Professora/pesquisadora - racismo e desigualdade em saúde/Fiocruz. Paraense no Rio há quase 30 anos. Remista e Botafoguense. Não aturo elitismo da branquitude!
Fruto de esforço que não foi só meu. Agradeço a todas e todos que me ajudaram a trilhar esse caminho. “E aprendi que se depende sempre De tanta, muita, diferente gente Toda pessoa sempre é as marcas das lições diárias de outras tantas pessoas.” Gonzaguinha
A doméstica ficou 55 anos trabalhando sem salário. A família foi condenada a pagar R$ 50 mil e uma casa avaliada em R$ 150 mil como indenização.
Na prática, ter um escravo no Brasil custa cerca de R$ 300 por mês.
Engraçado que a tarifa de ônibus sobe religiosamente todo ano, mas agora vão querer colocar na conta do fim da escala 6x1. Todo dia um malabarismo diferente pra não dar dignidade ao trabalhador.
1 minuto e 42 segundos. Foi nesse tempo que o Senado aprovou um projeto que pode obrigar crianças estupradas a serem mães.
Esse mesmo Senado quer atrasar o fim da escala 6x1.
Precisamos ampliar a pressão contra os inimigos do povo! Criança não é mãe! Fim da escala 6x1 já!
Dizer que o Pix gera concorrência desleal é como acusar o SUS de atrapalhar os planos de saúde, a educação pública de incomodar os grupos privados, o INSS de concorrer com os fundos de previdência e a moeda estatal de ameaçar os negócios das criptomoedas.
O novo tarifaço americano, resultado das articulações de Eduardo Bolsonaro nos EUA contra o Brasil, tem como uma das principais justificativas que políticas brasileiras favorecem empresas nacionais de pagamento eletrônico em detrimento de concorrentes americanas - leia-se o PIX. O Brasil não pode e não vai ceder nada no Pix para as empresas americanas ficarem cobrando as taxas caríssimas dos cartões. O PIX é nosso, veio pra ficar e vamos defender essa conquista para o povo brasileiro.
É criminoso o que os Bolsonaros fazem contra o Brasil. Traidores da pátria, do povo brasileiro.
Tarcísio e Flávio Bolsonaro já apoiaram o tarifaço dos EUA contra o Brasil para tentar proteger Bolsonaro. Agora, apoiam uma decisão que pretende criar uma relação de subserviência do Brasil diante dos Estados Unidos.
Quando o combate ao crime organizado é tratado como segurança pública, Brasil e EUA cooperam de igual para igual. Mas, se os EUA tratam isso como tema de segurança nacional deles, podem exigir dados do Brasil sem ter a mesma obrigação de compartilhar informações conosco. Isso enfraquece nossa soberania e atrapalha o combate ao crime.
Eu acho um escândalo o Tarcísio e o Flávio aceitarem esse tipo de hierarquia. Eles não podem ver o Trump que já começam a beijar a mão. O Lula foi lá, apertou a mão do Trump, e eles vão lá e beijam a mão do Trump. Esse tipo de atitude desmerece o país.
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
Pela primeira vez na história, o Brasil alcança o patamar mais elevado do Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM). O IDHM avalia o bem-estar de uma população numa escala que varia de 0 a 1. Um país é classificado no patamar de Muito Alto Desenvolvimento Humano quando seu índice atinge ou supera 0,800. E foi esta a barreira que ultrapassamos. Chegamos a 0,805 em 2024.
Os dados são do Radar IDHM, divulgados nesta terça pelo PNUD (órgão da ONU), IBGE e Fundação João Pinheiro. Um resultado que não é coincidência, mas reflexo de escolhas políticas consistentes e coordenadas, com impacto direto nos indicadores de educação, longevidade e renda mapeados pelo IDHM. O maior destaque no período foi a educação, que saltou de 0,679 para 0,798 desde 2012.
Outro avanço significativo veio na redução da desigualdade racial: o IDHM da população negra cresceu 10,3% entre 2012 e 2024, quase o dobro da população branca (5,5%), que partia de patamar mais alto. Merece destaque também o aumento dos níveis de desenvolvimento nos estados do Norte e Nordeste, com crescimento relativo acima da média nacional.
Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente, com desigualdades regionais, de gênero e de raça que precisam ser superadas. O resultado já alcançado mostra que estamos no caminho certo.
Posso falar?
Fui uma criança assistida pelo Bolsa Família.
É muito fácil enxergar o programa como 'dependência' quando se olha o Brasil de dentro de um jatinho, ignorando que, para milhões, o programa é a única fronteira entre a dignidade e a fome, meu caro Luciano Huck.
O Bolsa Família é muito mais que um programa de transferência de renda: é uma política pública que salva vidas e promove dignidade!
Um estudo inédito comprovou que o Bolsa Família evitou mais de 700 mil mortes e 8 milhões de internações no Brasil. Isso significa menos filas nos hospitais, menos sofrimento e mais crianças e famílias vivendo com segurança alimentar.
Com políticas públicas que salvam vidas, construímos um Brasil mais humano e igualitário ❤️🇧🇷
Como a gente faz para que empresários milionários deixem de ser tão dependentes do Estado com tantas isenções fiscais, subsídios e perdão de dívidas? Ou esse discurso só funciona com os pobres? Pro rico é “incentivo”. Pra mãe alimentar o filho, não pode?
'O Brasil deveria pensar no Bolsa Família 2', dizem vencedores do Nobel de Economia | Exame. Chupa, Luciano Hulk. Fico com os estudiosos. https://t.co/tQyqk3JmGZ