Desafio proposto, é desafio concluído com sucesso! 😉 Muito obrigada, @oBoticario por todo amor e carinho em forma de interação e mimo. 💚 Minha skincare ficará 100% completa com este segredinho de milhões da Ingrid. #BotiMeNotou#BotikAntiderretimento
@bringmethelena_ Eu terminaria também, porque acho que uma das principais coisas pro relacionamento dar certo, é justamente esse cuidado, essa valorização. E uma vez que, o cara prefere valorizar os colegas de serviço ao invés da namorada, é motivo mais que o suficiente pra cair fora.
Todo mundo que assistiu à entrevista, inclusive quem não gosta do presidente Lula, esperava que a Globo perguntasse sobre projetos, sobre o que ele fez até agora e, principalmente, sobre o que pretende fazer nos próximos quatro anos.
Havia muito o que perguntar.
O Brasil sofre ataques gravíssimos à sua soberania, com interferências externas explícitas. Não foi perguntado. Poderiam ter aprofundado na isenção do Imposto de Renda, o fim da escala 6x1, o Pé-de-Meia e tantas outras políticas que mexem diretamente com a vida das pessoas.
Mas a escolha foi outra: tentar viver do passado, ressuscitar velhos fantasmas e reconstruir o mesmo personagem que aparece em toda eleição, depois desaparece, apesar de anos de investigações que nunca conseguiram provar aquilo que tentaram transformar em verdade.
Só que Lula não deixou.
Ele falou do presente. Falou do que seu governo fez. Falou do que está acontecendo no Brasil. Lembrou, uma vez, duas vezes, quantas fossem necessárias, dos assuntos que deveriam ter sido objeto das perguntas. Falou da fome que voltou com o golpe de 2016 e foi embora nesse seu mandato! Sim, saímos da fila do osso.
E o que aconteceu hoje é muito grave para o jornalismo brasileiro.
Se até aqui parecia que estávamos assistindo ao velório do jornalismo da Globo, hoje assistimos ao seu enterro. O que se viu foi menos jornalismo e mais um grande aglomerado de opiniões, enquadramentos e interesses políticos.
A Globo mostrou, mais uma vez, de que lado escolhe estar quando os interesses do Brasil entram em conflito com os interesses de quem sempre tratou este país como território a ser tutelado.
E fica uma sensação muito clara: para determinados setores, a democracia só serve enquanto produz o resultado que eles desejam.
Se for necessário atacar um presidente eleito, ignorar suas entregas, apagar o debate sobre soberania e tentar novamente impedir que um ex-operário e sindicalista governe o país, eles farão.
Mesmo que o preço seja entregar novamente o Brasil.
Mesmo que o preço seja destruir aquilo que o povo brasileiro está reconstruindo.
@michelyngstad Eu tô pensando seriamente em voltar pra lá, mas ao mesmo tempo, eu não consigo me desvincular daqui. Perdi de ganhar mimo da americanas por falta de notificação de mensagem recebida neste ano.
@bringmethelena_ Sua amiga está certíssima nessa situação. Ela não tem obrigação nenhuma de tomar a frente e cuidar do sogro, sendo que ele mesmo deixou claro que ela por ser nora não é parte da família. Se fosse comigo, agiria da mesma forma.
Eu acho que a gente ainda não entendeu a gravidade do que está acontecendo. E, quando eu digo “a gente”, estou falando de todo mundo: da política, dos políticos, da esquerda, de todo mundo.
Existe, sim, uma Farsajato em andamento. Não dá para fingir que não estamos vendo novamente o modo “atacar Lula” sendo ativado para impedir sua reeleição, em meio a toda essa interferência dos Estados Unidos. A gente não pode ter medo de nomear as coisas.
Sim, existe uma Farsajato. Sim, André Mendonça está blindando Flávio Bolsonaro, que até agora não explicou os R$ 61 milhões. Isso é muito grave, porque Flávio é o candidato. Onde foi parar todo esse dinheiro, que evidentemente não foi gasto naquele filme?
Ao mesmo tempo, vão atrás do filho do Lula, da amiga do filho, do primo, do tio, do periquito, porque sabem que demonizar o PT funciona. A gente vai assistir de novo à Globo demonizando o PT e deixar que façam tudo outra vez? Quem vai ser prejudicado somos nós, o povo.
Então, acho que está na hora de todo mundo parar de se acovardar e falar as coisas como elas são. A Globo está, mais uma vez, embarcando numa Farsajato 2.0. André Mendonça está blindando Flávio Bolsonaro e concentrando o ataque no filho do presidente Lula, que não é candidato.
Que medo é esse que a gente tem? O medo ajudou a abrir caminho para 2016. O medo ajudou a abrir caminho para 2018. A gente precisa exigir igualdade de tratamento. Ou André Mendonça reconhece que esse processo deve ir para a instância competente, ou dá ao caso envolvendo Flávio Bolsonaro o mesmo tratamento.
O que não pode acontecer é, debaixo dos nossos olhos, o presidente Lula ser atingido eleitoralmente por fatos que não são crimes dele, enquanto outras questões envolvendo o próprio candidato ficam em segundo plano.
Eu não entendo por que uma parte da esquerda tende a se acovardar diante disso, fica olhando para o céu esperando um milagre. Não vai ter milagre, gente. A gente precisa ter coragem de falar as coisas como elas são.
E não é simplesmente Lula ganhar ou perder uma eleição. É o povo voltar ou não para a fome. É a nossa liberdade. É a nossa democracia. É a soberania do país. É impedir que interesses externos decidam o nosso futuro e desmontem aquilo que é nosso.
Desculpa, mas eu não tenho medo. E acho que ninguém deveria ter medo de defender a própria liberdade, a própria pele e o próprio povo, porque é esse povo que vai pagar a conta de novo se tudo der errado.
@bringmethelena_ De nada, amiga! ❤️ Minha mãe sempre conversou abertamente comigo sobre todos os assuntos importantes da vida, desde que eu era criança. Sem tabus e restrições. Foi a melhor coisa pra mim, pois consegui ir entendendo muita coisa desde cedo, sem o choque de saber tardiamente.
@bringmethelena_ A morte é um fenômeno natural da vida que vai acontecer com todo mundo, mais cedo ou mais tarde. Acho que tratar desse assunto de forma natural, ainda mais com uma criança, pode ser a melhor coisa a se fazer, porque será uma maneira de prepará-la pra realidade da vida.