Justiça não se faz com dois pesos e duas medidas. Isso não é democracia. Isso é outra coisa. Mas não se preocupem, essa injustiça só me motivou ainda mais. Nada vai nos parar!
Vamos resgatar o Brasil!
O assassinato de Charlie Kirk não representou apenas a morte de uma jovem e brilhante inteligência, de um marido e de um pai. Foi também uma tentativa de aniquilar a verdade. Foi uma tentativa de eliminar um movimento de jovens adultos que se envolvem no debate público sobre as verdades essenciais da humanidade. E foi uma tentativa de destruir a civilidade.
Estamos numa luta feroz por nossas liberdades e nossa cultura, e o assassinato de Charlie Kirk parece ser um ponto de inflexão. Afinal, onde vamos parar?
Acesse o artigo e leia este texto de Jayd Henricks, traduzido por nossa equipe.
https://t.co/OJPfpLDJ5P
Assassination culture is spreading on the left. Forty-eight percent of liberals say it would be at least somewhat justified to murder Elon Musk. Fifty-five percent said the same about Donald Trump.
In California, activists are naming ballot measures after Luigi Mangione.
The left is being whipped into a violent frenzy. Any setback, whether losing an election or losing a court case, justifies a maximally violent response.
This is the natural outgrowth of left-wing protest culture tolerating violence and mayhem for years on end. The cowardice of local prosecutors and school officials have turned the left into a ticking time bomb.
https://t.co/NrrnmBwAR1
“Ordem judicial se cumpre, ou é crime.”
Este é Roland Freisler. Ele presidiu o Tribunal Popular (Volksgerichtshof), a mais alta corte do Terceiro Reich. Sim, havia a Suprema Corte nazi, como a soviética, a iraniana etc.
Freisler sentenciou milhares de inimigos do regime ao enforcamento. Ficou famoso por humilhar os réus. Os “crimes” dos réus? Ser contra um regime totalitário. Que tinha uma corte suprema. Em nome do povo.
Seu julgamento mais famoso talvez tenha sido do grupo estudantil Rosa Branca (Weiße Rose), da Universidade de Munique, elogiado por sumidades como Thomas Mann. Liderados pelos irmãos Scholl, principalmente Sophie Scholl, foram julgados por Freisler de maneira humilhante e, 24 horas depois, guilhotinados. Mais 50 membros da Weiße Rose foram assassinados. Ou “julgados”.
O papel da Suprema Corte e da “interpretação” da lei pelas autoridades do Judiciário na implementação do genocídio nazista tem sido cada vez mais destacado, como pelo historiador H. W. Koch. Ou seja: sem decisões judiciais ilegais, sem interpretações “heterodoxas”, sem o poder da Suprema Corte nazista acima da Constituição (que não lhe outorgava tamanho poder), NÃO HAVERIA um genocídio tão grande durante o Terceiro Reich.
Hoje, a doutrina alemã de que “o Judiciário define seus próprios limites” (sic) é extremamente citada em determinados países virando totalitarismos. Hoje, os juristas alemães nazistas, que definiram a política como “categoria entre amigo e inimigo”, são usados livremente em certas jurisprudências, com aplauso da mídia, que fala em “proteger a democracia” contra “extremistas de direita” e “golpistas”, sem saber de onde vem tal doutrina. Hoje, a aplicação do Direito Penal do Inimigo, tratando “inimigos do sistema” como não-merecedores da lei, é falada cada vez mais livremente.
Se não cumprissem decisões judiciais ilegais, o nazismo não teria decapitado Sophie Scholl, não teria matado tanto.
Diga-me, jornalista e jurista: decisão judicial ilegal se cumpre e pronto?
Da Inviabilidade Eleitoral Da Direita.
A direita jamais será eleita no futuro do Brasil
E se a direita for eventualmente eleita por um lapso da história, como ocorreu com Collor e Bolsonaro, jamais será reeleita.
Como de fato não foram Collor e Bolsonaro
E ambos foram foram proibidos de se reelegerem no futuro, afastados do poder.
Verdade seja dita em ambos os casos, a direita foi um vencedor improvável e inesperado, e nem os liberais nem os conservadores brasileiros os apoiaram inicialmente.
A razão pela qual a direita nunca mais será eleita é a mesma que ocorre em Cuba, Rússia, Albânia, Coreia do Norte, Vietnã etc.
Após 50 anos de governos de esquerda, o povo esquece a maioria das competências e necessidades para viver em liberdade ou numa democracia liberal.
No Brasil, o povo não sabe mais como escolher bons médicos, porque quem decide os médicos é o Estado.
Não saberiam escolher psicólogos, porque é o Estado que escolhe quando são necessários, independente da linha de terapia ser freudiana, rolfiana, centrada no paciente ou kleiniana.
Não sabemos nem precisamos escolher as escolas e os professores de nossos filhos, nem a filosofia educativa a ser empregada. É tudo igual do Oiapoque ao Chuí.
Quem está no Bolsa Família há 10 anos já esqueceu sua profissão e não acompanhou as inovações do período. Vai depender de bolsas para o resto da vida.
Brasileiros não sabem aplicar seu FGTS; é o Estado que decide.
Não saberíamos como aplicar os 28% que nos são retirados em impostos da previdência, garantindo assim uma aposentadoria de fato.
Nossos liberais erram já de início ao lutarem por liberdade, porque não saberíamos como usar essa liberdade de escolha mesmo que a tivéssemos.
Tanto é que o povo brasileiro é conservador mas vota na esquerda porque já não sabe cuidar de si.
O mundo poderá até estar caminhando lentamente para a direita, mas os eleitores votarão na esquerda porque não sabem viver em outro tipo de regime.
Por isso, a estratégia dos liberais e conservadores não deveria ser querer ser eleitos, para depois perderem as eleições.
A luta é muito mais simples.
Lutar para que aqueles que queiram escolher seus médicos, administrar seu FGTS, aplicar pessoalmente suas reservas previdenciárias, escolher a escola de seus filhos, entre outros, possam fazê-lo.
Quem quiser renunciar a uma aposentadoria do Estado, estaria livre para aplicar os 28% de contribuições previdenciárias num fundo de pensão de sua própria escolha, por exemplo. Idem com o FGTS.
Somente seremos livres se nossas escolas passem a ensinar todos os brasileiros a serem capazes de cuidar de si e não depender eternamente do Estado.