@ManoelLobato8@pedrorousseff Cara na boa você deve ser analfabeto muito embecil ou algum maluco patriotário, assim se diz presidiário ladrão de joias. Sai da bolha a terra não é plana.
🚨BOMBA! Merval ACABA de dizer na Globo News que PF irá PEGAR Flávio Rachadinha por LIGAÇÕES com o COMANDO VERMELHO!
O RACHADINHA ESTÁ ATOLADO ATÉ O PESCOÇO COM A BANDIDAGEM! 💣🚓🤦♂️
Mulheres e Pobres Não Deveriam Votar? Bancária Negra Rebate Polêmicas e Defende Fim da Escala 6x1 Em uma conversa franca no vão do MASP, a bancária Agatha, mulher negra e trabalhadora do sistema bancário, não hesitou em dar suas posições sobre temas que têm dividido o Brasil. Questionada sobre suas preferências eleitorais, Agatha deixou claro seu apoio a Lula, tanto no primeiro quanto no segundo mandato, e apontou Jair Bolsonaro como o pior presidente da redemocratização. Para ela, os presidentes da ditadura militar foram ainda mais nocivos, mas no período democrático atual, o ex-capitão representa o ponto mais baixo. Ao ser confrontada com declarações polêmicas de figuras ligadas à direita, Agatha não mediu palavras. Sobre o comentário do mentor intelectual de Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, que afirmou que mulheres solteiras votam mal, ela rebateu com veemência. Discordo totalmente. Além de ser mulher, eu sou uma mulher preta. Lutamos muito tempo para conquistar o direito ao voto e só vemos a sociedade melhorar quando outras vozes são incluídas. Esse discurso é minimalista e beira o racismo. É muito preocupante, afirmou. Agatha também criticou duramente a declaração do coach Leonardo Marcondes, que defendeu que pobres não deveriam ter direito ao voto. Para ela, esse tipo de posicionamento revela uma tentativa de manutenção do poder por parte de quem já nasce em posição privilegiada. É a mesma lógica de tentar manter o poder nas mãos de poucos. Se não tivéssemos um mínimo de democracia, espaços como o MASP não existiriam da forma que existem hoje. Tirar o voto de quem recebe algum tipo de benefício do governo é apenas uma forma de concentrar ainda mais o poder, analisou. A bancária demonstrou preocupação especial com o Congresso Nacional, que considera atualmente mais problemático que a própria figura presidencial. O dinheiro manda mais do que deveria. Não há transparência sobre para onde vai esse dinheiro. As pessoas não votam por maldade, mas o sistema como está organizado hoje, baseado em valores e emendas, é perigoso. Me preocupo mais com o Congresso do que com quem vai ser presidente, declarou. Sobre parlamentares que não mereceriam reeleição, Agatha citou diretamente a bancada evangélica e a bancada da bala como grupos que, em sua visão, não deveriam continuar no poder. Um dos pontos em que se mostrou mais enfática foi sobre a jornada de trabalho. Como bancária que já trabalha em escala cinco por dois com jornada de trinta horas semanais, Agatha defende a extensão dessa mesma escala para toda a sociedade, incluindo o Congresso. Os bancos movimentam fortemente a economia brasileira e nós trabalhamos bastante. Se uma equipe inteira consegue entregar resultados nessa escala, não faz sentido outras empresas e poderes manterem a escala seis por um. A gente merece descanso, finalizou.