QUATRO ANOS SEM MEU FILHO
Há quatro anos, uma parte de mim partiu com você, meu filho.
O tempo passou, a vida continuou, mas a saudade permaneceu. Aprendi a conviver com a sua ausência, mas nunca a aceitar que não posso mais lhe dar um abraço, ouvir sua voz ou encontrar seu sorriso.
Olho para esta fotografia e, por um instante, parece que o tempo voltou. Sinto novamente seus braços ao meu redor. E daria tudo para que aquele abraço durasse só mais um pouquinho.
Foram quatro anos de luta pela sua vida. E agora são quatro anos aprendendo a viver sem você.
Dizem que o tempo cura tudo. Não é verdade. O tempo apenas nos ensina a carregar uma dor que nunca vai embora.
Nenhum pai, nenhuma mãe deveria ter de atravessar esse deserto.
É a mais profunda inversão da ordem natural da vida. Não existem palavras à altura dessa dor, nem fórmula que torne essa ausência aceitável; é uma ferida que contraria tudo o que o coração de um pai espera do futuro.
Meu filho, você não está mais ao alcance dos meus braços, mas estará para sempre dentro do meu coração.
Até o dia do nosso reencontro, meu filho. ❤
🐋🦑 O DUELO DAS PROFUNDEZAS
Nas profundezas do oceano, o cachalote é o maior predador da lula-gigante.
Na política, também existem gigantes, tentáculos, disputas de poder e batalhas que acontecem longe dos olhos do povo.
Mas há uma diferença: na democracia, quem decide o destino dos gigantes é o eleitor.
E agora, PT? A lula vai escapar do cachalote?
Nas profundezas da política, ninguém sai sem marcas!
Lula ganhou no nordeste. Fato.
Fato também é que caiu muito em todos os nove estados da região.
No Maranhão, foi onde teve a maior queda. E agora, no 2º turno, os quase 200 mil votos dados no 1º turno a Cury, Caiado, Renan e Zema, pelo menos 100 mil irão para @FlavioBolsonaro . Lula, nulos e brancos terão menos de 100 mil votos.
FHC criou o Bolsa Escola federal, o Bolsa Alimentação e o Auxílio-Gás. Lula criou o Bolsa Família em 2003, unificando esses programas e o Cartão Alimentação.
Bolsonaro, em 2020, cria o Auxílio Emergencial com parcelas de R$ 600, substituindo temporariamente o Bolsa Família quando fosse mais vantajoso. Era outro benefício.
Em agosto de 2022, Bolsonaro passou a pagar com o Auxílio Brasil um mínimo de R$ 600 por família, incluindo um complemento de R$ 200 previsto até dezembro daquele ano.
Depois ficou permanente.
Portanto, no governo Bolsonaro o Bolsa Família triplicou o valor.
Será que alguém pode acreditar no PT ao dizer que Bolsonaro vai acabar o programa???
POR QUE ACREDITO NA VITÓRIA DE FLÁVIO BOLSONARO
Por Roberto Rocha
Abertas as urnas do primeiro turno, vejo um cenário favorável à eleição de @FlavioBolsonaro . Não considero a disputa encerrada, mas os números oferecem razões para acreditar em sua vitória.
Em 2022, Lula venceu Jair Bolsonaro no segundo turno por pouco mais de dois milhões de votos. Agora, Flávio chega à etapa final com vantagem de aproximadamente 2,2 milhões sobre Lula. Embora sejam eleições diferentes, essa comparação mostra uma mudança importante no ponto de partida.
Naquela eleição, Lula recebeu o apoio de Ciro Gomes e Simone Tebet. Agora, Flávio pode encontrar espaço para crescer entre os eleitores dos candidatos que ficaram fora do segundo turno.
Considerando, como hipótese, nove milhões de votos a serem redistribuídos, uma divisão em que metade escolha Flávio, um quarto vote em Lula e o restante opte por branco, nulo ou abstenção acrescentaria 4,5 milhões de votos a Flávio e 2,25 milhões a Lula.
É apenas uma projeção: apoios não transferem votos automaticamente, e o comparecimento pode mudar. Ainda assim, Lula precisa superar a diferença inicial e conquistar uma vantagem adicional entre os eleitores que ainda decidirão seu voto.
Por isso, acredito que Flávio Bolsonaro reúne condições para ser o próximo presidente da República. Essa é uma avaliação do cenário, não uma antecipação do resultado.
Agora, a confiança precisa se transformar em trabalho: dialogar, apresentar propostas, conquistar apoio e mobilizar o eleitor até o último dia.
A vitória está ao alcance de Flávio. Justamente por isso, é hora de redobrar o esforço.
Após o golpe rasteiro, sórdido e covarde que sofri, a campanha de 2026 terminou pra mim no início de agosto. Mas um guerreiro pode ser ferido sem abandonar a luta.
Não me acomodei. Busquei um caminho para disputar uma eleição e construir o palanque para Flávio Bolsonaro, Mariana Carvalho e meu irmão Ulisses Gonçalves.
Abertas as urnas, vejo que a caminhada valeu a pena.
Carrego a dor do que fizeram comigo, mas também a alegria de ter ajudado quem caminhou ao meu lado.
Missão cumprida. Agora, seguimos com Flávio no segundo turno. O Maranhão fará sua parte! 🇧🇷
Para mim, hoje deveria ser um dia de alegria e comemoração. Infelizmente, é um dia de indignação e revolta.
Depois de mais de 30 anos dedicados à boa política, dói chegar a este momento carregando o peso de uma traição de quem caminhava ao meu lado.
O que mais dói é ter sido impedido de disputar eleição de SENADOR e deixar que o povo decidisse.
O advogado maranhense Alex Borralho protocolou reclamação disciplinar no CNJ, com pedido de liminar para impedir a ministra Estela Aranha de atuar em processos que beneficiem Lula, como parte ou terceiro. O pedido aguarda análise do corregedor nacional de Justiça.
A imparcialidade judicial é um dever.
Na eleição do Maranhão, não basta olhar os percentuais de Braide e Orleans. Se Roberto Rocha e Felipe Camarão somarem de 15% a 20% dos votos válidos, poderão levar a disputa ao segundo turno — desde que nenhum dos favoritos ultrapasse 50%.
Quem está fora da liderança também pode decidir o rumo da eleição.
Quando a interferência judicial compromete o debate, quem perde é o eleitor. A reta final exige confronto de ideias, transparência e regras claras. A judicialização excessiva enfraquece esse espaço e prejudica o direito do cidadão de comparar os candidatos.
Estela Aranha atuou na gestão Dino e na assessoria direta de Lula antes de ser indicada ao TSE. O histórico político não comprova parcialidade, mas reforça a necessidade de máxima transparência nos critérios das decisões e independência plena na Justiça Eleitoral.
A aviação perdeu hoje uma das suas vozes mais queridas e respeitadas. O Lito Sousa não apenas partilhou conhecimento técnico com uma clareza ímpar, mas ensinou milhões de pessoas a perder o medo de voar e a olhar para os céus com admiração. O seu legado na divulgação e na história da aviação jamais será esquecido. Voo alto, comandante da comunicação. Os meus sentimentos à família, amigos e a toda a comunidade da aviação.
Decisão correta, Flávio. Debate exige liberdade para perguntar, responder e confrontar ideias. Quando essa liberdade é cerceada, o eleitor é o maior prejudicado.
A Justiça Eleitoral deve garantir regras claras e iguais, sem escolher o que o brasileiro pode ouvir. Não há como legitimar um debate sujeito a interferências e critérios parciais.
Democracia exige liberdade de imprensa e igualdade entre os candidatos. Não podemos aceitar um TSE subordinado ao STF, nem regras que possam ser reescritas depois de conhecido o resultado do jogo.