café da manhã com exu:
“a única cabeça que eu consigo carregar é a minha.”
tem gente que passa a vida adoecendo porque decidiu assumir responsabilidade por escolhas que nunca foram suas. tenta salvar quem não quer ser salvo, explicar o óbvio pra quem escolheu não entender e carregar problema de adulto como se fosse obrigação própria.
cada um precisa aprender a sustentar o peso da própria cabeça. podemos aconselhar, estender a mão, avisar que o buraco está na frente. agora, se mesmo assim vc quiser pular, eu não vou me jogar junto só pra provar que me importo.
amor não é carregar ninguém nas costas. cuidado também é saber onde vc termina e o outro começa. cada cabeça com seu mundo, cada escolha com sua consequência. eu já tenho a minha pra manter em pé.
BE PROUD OF YOUR VULVA.
SOME LADIES HAVE LOST SELF ESTEEM BECAUSE A GUY OR LADY HAD MADE FUN OF THEIR VULVA.
NO TWO VULVA(S) ARE THE SAME
The Quiet Geometry of Her Body And Why the Vulva Needs No Apology
There is a silence that follows the word vulva, and it is not an innocent silence, and it is not accidental. It is the kind that is taught, and passed down, and wrapped in shame so delicately that many women grow into adulthood never quite looking at themselves, and never quite naming what is theirs. But the vulva is not a secret to be kept,it is a story to be understood.
And as a gynaecologist, I have seen many vulvas. Not one or two, but hundreds, and then thousands. And what becomes clear, over time and with quiet observation, is this: there is no single shape that is “normal,” and there is no single version that deserves celebration more than another. There are labia that are full and soft like folded petals, and others that are slender and tucked like whispers. There are colours that deepen into dusk, and others that remain light like morning. There are asymmetries—because the human body, in all its honesty, rarely seeks perfection.
And still, women ask, “Is mine okay?”
Because somewhere along the way, we taught women to measure themselves against edited images, and curated fantasies, and a kind of aesthetic that was never designed with real bodies in mind. And so she looks, and she compares, and she wonders if she is too much, or too little, or too different. But difference is not a flaw, it is the language of the body.
The vulva is not meant to look like a template. It is not manufactured symmetry; it is lived anatomy. It responds to hormones, and age, and childbirth, and desire. It changes, and adapts, and carries history in its folds. And yes, it can be soft, and bold, and unapologetically present, because it was never created to be hidden in shame.
And perhaps the most radical thing a woman can do is to look at herself, not quickly, not critically, but with a kind of gentleness. To sit with her own body and say, this is mine. Not borrowed, not corrected, not compared. Because pride, real pride, does not come from fitting into a narrow definition of beauty, it comes from understanding that your body was never wrong to begin with.
And so, we must begin to speak differently. To teach differently. To raise girls who do not flinch at their own reflection, and who do not inherit the quiet discomfort of generations before them.
Because the vulva, in all its shapes and shades and stories, is not something to fix. It is something to honour. And that, perhaps, is where the silence finally breaks.
Neste dia em que sanciono o Projeto de Lei que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, peço um minuto de silêncio em memória daqueles que nos deixaram em decorrência da pandemia. A cada família que perdeu um ente querido, a cada brasileiro que perdeu um amigo, uma amiga, deixo um fraterno abraço.
Neste dia, é importante também fazer um reconhecimento ao SUS. Que é feito por nossa gente, que se manteve firme quando a população mais precisou. Médicos e médicas, enfermeiras e enfermeiros. Motoristas, pessoas que lavam as roupas, que limpam o chão dos nossos hospitais e recepcionam os pacientes. Arriscaram suas vidas para proteger a do próximo. A todos vocês, que fizeram e fazem o SUS, o meu muito obrigado. E a cada brasileiro e brasileira que atuou de forma voluntária para ajudar a nossa população, deixo também a minha gratidão.
A discussão aqui não é se vc gosta ou não do Thiago avila.
A questão é a tentativa constante de Israel de criminalizar os humanitários.
Os humanitários são essenciais para diminuir os danos de conflitos sobre os civis e eles são protegidos pela convenção de Genebra.
O ataque contra a flotilha e o sequestro do Thiago , são ataques contra todos os humanitários.
Nesta terça 5 de maio estaremos reunidos para repudiar a criminalização da defesa do povo palestino .
Nossa contra ofensiva é aumentar a mobilização e barrar a lei da tabata.
Emicida dedica show à Palestina e meninas iranianas assassinadas por "israel" e EUA em escola: "Não parem de falar da Palestina"
No telão de show em São Paulo, o rapper exibiu a mensagem: "Dedicado às 168 meninas assassinadas em uma escola do Irã pelos amigos de Epstein"
Dia do Trabalhador é mais do que parabéns.
É sobre acordar cedo, trabalhar muito
e ainda assim ter pouco tempo para viver.
Por isso a escala 5x2 importa tanto.
E vale lembrar: democracia é o nosso direito de ser ouvido e de influenciar decisões que afetam a nossa vida.
Pesquise, conheça melhor quem você elege!!! O seu político de estimação está alinhado com o que você pensa e precisa?
En l’honneur de la #lesbianvisibilityweek
À toutes les lesbiennes qui ont pris soin des hommes gays au début de l’épidémie de VIH-SIDA dans les années 80, alors que l’État, les médecins, familles les laissaient crever
Ce n’est pas pour rien que le L est la première lettre de LGBT