Moral da história, NA PRÁTICA:
1- estados pró-Flávio puderam votar até as 17h
2- estados pró-Lula seguem votando até as 19h.
QUE VÁRZEA BICHO!!!!!!!!!!
Tudo o que estamos vendo faz parte do processo de politização do STF. Zanin não poderia nem deveria emitir uma decisão que sobrepusesse o Tribunal Superior Eleitoral, que administra a eleição. O próprio Ministério Público Eleitoral já havia se pronunciado contrariamente à prorrogação do horário de votação. O caos criado por Zanin é gravíssimo.
A verdade é que não vai mudar nada!
Mas o que aconteceu hoje serve pra escancarar que a verdadeira ameaça à democracia brasileira é o STF
Não dá mais para aceitar
Golpe é o STF passar por cima do TSE. Golpe é o PT escolher um ministro do STF que foi advogado de Lula, qdo recentemente ficou proibido este tipo de prática. Nunca foi pela prorrogação. O objetivo é tumultuar o pleito assim como tumultuaram a sessão do STF para impedir se investigavam Moraes. É o sistema agindo pela manutenção de um sistema podre de poder.
Aparentemente, a secretaria judiciária do STF ignorou abertamente as travas de distribuição da Resolução STF nº 921/2026. Em vez de passar pela triagem da Presidência e respeitar a prevenção do relator da ADPF 1.013, o processo foi direcionado a Zanin — ex-advogado de Lula —, que permitiu o pleito aberto com parciais ao vivo.
Um crime de responsabilidade cometido pelo ministro do Zanin do STF que gera um clima próprio para um golpe de estado promovido por uma decisão monocrática e usurpadora da
competência constitucional do TSE
Zanin, advogado de Lula, resolveu interferir nas eleições e adiar o horário quando a votação já estava encerrada.
A decisão é ilegal e extremamente grave, além de abrir um precedente perigoso.
O PT se recusa a deixar o poder e incita o ódio à base de mentiras.
The international community should see these images and hear @brunoreisba, Salvador’s mayor, account.
Reis has published security camera footage that shows people placing @LulaOficial’s Workers’ Party (PT) stickers on public buses inside a Salvador garage before dawn on election day.
He explains that operators delayed departures to remove the campaign material. The city then ordered the buses released even with the stickers to prevent further disruption to voters. That account deserves scrutiny alongside the accusations that Lula’s administration deliberately obstructed voting.
Who organized the stickering? Who authorized the delays? When did buses actually leave the garages? What do the GPS and dispatch records show?
The footage alone cannot answer every question but neither can accusations substitute for an investigation.
The world is watching.