Zubeldía é o Senna com a Lotus. Competente, tira da máquina tudo que ela pode dar, mas não vai ser suficiente pra ganhar título.
Quem poderia dar uma McLaren pro Zubeldía, tá rindo à toa com 200 mil no contracheque, sambando na Sapucaí e ganhando boquetinho do mão mole.
A gente fala muito sobre o fim da escala 6x1, mas fala pouco sobre o impacto real disso na vida de quem passou a vida inteira preso nela.
No primeiro fim de semana antes do Carnaval, peguei um Uber em São Paulo. Estava difícil conseguir corrida. Muitos motoristas cancelando, tarifa alta, acessos bloqueados por causa dos blocos. Eu precisava resolver uma emergência e consegui um carro num domingo à noite.
Começamos a conversar. Ele disse que era a primeira vez trabalhando no Carnaval, tinha só quatro meses de Uber, e que estava achando tudo muito confuso. Perguntou como funcionavam os blocos, se precisava pagar para entrar, por que as ruas estavam fechadas. Ele queria levar a esposa um dia em um desfile.
Expliquei que os blocos são gratuitos, que qualquer pessoa pode ir, que é só chegar e acompanhar. Falei que desfile pago é no Sambódromo do Anhembi, mas que a arquibancada não é inacessível.
Foi depois disso que ele começou a falar das vontades que tinha.
Disse que morria de vontade de levar a esposa para conhecer as coisas que via pela internet. Que queria ir à Liberdade, naquela feirinha que aparece no TikTok. Que queria conhecer a Augusta e parar em um barzinho. Que queria ir ao Parque do Ibirapuera. Que queria ir à praia.
E então ele disse, quase como quem revela um segredo:
Nunca fui para a praia.
Perguntei se ele não morava em São Paulo. Ele respondeu que nasceu em São Bernardo e que sempre trabalhou aqui.
Trabalhou dez anos como açougueiro, desde os 18. Sempre em escala 6x1. Sempre trabalhando aos finais de semana. Saía de casa às 5 da manhã e voltava às 10 da noite. A única folga era no meio da semana, e ele usava para descansar.
Nunca teve um domingo livre.
Expliquei que a Paulista fecha aos domingos para carros e fica ótima para passear. Que depois do Carnaval é ainda melhor para ir com calma. Falei que a Feira da Liberdade é aberta e gratuita. Que a praia não é tão distante assim. Que o Ibirapuera está ali, acessível. Que não é preciso muito dinheiro para viver a cidade.
Ele tem 28 anos.
Disse que agora, no Uber, consegue ganhar até mais do que ganhava antes. Mas saiu da CLT para a informalidade. Não é o ideal. Não dá para romantizar.
O que ele quer não é luxo.
Ele quer viver coisas simples que o trabalho exaustivo nunca permitiu.
Quando dizem que o brasileiro trabalha pouco, eu lembro dele. De alguém que passou dez anos sem viver um único fim de semana. Isso não é falta de esforço. Isso é normalização da exaustão.
O fim da 6x1 não é só sobre jornada de trabalho.
É sobre tempo.
É sobre dignidade.
É sobre permitir que um jovem de 28 anos conheça a própria cidade.
E eu não consigo parar de pensar nisso desde aquele dia. Em como a escravidão moderna está sendo normalizada e enfiada goela abaixo. A Folha fez exatamente isso: tentou banalizar a exploração do trabalho como se fosse apenas um dado comparativo, ignorando a realidade concreta de quem vive jornadas desumanas.
E quando a gente ignora essas histórias, a gente ajuda a transformar exploração em estatística.
Os que são contra o fim da escala 6x1 são INIMIGOS TRABALHADOR
E isso tem que ser dito
A healthy relationship will test you more than a toxic one, because it won’t let you run. It holds up a mirror and says: show up, communicate, grow. That’s why real love scares people more than chaos ever could.
Mi humilde consejo a Gianluca Prestianni, el joven jugador que insultó a @vinijr
Pide perdón cuando antes. En serio.
No por la prensa.
Ni por el club.
Ni siquiera por la imposible sanción.
Es por ti.
Porque de aquí hasta que te mueras habrá una pregunta que no te va a abandonar.
Y cada vez que aparezca…
tendrás que elegir entre asumirlo
o volver a mentir.
Periodistas que quizá olviden tus goles,
pero no este momento.
Y tendrás que mentir.
Cuando dentro de años alguien rescate tu nombre en una entrevista…
tendrás que mentir.
Cuando tengas hijos y te pregunten por tu carrera…
tendrás que mentir. Eso duele bien.
Cuando tus nietos descubran el vídeo…
tendrás que mentir. Eso te remata.
Y si un día eres lo bastante bueno como para que alguien quiera contar tu historia…
tendrás que mentir otra vez.
La mentira es un tumor que se alimenta del ego y te va a destrozar por dentro...
Poco a poco. Día tras día.
Cada vez que mientas reforzará la idea interior de que eres mala persona y eso te va destruir como la carcoma. Intacto por fuera, podrido por dentro.
No es una mentirijilla, es todo el mundo recordándote una y otra vez el resto de tu vida que eres mala persona.
Y sabes que tienen razón.
Por eso el perdón es tan libertador y no una debilidad. Es la única forma de que no huyas de ti mismo el resto de tu vida.
Estás a tiempo. Insisto.
El perdón no va a borrar el pasado, y pasarás por unos días horribles pero la negación lo convertirá en una condena eterna.
Y vivir huyendo de lo que hiciste
es una derrota que no vas a poder remontar jamás.
Hazlo por ti.
@marimoraes0507 Sempre gostei dele… mesmo na fase ruim, via pontencial! Agr parece ter se adaptado de vz e ganhado confiança pra desempenhar bom futebol
If the Stranger Things writers wrote Lord of the Rings:
GANDALF: OK, so we've got to put the smackdown on this Ring thing. It can only be destroyed -
GIMLI: Don't worry - I got this. *hits it with an axe and falls* Ow.
GANDALF: - in the fires of Mount Doom.
BOROMIR: I just don't get it. Why can't we just fire this bad boy up and use it against Sauron? Boom. Headshot.
GANDALF: OK, so, think of Sauron like this Atari. *Clears off pedestal and slaps down an Atari and a copy of E.T. The Extra-Terrestrial.*
GANDALF: Now, if we destroy this copy of E.T. the Extra-Terrestrial, we might think it's gone forever. But -
ELROND: - but Atari still has the source code.
GANDALF: Right. *starts drawing on a transparent whiteboard* - But, if we destroy the source code -
LEGOLAS: ... the existing copies could be buried in a landfill, and they'd eventually go bad from corrosion.
GANDALF: Exactly. Destroy the source code -
ELROND: - destroy Sauron.
BOROMIR: Great. So how do we destroy this Source Code Ring? It's not like we can just hop on our skateboards and shred into Mordor.
LEGOLAS: Hang on though. If we gave the Ring to someone small enough -
GIMLI: - Sauron wouldn't be expecting it -
ELROND: - and we could chuck it right into the fire while he's busy trippin' over Minas Tirith.
GANDALF: - and then -
LEGOLAS: - no more E.T. *finger guns*
BOROMOR: It sounds crazy, but it just might work.
FRODO: Guys, I'm gay.
@arariboiatri@ajuliaffc Isso q eu ia falar… Ficar puto pq um merdeiro fez merda é o msm q esperar o sol ñ nasça amanhã… A galera se indigna aqui, mas na hr decisiva é conivente com a gestão q bota as merdas no clube
Mt FÁCIL falar da Canobbio, JK, Freytes, Everaldo… Q eles tem limitações, q são ruins todo mundo sabe.
Saber q isso ia pesar em algum momento era questão d tempo. Fiquem indignados com qm TROUXE esses caras!
Perdão! Esqueci q vcs reelegeram qm trouxe e trás esse tipo d gnt
Na segunda-feira, Trump fez uma reunião no Salão Oval para discutir se suas execuções extrajudiciais ao explodir barcos na costa da Venezuela poderiam ser enquadradas como crimes de guerra.
Na sexta-feira, recebeu o 1º Prêmio FIFA da Paz.
(Propostas P/ Depto Futebol) Como o Fluminense pode evoluir seu departamento de futebol com base no que há de mais moderno no mundo 👇
→ O futebol mundial passou por uma revolução silenciosa: clubes deixaram de operar por intuição e passaram a funcionar como centros de inteligência esportiva. O Fluminense tem estrutura e história para estar nesse grupo. Falta dar o próximo passo.
→ Modelos como Liverpool, Brighton e Benfica mostram o caminho: gestão profissional, decisões baseadas em dados e integração total entre base, mercado e performance. O Flu já tem a matéria-prima, agora precisa de método.
1. Criar um "Núcleo de Inteligência de Futebol".
Inspirado no Brentford e no Benfica LAB, esse n��cleo cruza dados de performance, scouting e saúde dos atletas.
Assim, o clube decide com base em evidências, e não em percepções.
2. Fortalecer a rede de observação e scouting.
Exemplo do Brighton, que garimpa talentos globais com uso de analytics e rede própria de observadores.
O Fluminense pode fazer o mesmo, com foco regional e integração com Xerém.
3. Definir metas esportivas mensuráveis.
O Feyenoord e o Porto medem o sucesso da base por minutos jogados e retorno esportivo.
O Flu pode adotar algo semelhante internamente, sem precisar divulgar números, mas usando-os como bússola estratégica.
4. Criar um programa formal de transição Base → Profissional.
Inspirado em La Masia (Barcelona) e Ajax, com acompanhamento técnico, psicológico e físico individual.
Xerém é um patrimônio, e precisa ter sua lógica de formação institucionalizada.
5. Integrar o Departamento de Performance e Saúde.
Clubes como o Real Sociedad e o Red Bull Bragantino tratam fisiologia, nutrição e psicologia como um único sistema.
Isso reduz lesões, melhora rendimento e aumenta valor de mercado dos atletas.
O Fluminense tem CT de elite, base exemplar e uma marca global. Com estrutura de gestão inspirada nos modelos de Liverpool, Brighton e Ajax, pode se tornar o clube mais moderno do Brasil E sem mudar sua essência!
Se uma creche pegasse fogo por culpa de donos milionários que economizaram na segurança, e crianças morressem, o país inteiro pediria punição.
Mas quando 10 meninos morreram queimados no Ninho do Urubu, os responsáveis foram absolvidos.
No Brasil, até a indignação tem camisa.