Se a Europa dos últimos vinte anos se tornou um enredo de tabus, para Soares não havia tabus: fossem eles a Europa federal, um exército europeu ou um imposto europeu. Aos que entoavam o refrão da soberania atraiçoada, respondia-lhes que a soberania era um problema de outro tempo.
@joaooliveiracdu Quando fala em investir na paz, refere-se, por exemplo, a comprar umas paletes de pombinhas brancas, com fundos europeus, e libertá-las na Praça Vermelha?
Motivada pelo mais rasteiro oportunismo, Le Pen cortou com o esfuziante fascista que aperta a mão a Ventura. E Ventura? Vai cortar com o amigalhaço que há uns meses trouxe à Assembleia da República?
https://t.co/LzeQD5kopb Vejam-me estes hipócritas. Há um ano, esta senhora compareceu perante uma comissão de inquérito na Assembleia Nacional francesa, que concluiu pelas suas ligações perigosas a Putin.
Quantos preconceitos deste teor é que os nossos emigrantes tiveram de enfrentar por esse mundo fora? O PAR não se enxerga? Não se dá ao respeito? Bravo,@Alexandrarfl !
"Até à data, desconhecemos a posição da AD sobre as alianças já consumadas pelos seus congéneres europeus com a extrema-direita, nalguns países". E ninguém lhes faz a pergunta.
https://t.co/ife9NhVcN9
"A grande ameaça à União Europeia é hoje o medo do futuro. Mas para os albaneses, como para os ucranianos, o medo do futuro é ficarem à porta da UE. Esse é um medo que não devemos consentir. Um medo que devemos cancelar". Adicionem-se os georgianos.
https://t.co/Fadv8PQUXn
By pushing through its Russia-modelled "foreign agents law", Georgia‘s ruling party endangers the country's EU accession prospects.
This law de facto curtails civil society and independent media. It is incompatible with EU values and membership criteria.
The mass protests also show that the law goes against Georgian people‘s will for democratic reform and a European future.
O melhor texto sobre o infame e cruel ataque a imigrantes ocorrido no Porto, há dias, vem do líder da bancada municipal de Rui Moreira. Lendo-o, sei que pertencemos à mesma comunidade política, apesar de divergirmos democraticamente em muitos assuntos.
Como Putin ignora a existência de Tânger-Corrêa, este que desafie um dos escudeiros do autocrata russo. Tem muitos à escolha na sua família política europeia: Salvini, Orban, Le Pen, Maximilian Krah e outros confrades do Chega. Se não tiver o telefone deles, peça ao Ventura.
Saúdam, dizem eles… Nestes oito anos, nunca os ouvi saudar um projeto ou investimento que fosse na área da energia, dos muitos que se devem ao arrojo do PS e colocam o país na linha da frente. A postura do PSD foi sempre de rejeição, crítica, sarcasmo e miserabilismo.
O Banco Europeu do Hidrogénio vai apoiar sete projetos, entre eles, dois portugueses, com cerca de €720 milhões de euros. O Ministério do Ambiente e Energia saúda o Grey2Green-2 e o MP2X e está confiante de que as candidaturas portuguesas cumprirão os encargos assumidos.
FRASE DO DIA
“Mas, sejamos claros, não há como reparar crimes tamanhos, salvo no plano simbólico. Os mortos são irreparáveis. O que se pode é cuidar dos vivos. E cuidar dos vivos significa intensificar a cooperação com os países que sofreram os horrores do colonialismo”
Alguém que explique ao João Cotrim de Figueiredo que a sua família política europeia não é sectária como a IL. Alguém que lhe diga que, no PE, o Renew (ex-ALDE) consegue entender-se com o S&D, os Verdes e o PPE nas mais variadas matérias. Não sabia? Ainda está muito verde.
⚠️ ANTÓNIO COSTA NÃO SERVE PARA PRESIDIR AO CONSELHO EUROPEU E O GOVERNO NÃO O DEVE APOIAR
Entrevista de João Cotrim Figueiredo, candidato da IL às Europeias:
❓ Deixe-me voltar um bocadinho atrás sobre os designados lugares de topo da União Europeia. Alguma vez a Iniciativa Liberal e a família europeia a que pertence, apoiariam o nome de António Costa para a liderança do Conselho Europeu?
Não, mas não tem a ver com a sua nacionalidade, nem muito menos com o seu partido de origem. Tem a ver com a experiência que tivemos em Portugal de oito anos de governação de António Costa, que foi alguém que fugiu, como o diabo da cruz, a fazer qualquer espécie de reforma estrutural e a assumir aquelas ruturas mais arriscadas do ponto de vista eleitoral e político, coisas que na Europa são absolutamente essenciais. Alguém que diz que se arrepia quando ouve a palavra reformas estruturais, alguém que deu provas durante oito anos que não quer arriscar, não é a pessoa indicada.
❓Seguindo esse raciocínio, o Governo português devia abster-se de apoiar o nome de António Costa na eventualidade de ser apontado para o Conselho Europeu?
Sempre tive enormes dúvidas em perceber o raciocínio de que ter alguém da nossa nacionalidade beneficia os nossos interesses. A essência da política deve ser que, se há medidas a serem tomadas, se há reformas a serem feitas, se há interesses a ser defendidos, qual é a pessoa mais capaz de o fazer, independentemente da idade, da nacionalidade, da origem e da afiliação política. Jacques Delors fez muito mais pelos interesses portugueses do que Durão Barroso.
👉 Entrevista completa: https://t.co/3d9U3pywiu
Como é que se pode considerar extemporâneo o tema da reparação das ex-colónias justamente no ano em que celebramos os cinquenta anos da Revolução que pôs termo ao colonialismo?
https://t.co/hhYsW4jeO7
Mas já não a preocupam as alianças entre partidos da sua família política europeia com partidos da extrema-direita nuns quantos governos na Europa. Daí não virá mal algum para o Estado de Direito. Aliás, já não lhe causava espécie que o PP tivesse formado governo com o VOX.
Pedro Sánchez sequestrou e paralisou Espanha à conta de uma suposta reflexão que não passou de chantagem. É a tentativa de legitimar o que se seguirá: o ataque à independência dos tribunais e à liberdade de imprensa. Espanha tem um problema de Estado de Direito. É Sánchez.
Note-se que o mesmo PSD aprovou uma recomendação para um monumento comemorativo da Revolução de 1820 (tal como o PS) e uma estátua dedicada ao General Pires Veloso, em 2015, ator maior do 25 de Novembro. Deve ser a tal doutrina do Abril "moderado".
A bancada do PSD na Assembleia Municipal do Porto, cujo líder, Miguel Corte-Real, preconiza alianças com o Chega, acaba de votar contra uma recomendação do PS para a criação de um memorial dedicado aos 50 anos do 25 de Abril, sem ao menos fundamentar a sua posição.
A bancada do PSD na Assembleia Municipal do Porto, cujo líder, Miguel Corte-Real, preconiza alianças com o Chega, acaba de votar contra uma recomendação do PS para a criação de um memorial dedicado aos 50 anos do 25 de Abril, sem ao menos fundamentar a sua posição.