⚠️ATENÇÃO BOOKTWITTER⚠️
eu fiz um drive de epubs
tá todo organizadinho
vermelho - sagas (46 sagas)
azul - livros únicos (82)
verde - trilogias (31)
roxo - duologias (5)
marrom - livros em inglês
quem quiser o link me manda msg na dm que eu mando
》》rt p divulgar pf《《
Maria Luiza, filha de Daniele, uma mãe solo, emocionou o Brasil ao explicar o porquê sua mãe não viu sua homenagem de Dia das Mães.
E essa é a realidade em milhões de lares no Brasil.
Mães precisam trabalhar exaustivamente para criar seus filhos. Muitas vezes, na escala 6x1.
Mães precisam deixar de ver seus filhos crescerem para que seus filhos tenham as condições para crescer. Para que tenham comida na mesa e um teto sobre sua cabeça.
E a escala semanal de trabalho dessas mães, na verdade, não é nem a 6x1. É 14x0, é 21x0.
Essas mães fazem caber dois, três dias de trabalho, onde só há horas para um. Trabalham fora a semana toda pelo salário, e trabalham dentro de casa ininterruptamente nas funções de cuidado.
Quando finalmente chega o dia da "folga", não há tempo pra folga. Só há tempo para lavar a roupa, para fazer as compras, para pagar as contas, para cozinhar as marmitas e ajeitar tudo que podem para que, por mais uma semana, elas sobrevivam e seus filhos cresçam.
Isso é, sim, um elogio à força, à resiliência e aos milagres que as mães solo do nosso país operam todos os dias. Mas não podemos romantizar essa exaustão e aplaudir essa exploração.
São mulheres que estão trabalhando o dobro, o triplo, sem descanso algum enquanto exercem a maternidade. Enquanto tornam possível a própria continuidade da humanidade.
E a luta pelo fim da escala 6x1 é, também, para que as mães solo tenham mais tempo com seus filhos e os filhos tenham mais tempo com as suas mães.
Mas também é para que as mães solo do Brasil tenham mais tempo para si. Para que as mães solo do Brasil tenham tempo pro lazer, pra cultura, pra educação, pra sua religiosidade, pro ócio, pro descanso ou prum date.
O que nós, que lutamos pelo FIM da escala 6x1, queremos é que as mães possam estar presentes na vida de seus filhos, e que elas não sejam obrigadas a deixar de lado o próprio presente em nome do futuro de todo o país.
Tem muita gente de fora opinando sobre a greve dos estudantes sem saber a realidade que nós alunos, principalmente alunos de baixa renda e de outros Estados, estamos vivendo no dia a dia dentro da universidade. O teto do meu banheiro já estava assim desde quando cheguei +
👩🏽🎓 TODO APOIO AOS ESTUDANTES DA USP
Acabo de oficiar a reitoria da USP, requerendo a reabertura das negociações com os estudantes que estão protestando e a garantia da integridade física de todos eles.
O protesto é legítimo, e os problemas apontados pelos estudantes são graves.
Não é aceitável que estudantes de baixa renda, vindas e vindos do interior paulista ou de outros estados, sejam colocados em moradias inadequadas e inseguras.
Não é aceitável que, com um orçamento anual de 10 BILHÕES de reais, a Universidade diga não ter condições para reajustar os valores do Programa de Apoio à Formação e Permanência Estudantil, voltados para estudantes em VULNERABILIDADE.
Não é aceitável que o serviço dos Restaurantes Universitários seja, ano após ano, sucateado. Estar bem alimentado é um requisito mínimo para se estudar. Para fazer pesquisa e ciência.
É isso que os estudantes estão dizendo, e é o MÍNIMO o que eles estão pedindo. Mas, infelizmente, a reitoria optou por tapar seus ouvidos e cercá-los com a polícia.
Isso não pode ser a atitude de quem comanda a melhor universidade da América Latina. Isso não pode ser a atitude de qualquer gestor da educação em um país que tem o direito à dignidade humana como pilar principal de sua Constituição.
O povo pagou pela construção da USP e paga, todos os dias, pelo seu funcionamento. Por que, quando os filhos do povo finalmente conseguem acessar esse espaço, seu reitor tenta trancar suas portas e cercá-los com a polícia?