🚨 Vorcaro contratou o então cunhado de Gilmar Mendes por R$ 500 mil mensais, e mensagens mostram a articulação para uma reunião com o ministro.
Mais cedo, outra revelação mostrou R$ 33 milhões pagos pelo Master ao escritório de uma ex-diretora do IDP, instituto fundado por Gilmar.
Diretores do banco a chamavam de “canal direto com o STF”.
Essas relações não estão ficando muito próximas?
Malu Gaspar afirma que ministros não querem ser investigados e o que resta é o impeachment: “acham que estão acima da lei e qualquer tentativa de investigação é antidemocrático”.
O Conselho de Ética iniciou a análise de uma representação que pede a cassação do mandato do senador Davi Alcolumbre por suposta prevaricação.
A acusação aponta omissão do parlamentar na tramitação de pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF
🚨Gilmar Mendes quer destruir André Mendonça. Compartilhe este vídeo para defendermos Mendonça‼️
Lembre: para deputado federal do Paraná: é Chiquini 3️⃣0️⃣0️⃣0️⃣ três mil para arrumar o Brasil 🇧🇷
Gilmar ficou indignado, não com a roubalheira de R$ 200mi para a família Moraes, mas com a exposição de um dos seus aliados no STF. Ele achava que o assunto deveria ser tratado internamente, sem gerar constrangimentos até para a família de Moraes envolvida na ladroagem. Gilmar queria que o STF agisse igual a mafia, por isso se decepcionou com André Mendonça.
Porém, faz tempo que até a imprensa pedia pela autocontenção do STF, num sinal claro que os abusos deveriam cessar, pois Bolsonaro já estava preso e inelegível, fora do jogo, sem representar mais ameaças. Não funcionou. Bastava ler um pouquinho da história de qualquer ditadura que já saberiam que um tirano jamais abre mão de seu poder voluntariamente.
Desde sempre, conhecendo o inimigo, alertei que autocontenção não funcionaria, porque Moraes é bandido e eles só entendem uma linguagem: a da força.
Não a toa o único momento que vimos o regime notoriamente acuado - e nestas oportunidades eles não cometem abuso de poder - e até mesmo um dos seus aposentando-se antecipadamente (Barroso) foi por conta das sanções americanas de retirada de visto e Magnitsky (OFAC).
Assim sendo, seguiremos trabalhando aqui de fora, contra Moraes e seus aliados que como ratos corroem as instituições brasileiras.
Essa declaração de André Mendonça passou quase despercebida no caos da sessão de terça-feira - e esta foi uma das falas mais importantes e legítimas daquele plenário.
Quando apareceu no material do caso Master a história de que um advogado ligado a Daniel Vorcaro teria levado Mendonça a uma alfaiataria para fazer um terno, induzindo a opinião pública a pensar que as roupas pudessem ter sido custeadas por terceiros, o ministro não hesitou: apresentou a nota fiscal e foi buscar a fatura de seu cartão de crédito de dois anos atrás para provar que ele próprio havia pago pelas roupas.
Esse é o ponto.
Quando surgiu uma suspeita sobre seu nome, Mendonça respondeu com documentos: apresentou as provas e colocou os fatos à disposição para o devido escrutínio.
Alexandre de Moraes é o epicentro desse relatório, Paulo Gonet aparece dezenas de vezes no material, e Dias Toffoli também foi alcançado pelas revelações envolvendo o Banco Master. Até hoje permanecem questões sobre sua relação com o resort Tayayá. Mas nenhum deles teve a mesma atitude de André Mendonça.
Moraes nega as mensagens atribuídas a ele. Então, por que não colocar à disposição da investigação os elementos capazes de esclarecer definitivamente essa questão? Por que não disponibilizar, mediante os procedimentos legais cabíveis, seus aparelhos para uma perícia profunda que possa confirmar ou destruir, de uma vez por todas, aquilo que consta do material apreendido pela Polícia Federal?
Quem exerce cargo público - sobretudo no topo do Poder Judiciário e do Ministério Público - tem uma obrigação moral ainda maior de colocar seus atos sob escrutínio. Documentos, registros e, quando legalmente pertinente, aparelhos devem poder ser examinados e periciados para que os fatos sejam esclarecidos.
Mendonça fez isso diante de uma suspeita envolvendo um terno. Agora, diante de questões infinitamente mais graves, vimos ministros colaboracionistas tentando derrubar o relatório, questionar a investigação e impedir seu avanço.
É essa diferença de postura que esta declaração de André Mendonça demonstra. E esse deveria ter sido o centro daquela sessão.
Ministro FUX - da Segunda Turma estará como juiz do caso Master no lugar do Ministro Gilmar Mendes.
Sai quem vende sentença e entra quem MANDA CUMPRIR SENTENÇA-- Arrocha FUX