Não estamos aqui porque somos livres, mas porque não somos. Não há como fugir da razão, como negar o propósito, pois, como ambos sabemos, sem propósito, não existiríamos. Foi o propósito que nos criou.
O que está acontecendo no Irã é a prova de que, quando a opressão ultrapassa todos os limites, o medo deixa de governar.
O povo foi às ruas consciente do preço. Sabendo que iria ocorrer prisões, tortura, mortes. Mesmo assim, não recuou. Porque viver sem liberdade já era uma forma de morte diária.
Homens e mulheres enfrentam um regime ditatorial, teocrático, que usa a fé como instrumento de controle e violência. Ainda assim, continuam resistindo, clamando pela queda do governo e orando por socorro internacional de Israel, dos Estados Unidos ou de qualquer nação que tenha coragem de enfrentar a tirania.
A história mostra que regimes caem quando o povo perde o medo.
E quando isso acontece, nenhuma força é capaz de conter para sempre o grito por liberdade.
Existem países na América do Sul que já começam a dar sinais preocupantes. Quando opiniões viram crimes, quando a lei deixa de ser igual para todos e quando o medo substitui o debate, a democracia já está ferida. Os povos que perderam a liberdade quase sempre pensaram, no início, que “aqui isso não chega”.
Chega! se não houver resistência consciente, pacífica e firme.
@USAemPortugues@SecRubio@SecRubio Our homeland, with more than 230 million people, is rapidly heading toward a destiny similar to Venezuela. Freedom is our primary issue. This trade partnership would be much more interesting for both sides if we had a clean system.
Se vergonha levantasse defunto, o país estaria assim.
Antepassados bravos que outrora tivemos sentindo uma profunda vontade de martelar os próprios ovos.