Pequenas pilulas de fora do Brasil para vermos onde as coisas estão indo :
1. Hollywood parou de fazer filmes exaltando o mito do empreendedor na garagem e as bigtechs comecaram a serem vistas como os monopolistas egoistas.
2. Projetos de energia verde nos Eua,’na Europa e nas monarquias do golfo cresceram e MUITO por causa da guerra do Ira. Ambientalismo foi ressuscitado.
3. Trump tem falhado em baixar o custo de vida do americano medio, mesmo problema da Inglaterra, Espanha, Franca e Portugal . Os movimentos extremos a esquerda tem crescido.
4. As revoltas populares na França e na Itália, chocaram muita gente do centrão. A mão pesada vira.
Bom dia!
Quando digo que todo analista político ou geopolítico que divide o mundo em uma batalha maniqueísta não sabe o que está falando ou não conhece a realidade, não estou brincando.
Vou dar um exemplo para vocês.
Quem vocês acham que está ajudando a Ucrânia a manter sua segurança energética nos tempos de guerra?
A CHINA!!! Isso mesmo.
A Ucrânia perdeu metade da capacidade de geração de energia e metade de suas grandes subsestacoes foram danificadas por mísseis
A Ucrânia adotou então a ideia de descentralização energética e os equipamentos chineses de luz solar tem sido usados para manter cidades acessas
Nada é como parece. Tudo é competição e cooperação na geopolítica.
É impressionante a guinada que a infraestrutura econômica deu no mundo.
Discussão dessa semana , ainda que tardia ,entre as maiores economias e fundos de investimento na Europa é a seguinte:
Diante do aumento da força industrial chinesa, a UE busca proteger suas fábricas sem se cortar de um mercado, investimentos e suprimentos dos quais muitas de suas empresas permanecem dependentes.
Sobretaxas, preferência europeia, condições impostas ao investimento estrangeiro e diversificação de matérias-primas desenham uma estratégia mais ofensiva.
Mas os interesses dos Estados-Membros e dos setores divergem, enquanto Pequim tem meios de retaliação direcionados.
Toda a dificuldade para Bruxelas é reduzir essas dependências sem fazer com que certas economias europeias suportem um custo superior aos lucros esperados a curto prazo.
Será do próximo GEOECONOMIA.
Eu já disse aqui que os bancos contratam a mídia para manipular informação.
Os liberais são assim mesmo.
Vorcaro foi o caso que apareceu, mas tem Btg, Xp etc.
Basta lembrar quando houve a onda de « defesa da cvm ».
Não se iludam, Constantino e usa turma boletam igualzinho.
Faça um teste empírico .
Todos que criticam o 5elemento hoje, no início do ano eram Zema ou Tarcísio, além de sentar a mamona no Flávio.
Subitamente são os defensores do Bolsonarismo e estão preocupados com a « maléfica influência » nossa no governo.
Aham… claro.
OS NOVOS ÓRFÃOS
Caso Lula perca as eleições do dia 25
(Se Deus permitir irá perder), veremos surgir uma nova categoria de órfãos políticos: os que passaram a vida combatendo o PT, mas nunca construíram uma alternativa para o país.
Cresceram no antipetismo, não em um projeto de substituição. Sua agenda sempre foi de negação e retirada. E agora? Qual é o próximo passo?
Uma parcela da direita liberal não tem propostas reais para o Brasil. Repete slogans, mas não sabe formular políticas para atrair investimentos, modernizar a legislação ou construir uma sociedade capaz de conviver com a divergência.
Sem Lula como adversário central, o PT poderá se fragmentar, perder identidade e assistir a uma disputa entre lideranças pela sobrevivência de uma esquerda pós-Lula. E essa direita, que fez do antipetismo sua razão de existir, ficará órfã de inimigos.
O que acontece quando a política deixa de ser uma disputa de projetos e passa a depender da existência de um inimigo permanente?
A experiência europeia oferece uma pista: setores que passaram anos combatendo a esquerda acabaram reorganizando sua identidade em torno do combate a outros grupos, inclusive à « direita radical »
. É preciso eleger um inimigo para continuar mobilizando a própria plateia.
É esse o risco para os órfãos do antipetismo: sem um projeto nacional consistente, precisarão encontrar novos adversários para justificar a própria existência.
E é justamente aí que está a diferença.
Há quem prefira slogans, ilusões e performances teatrais. E há quem queira discutir o Brasil de forma realista, com conhecimento, críticas concretas e compreensão de como a política e a economia funcionam dentro e fora do país.
Quando não há propostas, não há conhecimento verdadeiro , resta a a afetação e a negação. Quando falta um projeto, inventa-se um inimigo.
Sem Lula como eixo de oposição, muitos olharão para Eduardo Bolsonaro e outros movimentos como os novos alvos a combater.
Não necessariamente porque tenham um projeto melhor para o Brasil, mas porque precisam de um adversário para continuar existindo politicamente.
As críticas ao 5 elemento vem de onde? De grupos que não tem qualquer projeto ou conhecimento Brasil e São incapazes de oferecer uma solução.
Eles vivem da justificativa : » sua vida não deu certo por causa do … » e alternam o inimigo imaginário.
Todo o grupo político que vê a lei como um instrumento de controle e não como uma garantia de direitos e liberdades, no fundo é tecnocrata e promove o modelo de governança chinesa.
O problema dos órfãos não será apenas perder Lula como inimigo. Será descobrir que nunca tiveram um projeto para substituí-lo.
Caramba, Flávio Bolsonaro é foda demais!
@FlavioBolsonaro !!!!
Só com o medo, só com a sombra da chegada do Flávio, o Lula já teria perdoado a dívida das MEIs, que ele fez as empresas acumularem com uma economia ruim .
Imagina quando o Flávio for presidente! Aí os caras não só vão ficar sem dívida, como vão começar a ganhar dinheiro e nunca mais precisar depender do governo.
Flavioooooo já botou o Lula para miar!
Nem ganhou já ta mudando o Brasil.
Política econômica também é estratégia de poder, soberania e proteção dos interesses nacionais
Para o Oriente, aAsia assumira a condução do mundo em face do que chamam de “loucura do ocidente” (wokismo).
Essa loucura foi parte de um processo mais complexo , ou seja, do fato do Ocidente enfrentar três grandes problemas insolúveis (na visão deles), a saber:
(I) a crescente destruição da classe média criada pela economia liberal;
(Ii) o fracasso do Estado e o declínio político produzidos pelo liberalismo político incluindo a fragilidade da soberania e dependência externa.
(III) e a decadência cultural gerada pelo liberalismo cultural.
Na China, Jiang Shigong , um jurista, académico e teórico político chinês, conhecido pelos seus estudos sobre a Constituição da China, o poder do Partido Comunista Chinês e o estatuto político de Hong Kong, ajuda o governo a expandir sua força e presença a partir dessa premissa.
Ele tem inúmeros trabalhos nesse sentido de explorar o erro do Ocidente.
Adotar o liberalismo econômico clássico no Brasil como solução isolada seria um tremendo erro estratégico.
Não se trata apenas de gerir o país, mas de formular uma estratégia dentro de uma ordem mundial em transformação, na qual nossos parceiros e concorrentes também possuem projetos de poder e ampliam suas áreas de influência.
Enquanto os neoliberais defendem a abertura irrestrita como princípio, outros países utilizam instrumentos econômicos, jurídicos e políticos para fortalecer sua soberania e expandir sua influência.
O Brasil não pode ignorar essa realidade.
O neorrealismo não representa apenas uma inflexão política ou uma mudança singular de governo.
Ele nos remete a transformações estruturais nas relações de poder, na soberania, no direito e na economia, com consequências para a organização dos próprios sistemas políticos.
É nesse contexto que o governo Flávio deveria pensar sua política econômica: não apenas em função das necessidades internas, mas também da dinâmica internacional, dos interesses de quem coopera e compete conosco e da posição que o Brasil pretende ocupar no mundo.
Mas não espere compreensão da geopolítica mundial dos intergalácticos ou dos opinologos fraudadores, eles ainda estão na fase de vender cursos.
Amanhã tem uma nova chamada para comícios e greves na França no mesmo dia da abertura do debate sobre o orçamento de 2027.
Isso faz parte do movimento do fim dos Estados Soberanos pelos liberais.
Na quarta teremos também a validação de um pacote de medidas de segurança econômica pelo Estado alemão.
E para fechar a semana, na Quinta-feira: início do Conselho Europeu
Todos tem decisões que impactam o Brasil e explicaremos no GEOECONOMIA do @5elemento
Eu já disse: queriam o Tarcísio.
Exatamente há um ano atrás, o bolsonarismo estava sendo coagido com o sequestro de Jair.
Flávio não era considerado pelos liberais, nem por uma parte da “base”,que já ensaiava esquecer o Bolsonaro.
O trabalho feito internacionalmente, junto ao setor produtivo e a base do bolsonarismo raiz (leia -se: @kimpaim ) catapultou Flavio e obrigou os “dissidentes” a voltar momentaneamente ao Bolsonarismo.
Voltaram os vídeos, o “apoio” etc.
Claro que tentam recontar a história, mas até internacionalmente isso foi percebido.
FIM DA REELEIÇÃO: FLÁVIO DECIDE SEM OUVIR A BASE E PROVOCA REVOLTA NO BOLSONARISMO
A insatisfação de parte expressiva da base bolsonarista com Flávio Bolsonaro tem um motivo que vai muito além da discussão sobre o fim da reeleição. O que está em jogo é uma questão de respeito àqueles que sustentam o projeto político de Jair Bolsonaro e que agora se sentem desconsiderados por uma decisão precipitada, desnecessária e tomada sem discussão prévia com a própria base.
Às vésperas do segundo turno, quando a prioridade deveria ser concentrar todas as forças na vitória eleitoral, Flávio anuncia que pretende usar o capital político do início de seu eventual governo para aprovar uma PEC que acabaria com a reeleição presidencial e impediria que parentes até terceiro grau disputassem a Presidência em 2030. Por que antecipar uma decisão dessa magnitude? Por que assumir esse compromisso agora, sem ouvir aqueles que estarão na linha de frente da luta política para elegê-lo?
Na live do Talkim Show, Kim Paim revela que já conversou com pessoas da campanha e não esconde sua indignação: reclamou — e muito. Sua análise vai ao centro do problema: o Brasil não é um país em que quatro anos bastam para desmontar estruturas de poder consolidadas há décadas.
O presidente eleito não assume o controle de todas as engrenagens do Estado. Encontra instituições, burocracias, estruturas legislativas e centros de poder que permanecem funcionando muito além de um mandato presidencial. Enquanto isso, a direita ainda carece de quadros preparados, de uma estrutura coesa e de uma reserva de pessoas capazes de ocupar posições estratégicas e dar continuidade a um projeto de país.
Kim chama a atenção para um problema concreto: como implementar mudanças profundas se o governo mal começa a compreender e enfrentar essas estruturas e, quando finalmente consegue avançar, já precisa preparar a sucessão? Um projeto político consistente exige tempo, continuidade e capacidade de consolidar as transformações iniciadas.
É justamente por isso que tantos bolsonaristas consideram equivocada essa obsessão com o fim da reeleição como se ela fosse, por si só, uma virtude democrática. A alternância obrigatória pode parecer bonita no discurso, mas, na prática, pode beneficiar justamente os grupos que já controlam estruturas permanentes de poder e conseguem sobreviver a qualquer mudança de governo.
E há uma contradição difícil de ignorar: países europeus frequentemente citados como exemplos de democracia tiveram lideranças que permaneceram muitos anos no poder, sem que isso significasse automaticamente uma ameaça à democracia. Por que o Brasil deveria abrir mão dessa possibilidade justamente quando a direita ainda luta para construir uma estrutura política capaz de enfrentar seus adversários em condições menos desiguais?
Mas há uma questão política ainda mais imediata: Flávio não precisava comprar essa briga agora. Antes de uma eleição decisiva, a prioridade deveria ser, além de ampliar apoios, fortalecer a unidade e demonstrar consideração pela base que o sustenta. Em vez disso, ele coloca em discussão uma mudança que pode comprometer a continuidade do próprio projeto político antes mesmo de conquistar o mandato.
A insatisfação não significa rejeitar Flávio ou abandonar a disputa eleitoral. Significa cobrar responsabilidade, diálogo e respeito. O apoio da base não deve ser tratado como um cheque em branco, muito menos como algo que dispensa a consulta a quem ajudou a construir a força política do bolsonarismo.
Jair Bolsonaro construiu um movimento que vai muito além de uma candidatura individual. Seus eleitores querem mudanças reais, duradouras e capazes de sobreviver a um único mandato. Não lutaram durante tantos anos para que, justamente quando existe a possibilidade de chegar novamente à Presidência, o horizonte de transformação seja encurtado por uma decisão antecipada e sem debate com a base.
Assista ao recorte e ouça a análise de Kim Paim.
A discussão não é simplesmente se a reeleição deve ou não existir. É sobre tempo político, continuidade, estratégia e, acima de tudo, sobre a responsabilidade de quem pretende liderar um projeto que pertence a milhões de brasileiros.
Flávio precisa compreender que liderar o bolsonarismo exige mais do que carregar o sobrenome Bolsonaro. Exige ouvir sua base, respeitar quem caminha ao seu lado e entender que um projeto de país não pode ser tratado como um mandato de curto prazo.
@kimpaim
BOA: SACHSIDA DIZ QUE NÃO PRIVATIZARÁ BB, CAIXA E PETROBRÁS 👏
O mundo mudou. Hoje fala-se em pós liberalismo - p. ex. JD Vance - e todos os países têm a sua própria visão do que seja estratégico para as suas nações.
Não se trata de ser estatista, há muito a se privatizar, mas energia e controle de parte de setores que podem alavancar a economia e qualidade de vida dos brasileiros, isso não pode mudar de mãos e ao final acabar servindo a outros interesse que não o público, outros objetivos que não o público.
Este sim é um debate sobre soberania, sobre a capacidade dos brasileiros decidirem seus próprios futuros e como alcançar as suas próprias metas.