Off topic: É bizarro como o “agro” brasileiro, quando tenta construir uma identidade cultural própria, precisa importar até o imaginário de como um homem do campo deve se vestir. Tudo parece uma cópia do country americano.
E o mais irônico é que isso não representa EM NADA a cultura caipira que existia no Brasil. Da moda de viola, os modos de vestir, os símbolos do interior são substituídos por uma estética americana (texana aliás) vendida como se fosse a própria identidade do campo brasileiro.
No fim, até quando o agro tenta afirmar “orgulho de ser brasileiro”, ele recorre a um imaginário importado. É a expressão cultural de um país que, mesmo tentando se afirmar como potência agropecuária, continua reproduzindo simbolicamente os modelos produzidos pelo centro do capitalismo.
Enfim, país de contenda