After four years full of challenges and hard work, it's time to move on.
I leave with the feeling that the mission is complete. 4 seasons, 3 championships.
I will never forget the love I received from the fans from my very first days.
Catalonia is my place on earth.
Thank you to everyone I met along the way during these beautiful four years.
A special thank you to President Laporta for giving me the chance to live the most incredible chapter of my career.
Barça is back where it belongs.
Visca el Barça. Visca Catalunya 💙❤️
@fcbarcelona
Barcelona recebe a licença 1C da prefeitura e vai poder abrir a arquibancada norte atrás do gol. O Camp Nou passa a ter capacidade de 62 mil lugares já para o jogo contra o Sevilha.
🎙️Hansi Flick:
"QUE BAGUNÇA! A arbitragem na La Liga é uma BAGUNÇA!
Para mim, eu vi aquele impedimento, e NÃO HÁ IMPEDIMENTO. Eles levaram o quê? 7 minutos para checar isso? Estavam tentando encontrar algo para anular.
Também não houve comunicação clara, não entendemos nada!"
@ArchivoVAR As Cubarsi is behind the ball, when Lewandowski touching it, it can not be an offside situation. The frame on the VAR-photo is a joke. Tuis semi-auto system is horrible… 🤦🏻♂️🚨
🚨🎙 | @enricjove (SPORT) sobre a atmosfera do Barcelona e o distanciamento entre clube e torcedores:
“O Camp Nou nunca foi como a La Bombonera ou o De Kuip, e seus torcedores nunca se pareceram com a Muralha Amarela do Signal Iduna Park — onde 25 mil fãs, em pé, empurram o time até o limite.
Barcelona sempre foi marcado pelo ‘torcedor observador’, aquele que murmura nas primeiras trocas de passe, critica a equipe a cada erro e abandona o estádio cinco ou dez minutos antes do fim.
Ainda assim, poucos estádios no mundo intimidam como o Camp Nou quando cem mil vozes cantam, quase em uníssono, o hino do Barça na entrada dos jogadores.
Hoje, Montjuïc parece mais um museu aberto apenas nos dias de jogo. Transformamos o matchday em uma experiência de prestígio para o turista estrangeiro, que, aos poucos, substituiu o verdadeiro torcedor — o que sente o clube como uma extensão de si mesmo.
O futebol virou um produto de luxo, vendido ao maior lance.
O Barça joga num estádio lotado, mas vazio: cheio de turistas, celulares erguidos e camisas novas; vazio de alma, de identidade, de paixão.
O resultado é um ambiente quase silencioso, sem os cânticos que antes moviam o time.
A responsabilidade é da diretoria, que administrou o estádio e a torcida com mentalidade comercial, esquecendo o vínculo emocional que dizia defender.
Na busca por lucro em cada assento e minuto de jogo, o clube perdeu o que o tornava único: seus sócios.
Sem torcedores, não há epopeia; sem paixão, não há identidade; e sem barulho, não há futebol.
Enquanto outros clubes europeus fortaleceram o laço com suas torcidas, o Barcelona deixou seu estádio virar uma fachada silenciosa.
Em Dortmund, há paixão.
Em Anfield, há união.
Em Montjuïc, hoje, só resta o eco.
Reacender essa chama não é questão de marketing, mas de ética e sobrevivência competitiva.
Um clube que já foi ‘mais que um clube’ não pode se tornar um parque temático do futebol.
A missão não é vender ingressos — é restaurar o sentimento de pertencimento e o orgulho de ser Barça.”