos e de ter esperado o “momento perfeito” para viver.
E talvez essa seja a reflexão mais difícil da educação financeira:
há pessoas que precisam aprender a economizar.
E há pessoas que precisam aprender que já podem viver um pouco mais.
Desde que assumiu em 2019, Sâmia Bonfim recebeu:
R$ 3.219.922,15 de salário
R$ 12.867.867,14 de cota parlamentar + verba de gabinete
Tudo isso para bancar uma atividade legislativa patética.
E acha que tem moral para criticar Romeu Zema pelo reajuste no Executivo mineiro, congelado desde 2007 e que baliza o salário dos secretários.
Um secretário de Estado em MG, mesmo após o reajuste e tendo que cuidar de 22 milhões de pessoas, ainda ganha menos que Sâmia, cuja utilidade é votar pró-bandido. Zema, a propósito, doou todo o salário.
É o poste mijando no cachorro.
Eu contei aqui que meu pai começou a vida pobre e chegou à classe média por seu próprio esforço.
Algumas pessoas comentaram que “eram outros tempos”, insinuando que eram tempos mais fáceis.
Então.
Durante sua vida meu pai viu a grande depressão de 1929, a Revolução de 1930, a guerra civil em São Paulo em 1932, o golpe do estado Novo em 1937, a Segunda Guerra Mundial, o retorno de Getúlio em 1951, o suicídio de Getúlio, a Revolução de 1964, terrorismo urbano, guerrilha, choque do petróleo em 1973 e a “década perdida” de 1980.
Meu pai viu a moeda mudar 8 vezes, viu inflação de 80 por cento ao mês, viu os planos Cruzado, Bresser e Verão e finalmente teve seu dinheiro bloqueado pelo confisco da poupança imposto por Collor.
“Outros tempos” sim.
Tempos de homens fortes.
A esquerda prefere patrulhar a fala de quem quer dar oportunidade aos jovens em vez de patrulhar as ruas dominadas pelo crime.
Notificam quem defende trabalho, mas passam pano pra facção recrutando adolescente pro tráfico.
Quero sim que o jovem tenha oportunidade de ajudar a sua família e desenvolver valores e habilidades desde os 14 anos. O que hoje só é possível na informalidade do jeito que o Jovem Aprendiz está.
Quem vive de rua, e não de discurso, sabe muito bem disso.