Esse lance é a definição da Neymar-dependência. Endrick rouba a bola dentro da área e arranca em contra-ataque. Neymar não corre para acompanhar a jogada; apenas exige a bola. Endrick então abandona o espaço que tinha para avançar porque, com Neymar em campo, toda jogada precisa passar por ele. Se o Endrick decide disparar no contra-ataque sozinho, amanhã o menino Ney vai patrocinar matérias dizendo que o garoto não tem displicina tática.
A bola chega no Neymar, mas o físico já não acompanha a centralização do jogo. O contra-ataque que nasceu rápido morre lento. É o retrato de uma Seleção que troca velocidade e profundidade pela obrigação de alimentar um jogador que já não entrega nada.
08h58. A Globo está exibindo uma matéria em tom indignado sobre os carrinhos de mercado furtados por moradores de rua.
"O prejuízo desses furtos é mais de 3 milhões de reais".
MORADOR DE RUA FURTAR CARRINHO DE MERCADO CAUSA MAIS COMOÇÃO DO QUE EXISTIR MORADOR DE RUA.
Bom dia!
Depois de me ferrar tanto em relacionamento, ao aparecer alguem fazendo o mínimo (atenção, cuidado e carinho) ja dá um medo enorme. Mas como sempre, vamos focar no positivo.
In the 1800s, doctors had no stethoscopes.They'd press their ears against a woman's chest, even touch her breasts just to hear her heartbeat.
But one man... didn't.
When a woman came to him, he rolled up a sheet of paper into a tube and listened to her heartbeat without touching.That small act of respect changed medical history because empathy created invention.
That man was Dr René Laënnec, the inventor of the stethoscope
This story is proof that sometimes, The most revolutionary thing a man can do... is respect a woman's comfort.
O que fazer com seu livre arbítrio?
Fazer o que te faz feliz ao menos uma vez por dia, já ouvi dizer que dá certinho.
Vou seguir esse conselho e é isso.
Guinness era um gato preto que vivia em um apartamento no 30º andar de um arranha-céu em Londres.
Era um gato de dentro de casa e nunca saía para a rua. Ainda assim, tinha um melhor amigo: um limpador de janelas chamado Stephen.
Todas as terças-feiras, Stephen descia em sua plataforma pelo lado do prédio. Quando chegava ao 30º andar, Guinness já estava esperando. O gato perseguia a escova de Stephen através do vidro, batia na janela, pulava e girava. Stephen entrava na brincadeira: fazia caretas e desenhava carinhas sorridentes na espuma do sabão para o gato. Eles brincavam por dez minutos, uma vez por semana. Era o momento mais especial para os dois.
Então, em uma terça-feira, Stephen não apareceu. Guinness esperou na janela. Miava. Andava de um lado para o outro. Outro limpador de janelas desceu pela fachada. Guinness correu até o vidro, mas o novo homem o ignorou e continuou trabalhando. Com a cauda baixa, Guinness foi embora.
Stephen não voltou por seis meses. Ele estava gravemente doente, internado no hospital, lutando contra uma infecção séria. Quando finalmente se recuperou, voltou ao trabalho. Ainda fraco, só pensava em uma coisa: rever o amigo.
Desceu a plataforma, nervoso.
Será que o gato vai se lembrar de mim? Será que eles se mudaram?
Ao chegar ao 30º andar, Guinness dormia no sofá. Stephen bateu suavemente no vidro. A cabeça de Guinness se levantou de repente. Ele viu Stephen.
O gato se atirou contra a janela. Miava tão alto que Stephen conseguia ouvi-lo através do vidro grosso. Esfregava o rostinho no vidro, ronronando. Stephen começou a chorar em sua plataforma, a 30 andares de altura. Ele encostou a mão no vidro. Guinness pressionou a patinha contra a mão de Stephen.
O dono do gato tirou uma foto. Ela se tornou viral.
A imagem mostrava que a amizade não conhece barreiras, nem mesmo uma placa de vidro a quase 100 metros do chão.
A emocionante reunião de Stephen e Guinness prova que laços verdadeiros resistem ao tempo, à distância e a qualquer obstáculo.