Foi encaminhado hoje ao Congresso, com urgência constitucional, um projeto que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada para 40 horas semanais, sem redução de salários.
A iniciativa parte do compromisso do presidente Lula com a dignidade das famílias, fruto de escuta e da compreensão da vida de quem constrói o Brasil todos os dias.
É mais tempo para acompanhar o crescimento dos filhos, para o descanso, para o lazer, para estar junto de quem ama. Um avanço importante rumo a um Brasil mais justo e com mais qualidade de vida.
🚨 VEJA l Primeira-ministra da Itália rebate Donald Trump após presidente dos EUA dizer que ela 'não se importa' se o Irã tem uma arma nuclear:
"Pelo que sei, nove nações possuem armas nucleares, mas apenas uma já as utilizou. Essa nação são os Estados Unidos. O Sr. Trump precisa reduzir a escalada. Ninguém lança ameaças nucleares como Washington faz, e ele deveria medir suas palavras", disse Meloni
Bruna Lombardi não decepciona nunca. Linda, aos 73 anos, manda um recado a quem insiste em votar nessa gentalha da extrema-direita:
"Não adianta a abelha tentar convencer a mosca que MEL (LULA) é melhor do que MERDA (FLÁVIO). Cada um faz a sua escolha"
Simples assim.
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao Tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar, por meses, o pagamento de parcelas de sua dívida com a União.
A Nota Técnica SEI nº 1.488/2026, do Ministério da Fazenda, confirma o que os fatos já demonstravam: o mesmo agente que hoje agride o Tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal, com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais.
A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de “ativismo judicial” e a ataques à honra dos ministros. É a política do utilitarismo: o STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição — e não conforme a conveniência de ocasião.
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