Foi muito gratificante visitar Sergipe e ser surpreendido pelos versos do jovem cordelista Pedro Gustavo, da pequena cidade de Amparo.
Um talento nato, que enche de orgulho sua terra e representa a força da nossa cultura popular. O Nordeste é muito rico. E sua maior riqueza é o seu povo.
🎥 @ricardostuckert
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
🚨 PRA NÃO ESQUECER! Veja exatamente quais foram os 19 SERES que votaram CONTRA o fim da escala 6x1 na Câmara:
Kim Kataguiri (Missão-SP);
Adriana Ventura (Novo-SP);
Bibo Nunes (PL-RS);
Carlos Chiodini (MDB-SC);
Caroline de Toni (PL-SC);
Daniel Freitas (PL-SC);
Daniela Reinehr (PL-SC);
Fabio Schiochet (União Brasil-SC);
Gilson Marques (Novo-SC);
Julia Zanatta (PL-SC);
Lucas Redecker (PSD-RS);
Marcel van Hattem (Novo-RS);
Mauricio Marcon (PL-RS);
Nicoletti (PL-RR);
Pezenti (MDB-SC);
Ricardo Guidi (PL-SC);
Ricardo Salles (Novo-SP);
Rosangela Moro (PL-SP);
Sérgio Turra (PP-RS).
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
🚨 Deputados que votaram contra a PEC do fim da escala 6x1:
• Gilson Marques
• Maurício Marcon
• Osmar Terra
• Julia Zanatta
Vocês já sabem o que fazer nas urnas.
#VPRSLZ . Bailão rendeu. Há quase um ano não olhava o ☀️ nascer. Só digo uma coisa: se não me lembro não fiz. Essa #beats é Mayhem amo.
OBS: ausente de bebida até o próximo convite. 😂