@stevefgracio Fonseca não esteve bem principalmente no seu saque. Mas, perder em um duplo 6x4 do Alcaraz, num dia que não jogou bem, não deixa de ser um resultado interessante.
@Murilo_Cuzzuol Pois é, Fonseca jogou abaixo do que pode, principalmente no saque. Ainda assim foi um jogo apertado no duplo 6x4. Se o João tivesse num dia um pouco melhor...mas valeu pra primeira partida entre eles.
@IagoMel94788609@PabloSalesRodr1@_lucasmoret Se cobrasse não sairia e o cara ia ficar a contragosto, com um contrato de 1 ano, no fim da carreira. O cara ajudou demais, merece ser liberado, ainda mais para um time que não jogaremos contra.
@gilson__marques@pfigueiredo08 muitas das questoes do voto do Fux já tinham sido mostradas pelo deputado Gilson Marques, inclusive essa questao da lei retroagindo para punir o réu.
@Waleska84572774@joao8_32_JB@JeffreyChiquini Essa foto é fake. A bancada do NOVO nunca apoiou nenhum pedido de impeachment. Quem apoiou foi a executiva nacional que era comandada em sua maioria pelo Amoedo, que foi expulso por fazer o L.
@joao8_32_JB@JeffreyChiquini Se o cara não pode mudar de opinião, então nem o Bolsonaro presta, já que tem vários vídeos dele dizendo que apoiou o Lula e que votava 90% das vezes com o PT.
Desculpe pelo bug!
@RomulodeSa26670@adelmar_filho@ma__linharess Já vimos uma bola mudar tudo no tênis diversas vezes, ainda mais quando é o Djoko. Uma pena que ele não ganhou o terceiro, ainda assim foi uma baita jogo.
Se tem uma coisa que me orgulha no Partido Novo foi a saída do Amoêdo do partido ao final de 2022. Vamos relembrar os fatos e deixar aqui esse registro histórico.
A briga interna dentro do Novo (Novo Raiz x amoedominions, ou seja, aqueles que praticavam e mantinham os mesmos princípios e valores da fundação do partido, contra os seguidores fanáticos de João Amoêdo, aquele que passou a mudar de opinião em posicionamentos históricos apenas para se opor a Bolsonaro) começou em 2019, quando figuras importantes como Zema e Marcel passaram a receber holofotes da imprensa, deixando Amoêdo enciumado e seu ego abalado. Amoêdo não admitia que os mandatários do Novo tivessem opinião própria. Queria controlá-los e, quem não obedecesse, deveria ser extirpado. Aconteceu com Ricardo Salles, aconteceu com Mauricio Marcon e com muitos outros.
Ao longo de 2020 e 2021 a divisão interna só cresceu: basicamente, Amoêdo queria todos os filiados que não apoiassem o impeachment do Bolsonaro fora do partido. Muitos filiados saíram por conta própria, e casos emblemáticos como o do Professor Christian Lohbauer (fundador do partido e ex-candidato a vice-presidente em 2018) foram ironizados publicamente por Amoêdo. As desfiliações vieram em massa e o Novo, que chegou a ter quase 50 mil filiados após as eleições de 2018, caiu para 30 mil filiados em meados de 2022. O partido estava completamente rachado e a Convenção Nacional não aceitou a pretensa candidatura de João Amoêdo à Presidência da República em 2022. O partido sangrava a olhos vistos e caminhava para uma eleição fatídica em 2022. Os mandatários (mais de 90% deles, pelo menos) estavam revoltados, e com razão. Seus futuros políticos estavam sendo destruídos pelo ego de uma pessoa. A imagem do Novo perante os eleitores de direita e da centro-direita estava no lixo. Talvez abaixo do lixo.
Foi aí então que aconteceu, em setembro de 2021, um grande encontro nacional de mandatários e alguns dirigentes em Joinville, Santa Catarina. Como eu era, à época, presidente do Diretório Municipal de Joinville, promovi um jantar na minha casa para receber a todos. A decisão foi clara e direta: apoiar o Presidente Eduardo Ribeiro na briga interna contra Amoêdo e trazer o Novo de volta para suas raízes.
Infelizmente, não havia mais tempo hábil de recuperar a imagem do partido perante o eleitorado para as eleições de 2022. Com exceção de Santa Catarina, onde o Novo conseguiu crescer 30% sobre 2018, o resto do país foi terra arrasada para o partido. De 8 deputados federais, caímos para 3. Não ultrapassamos a cláusula de barreira. Um caos.
E foi aí que Amoêdo tentou dar a sua cartada final para tentar recuperar o poder absoluto dentro do partido: anunciou voto em Lula contra Bolsonaro no segundo turno de 2022. Esse posicionamento de Amoêdo, por incrível que pareça, foi o que possibilitou o ressurgimento do partido, tamanha foi a repulsa de todos. A repulsa se tornou união. Todos contra Amoêdo.
Eu, Kahlil, tomei a frente de uma grande movimentação nacional, unindo dirigentes e mandatários, pedindo a expulsão de Amoêdo do Novo. Ou ele seria expulso ou todos sairíamos e o Novo se tornaria não mais um partido de princípios e valores, mas sim o partido do Amoêdo. Como inúmeros outros partidos de dono no Brasil.
Com a assinatura de mais de 150 dirigentes e mandatários de todo o Brasil, bem como a colaboração de 2 nomes fundamentais do Novo Raiz, encaminhamos a denúncia formal à CEP com o pedido de suspensão liminar e posterior expulsão de Amoêdo do partido, como se pode ver nos prints abaixo. A CEP aceitou a nossa denúncia, suspendeu a filiação de Amoêdo, e então ele se desfiliou antes de ser formalmente expulso.
O partido foi capaz de se unir e dar um basta às loucuras do Amoêdo, de mostrar que o que nos une são os nossos 6 princípios e valores, irrevogáveis, e não a idolatria a uma pessoa. (CONTINUA)
@Irlandaemel@Oficialluizlima Não adianta ficar puxando tweet do passado. Esse tweet era do NOVO quando Amoedo ainda tinha influência, mas ele foi expulso. Por isso Salles voltou, agora veio o Luiz Lima e outros virão.
@gb1rod@DonanCampos Chute do Piton passou raspando, PH se tivesse cruzado ao invés de chutado era gol certo, chute do Adson, só pra citar mais 3 lances perigosos.