Brasileiros fazem de conta que "odeiam" a Argentina no futebol, mas na verdade é pura inveja.
É inveja porque veem nos times deles o que os nossos não têm - e nunca tiveram; os nossos tiveram, sim, durante muito tempo, muito mais talento; mas não é disso que se trata, obviamente.
Fingem torcer contra, influenciados por uma maçaroca midiática que vai de Galvão Bueno ("ganhar é bom, mas ganhar da Argentina é melhor") a recorrentes "casos de racismo" (racismo que antigamente era um assunto sério, mas hoje quase que invariavelmente é reduzido a algum boçal, normalmente alcoolizado, fazendo caretas na arquibancada).
A gana de vencer e nunca desistir, a dedicação genuína, abarcando todos os sentidos simbólicos da expressão "vestir a camisa", a coesão entre campo e arquibancada: tudo isso neles é absolutamente incomparável.
Até mesmo no futebol de clubes é incomparável: os nossos clubes, muito mais ricos e há bastante tempo dominantes no continente (a ponto de tirarem inúmeros bons jogadores deles), é feito na (quase) totalidade de torcidas mimadas, que não sabem perder e que, não raro, deixam de apoiar e passam a vaiar os próprios times no decorrer dos jogos mais difíceis, nos dias em que eles mais precisam.
Com a seleção é ainda pior: a seleção brasileira sequer tem uma torcida. O valioso ativo administrado pela obscura CBF, há muito tempo e por muitas razões, perdeu totalmente a identidade com o país e com o futebol aqui praticado. A paixão que havia (e havia, eu me lembro) deve ter se perdido, não tenho bem certeza, lá pelos anos 80: em 82 realmente chorou-se, sem sentido figurado, pela dolorosa derrota.
Depois tudo foi esfriando pouco a pouco, até chegar aos dias de hoje, em que a imprensa e os anunciantes precisam fazer cada vez mais força para insuflar nas pessoas o tal sentimento de unidade nacional, em um povo que não se "une" mais, faz tempo, por coisa nenhuma.
Nossos atuais "craques", jovens milionários sem expressão, como se fossem todos iguais, sem voz, sem opiniões, completa e permanentemente blindados por staffs que lhes dizem exatamente o que dizer e o que não dizer, com seus cremes e perfumes, suas roupas de marca, suas dancinhas, suas vidas perfeitas, com belas esposas e lindas famílias, com suas postagens quase que invariavelmente adornadas por trechos bíblicos e de nenhum conteúdo, não despertam paixão em ninguém;
e, quando enfim colocados à prova, mostram que a desconfiança era justificada.
Quanto aos guerreiros argentinos, que vocês fingem odiar para disfarçar a inveja, resignem-se, brasileiros:
eles JÁ ganharam.
Pouco importa o resultado do jogo final, eles já ganharam e receberão em seu país as honras de vencedores. Porque tem ali um tutano, uma macheza, uma fibra (essas coisas que os nossos não têm) que será reconhecida e reverenciada, ainda que não levem a taça na bagagem.
Desista de torcer contra: porque de nós, sem ter que nos enfrentar, eles ganharam de goleada.
Yes, those photos you’ve seen are real.
More than 18 years ago, a baby named Lamine Yamal and his mom Sheila met Lionel Messi at a UNICEF fundraising photoshoot.
Today, their achievements on the pitch inspire millions. Off the pitch, both Messi and Lamine Yamal use their voices and platforms as UNICEF Goodwill Ambassadors to support and advocate for children around the world.
The goal? That every child survives, thrives, and fulfils their potential.
We are proud to have them on our team.
Credit: Joan Monfort
Getting serious for a second I think that if there's anything the reaction to Argentina at the WC exposed is that most people don't really believe in anything, they just need a cheap and "undeniable" excuse to hate, deep inside they're still as violent as ever
@mark1nhu@Speedkicks@LotusAsakura You are right. I meant to say he is the more 'complete' scorer, in the sense that he can score headers and with both feets. He also was a monster back on his best days and scored a lot of screamers from some crazy distances.
“Where’s Ronaldo’s WC at 41? Yamal won it at 19.”
“Put Bellingham’s World Cup on the table.”
“Yamal Ballon d’Or at 19.”
“Messi has back-to-back WC trophies.”
“Messi’s 9th Ballon d’Or.”
every time a big european team loses against a south american one, the "oh they are so savage and unsportsmanlike, not like our noble football players who never foul" starts