NOTA DE REPÚDIO A LULA
🇧🇷 O posicionamento do governo Lula diante das ações do regime iraniano é inaceitável. Ao adotar uma postura de apoio político a Teerã neste momento, o Brasil se coloca do lado errado de um conflito grave e ignora a natureza objetiva do regime que está defendendo.
O Irã não é um ator neutro no cenário internacional. Trata-se de um governo que financia e apóia organizações terroristas, que grita publicamente “morte à América”, que defende abertamente “varrer Israel do mapa” e que mantém um programa nuclear notoriamente para fins militares. Internamente, reprime sua população com violência sistemática, em especial contra mulheres, e milhares de mortos. Esses são fatos públicos e reiterados ao longo dos anos, repudiados por quase todos os países da região.
O Brasil não precisa se intrometer em conflitos regionais, nem assumir papel protagonista em disputas que não nos pertencem. O que não pode é escolher o alinhamento moralmente errado, legitimando um regime que promove instabilidade e ameaça países parceiros do nosso próprio interesse estratégico.
Registro minha solidariedade aos Emirados Árabes Unidos, ao Reino do Bahrein, países parceiros do Brasil, e a quaisquer outros que tenham sido covardemente atacados pela ditadura do Irã. São nações com as quais o Brasil mantém relações comerciais relevantes e diálogo institucional crescente.
Política externa responsável exige prudência e clareza. Neutralidade não é sinônimo de complacência, e contenção não pode significar apoio indireto a regimes que promovem terror, desestabilização e sofrimento.
🇺🇸 STATEMENT OF CONDEMNATION AGAINST LULA
The Lula government's stance regarding the actions of the Iranian regime is unacceptable. By adopting a position of political support for Tehran at this moment, Brazil is placing itself on the wrong side of a serious conflict and ignoring the objective nature of the regime it is defending.
Iran is not a neutral actor on the international stage. It is a government that finances and supports terrorist organizations, publicly shouts "death to America," openly advocates "wiping Israel off the map," and maintains a nuclear program notoriously for military purposes. Internally, it represses its population with systematic violence, especially against women, resulting in thousands of deaths. These are public facts, reiterated over the years, and repudiated by almost all countries in the region.
Brazil does not need to interfere in regional conflicts, nor assume a leading role in disputes that do not belong to us. What it cannot do is choose the morally wrong alignment, legitimizing a regime that promotes instability and threatens partner countries of our own strategic interest.
I express my solidarity with the United Arab Emirates and the Kingdom of Bahrain, partner countries of Brazil, and with any others that have been cowardly attacked by the Iranian dictatorship. These are nations with which Brazil maintains significant trade relations and growing institutional dialogue.
Responsible foreign policy demands prudence and clarity. Neutrality is not synonymous with complacency, and restraint cannot mean indirect support for regimes that promote terror, destabilization, and suffering.
@EnelClientesBR@EnelBrasil@radiobandnewsfm cidade de Niterói, Região Oceanica já vão mais de 2:00 sem luz por aqui. Estou em Itaipu próx a A. Central. Enel diz que só volta próx das 3:00 da madrugada ou só de manhã.
Só para constar: quando a Crusoé foi censurada por causa da reportagem “O amigo do amigo do meu pai” e fui intimado por Alexandre de Moraes a depor na PF por ter publicado matéria verdadeira, Toffoli me acusou de ser venal no jornal Valor. Pois é.