@ASachsida@FlavioBolsonaro Esse ai so engana trouxa. Ja deve ter comprando mais umas 3 mansoes nos USA em dinheiro vivo. Parça do Vorcaro, do C.V e da milicia do RJ. Nao é uma familia é uma quadrilha. Quer saber quantos imbecis tem no Brasil? So contar os votos dele em outubro.
@Metropoles Nao é um preso comum. É um golpista, incentivou e apoiou ataques terroristas, bloqueio de rodovias. Teve maluco se explodindo na frente do STF. Essa desgraça dessa familia tinha que ser expulsa do pais. Canalhas golpistas. Usam ate a fe das pessoas em beneficio próprio
@CNNBrasil Kkkk essa mídia brasileira é a maior vergonha desse país. Arrumam institutos de.fundo de quintal para divulgarem pesquisas fakes para ajudar a direita. Mas o povo nao é bobo. Fica so a.vergonha para eles mesmos.
ATENÇÃO!! Candidatos da família Bolsonaro no Rio de Janeiro:
-Governador: Bacellar - preso por ser FACCIONADO
- Senador 1: Cláudio Castro - sofreu operação da PF pro ser FACCIONADO
- Senador 2: Márcio Canella - preso por ser FACCIONADO
- Deputado Estadual: TH Joias - preso por ser FACCIONADO
Deputado Federal: Sóstenes - sofreu operação por ROUBAR DINHEIRO PÚBLICO
SÓ TEM BANDIDO!!!
🚨 AGORA: O governo brasileiro reagiu com força a mais um ataque de Flávio Bolsonaro contra o país.
Em nota, afirmou que o senador usou uma audiência nos EUA sobre o tarifaço, medida que ele mesmo apoiou, para “convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país” e fingir que defende o Pix.
A Secom também cobrou explicações sobre sua relação com o “irmãozão” Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
SEGUE NOTA NA ÍNTEGRA👇🏾
📝🇧🇷 NOTA À IMPRENSA SOBRE PARTICIPAÇÃO DO SENADOR FLÁVIO BOLSONARO EM AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A SEÇÃO 301
O governo brasileiro repudia a intervenção do senador Flávio Bolsonaro em audiência pública realizada, nesta terça-feira (7), pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), aberta à participação do setor privado e da sociedade civil para discutir a imposição de tarifas contra o Brasil.
Ao todo, 78 entidades e pessoas físicas se inscreveram para se manifestar sobre o tarifaço. Desse total (somando brasileiros e estadunidenses), 63 são contra o tarifaço, 15 são a favor. Das 44 intervenções de estadunidenses, 30 são contra o tarifaço e 14 a favor.
Entre os 34 brasileiros inscritos, só Flávio Bolsonaro não se posicionou contrário às medidas contra o Brasil, optando por sugerir o seu adiamento, com claro objetivo eleitoreiro. Em vez de rebater as alegações infundadas do governo norte-americano para taxar o Brasil, o senador optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores do nosso país.
O senador não negou que a campanha promovida por sua família e seus aliados esteve na origem do tarifaço contra o Brasil. Tampouco aproveitou a audiência de hoje para reconhecer que errou ao contrariar os interesses do povo brasileiro.
O senador defendeu a revogação de decretos brasileiros que previnem a circulação de conteúdos criminosos e enfrentam a violência contra mulheres no ambiente digital. Isso só interessa a dois grupos: quem lucra com o caos e quem precisa dele para cometer crimes.
Ao citar o caso Master, maior esquema de corrupção da história do país, omitiu sua origem vinculada ao governo de Jair Bolsonaro. Também esqueceu de mencionar seus pr��prios vínculos com Daniel Vorcaro, para quem pediu mais de 130 milhões de reais para, segundo ele alega, produzir um filme sobre o seu pai.
Assim como o caso Master, os descontos ilegais que prejudicaram milhões de aposentados e pensionistas do INSS também começaram no governo Bolsonaro. Foi no atual governo que o esquema foi desbaratado pela Controladoria Geral da União e a Polícia Federal e que 3,2 bilhões de reais que haviam sido desviados foram devolvidos para 4,2 milhões de beneficiários.
Ao contrário do que o senador Flávio Bolsonaro e sua família defenderam ao longo do último ano, ele agora tenta mudar o discurso e passar a imagem de que defende o PIX. Mesmo assim, propõe subordinar o PIX aos interesses norte-americanos.
O governo brasileiro negocia ininterruptamente com os Estados Unidos desde julho de 2025 para reverter as tarifas aplicadas injustificadamente contra o Brasil. Por meio de reuniões, cartas, telefonemas e encontros no mais alto nível, temos demonstrado que as tarifas não têm fundamento.
Esta manhã, enquanto o senador Flávio Bolsonaro tentava politizar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos, funcionários do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; Itamaraty; Ministério da Justiça; e do Palácio do Planalto mantinham reunião com técnicos do USTR para desfazer o tarifaço contra o Brasil.
Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro.
_Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República_
DECLARAÇÕES FORTES!
Após o apito final, o técnico do Egito, Hossam Hassan, fez duras críticas.
🗣️ "Vou dizer o que penso independentemente das consequências. Esta foi claramente uma partida manipulada e o mundo inteiro viu isso."
🗣️ "E quero dizer mais uma coisa: se eles querem tanto que a Argentina vença, por que chamam todo mundo para vir e participar?"
🚨🗣️ Zlatan Ibrahimović: "I don't understand how Argentina always gets favoured by FIFA, they clearly disallowed a legal goal of Egypt and they gave Argentina 8 Penalties in the last 12 World Cup games, I don't understand why the other countries are letting it happen".
🚨🗣 Egypt's Coach Hossam Hassan couldn't control himself after full-time:
"I will say what's on my mind regardless of the consequence, this was clearly a rigged match and the whole world saw it"
"And I want to say one more thing, if they want them [Argentina] to win so bad, why call everyone to come and participate?"
LAPADA! Haddad arranca aplausos ao falar sobre pagamento da dívida de R$ 170 bilhões deixada por Bolsonaro:
“Colocam na minha conta, mas fui eu quem quitou a dívida do governo anterior. Prefiro a fama de gastador à de caloteiro”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem do que se queixar. Seu principal adversário na disputa eleitoral, o senador Flávio Bolsonaro, não para de dar tiros no próprio pé. O mais recente foi um documento de 86 páginas que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro enviou ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para implorar ao governo americano que suspenda um novo tarifaço contra o Brasil até a definição das eleições, em outubro.
O senador argumentou que a imposição de tarifas fortaleceria as chances eleitorais de Lula, como aconteceu há um ano, quando os Estados Unidos impuseram um tarifaço. O raciocínio é simples: como a família Bolsonaro trabalhou incessantemente para persuadir o governo americano a punir o Brasil em razão da prisão do ex-presidente, qualquer medida tomada por Washington contra o País é automaticamente vista como resultado dessa influência.
Está claro, portanto, que o único objetivo de Flávio com sua carta não é tentar dissuadir o governo americano a desistir das tarifas, e sim evitar que Lula fature politicamente com esse novo ataque ao Brasil.
Trata-se de algo assombroso mesmo para alguém como Flávio, tão subserviente ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Poucos dias antes, o senador já havia oferecido a Trump a possibilidade de palpitar abertamente no processo de transição de governo no Brasil caso seja eleito, um evidente absurdo.
Agora, no momento em que o governo brasileiro envia sua defesa contra a ameaça de outro tarifaço dos Estados Unidos, Flávio dobra a aposta e trabalha com afinco para atrapalhar o Brasil em nome de seus projetos políticos.
Flávio Bolsonaro parece muito mal assessorado. Compreende-se a apreensão do senador com os danos eleitorais causados pela imposição de tarifas americanas contra o Brasil, porque não é possível dissociá-las de seu sobrenome. Mas a iniciativa de pedir ao governo americano que espere as eleições para castigar o Brasil mostra que o senador não tem a menor consideração pelo país que pretende governar e que a única razão de sua candidatura é derrotar Lula.
Por tabela, Flávio convidou Trump explicitamente a interferir na eleição brasileira ao vincular a imposição de tarifas ao calendário eleitoral, o que é um verdadeiro atentado à democracia do País. Em troca, o senador ofereceu aos americanos uma “busca agressiva” de acordos comerciais, o que passaria pelo abandono do Mercosul. Prometeu também rever a carga tributária sobre cartões de crédito, dominados por empresas americanas, e zerar as tarifas sobre o etanol americano. É o pacote completo da subserviência. (Editorial do Estadão)
Advogado foi executado com 11 tiros em meio ao caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Richarlison
O assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, executado com 11 tiros em fevereiro de 2024 em frente à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Centro do Rio de Janeiro, voltou ao centro das atenções após o jogador Richarlison relembrar a disputa judicial envolvendo uma mansão de cerca de R$ 10 milhões em Angra dos Reis.
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Políticas para as mulheres começam pela garantia do direito à vida. Com o Pacto Brasil contra o Feminicídio, o Governo do Brasil está trabalhando para fortalecer a proteção às mulheres em todo o país.
Hoje, iniciamos a entrega de 50 unidades móveis das Salas Lilás, que vão levar acolhimento, orientação e atendimento jurídico para mulheres em situação de violência, inclusive nas regiões mais remotas do país.
Mais proteção, mais cuidado e mais acesso aos direitos para as mulheres do Brasil. 💜
🎥 Audiovisual/PR
🚨 Bolsonaro deixou um rombo de R$ 170 BILHÕES.
A bagunça foi tão grande que até Tarcísio teve que ir a Brasília cobrar Haddad por um calote que Bolsonaro, aliado dele, deixou para São Paulo.
Haddad recebeu o problema e colocou o Brasil de volta nos trilhos.
Hotel de Trump ligado a Paulo Figueiredo naufraga e vai parar com credor após falência
O antigo hotel de Trump na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, terá um novo destino após a falência da LSH Barra Empreendimentos Imobiliários, empresa que teve o bolsonarista Paulo Figueiredo como CEO. O imóvel será assumido por um fundo da Polo Capital, credor do empreendimento.
A nova frente do caso surge com a falência da empresa deixa um prejuízo estimado em cerca de R$ 400 milhões, em valores corrigidos, para fundos de pensão e institutos de previdência que financiaram o projeto. O empreendimento foi vendido como aposta de luxo para aproveitar a demanda das Olimpíadas de 2016, mas terminou marcado por acusações de fraude, desvio de recursos e fracasso comercial.
Segundo o Metro Quadrado, o plano da Polo Capital é reformar o prédio para atrair uma nova bandeira hoteleira e tentar reposicionar o ativo no mercado do Rio. O imóvel chegou a ser avaliado em R$ 158,6 milhões em leilão judicial, mas não recebeu interessados.
Como ninguém arrematou o prédio, a propriedade foi transferida ao fundo credor porque o ativo estava dado em garantia em debêntures. Os antigos donos têm 30 dias para deixar o imóvel após a decretação da falência.
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