#Eleições2022 | A diversidade cultural brasileira sempre esteve ligada com a visibilidade de temas do cotidiano. Estamos num momento histórico decisivo para a democracia brasileira. Por isso, no dia 2/10, VOTE, com esperança, em quem defende um Brasil justo para todas as pessoas!
🌤️A retomada da democracia colocará a cultura em seu lugar de direito: o da construção de um solo comum de valorização das relações humanas, que respeita os direitos fundamentais e a participação dos sujeitos no fortalecimento das nossas instituições. Vem assistir o @jucaferreira
A História está em disputa, e a mesa 2 dos Seminários Cultura e Democracia revelaram como o conhecimento histórico, a valorização da memória e do patrimônio cultural são chaves essenciais para construir um futuro democrático. Com vocês, @aleribeirocps! Veja só 👇🏾
📌A guerra cultural é uma guerra contra a própria cultura! A mesa “Democracia, guerra cultural e disputa de valores” debateu fake news, guerras culturais, apropriações dos símbolos nacionais e como esses movimentos são avessos à própria cultura. Espia só👇🏾
A mesa sobre Arte e Cultura na sociedade digital trouxe um tema bem atual: os algoritmos! Na visão de @daniribas, o conhecimento matematizado dos algoritmos está assumindo o hall dos conhecimentos utilizados para entender o ser humano e seus comportamentos, inclusive os culturais
😎 A querida Renata Prado (@renattaprado) fez parte da mesa 5, que discutiu Diversidades culturais no Brasil atual, e mandou um papo bem reto: “Quando falamos em espaços políticos, estamos falando de rua. E é na rua que encontramos a cultura”.
🎙️ O “hino ao inominável” (@HaoInominavel) é uma iniciativa de diversos artistas, músicos, produtores e profissionais da comunicação para denunciar falas e ações criminosas do atual presidente da república.
Vem ver: https://t.co/o9pH8zCpdf
💫 A mesa 5 fechou a programação de mais um ciclo dos Seminários Cultura e Democracia! Ao longo de 5 dias, a cultura se manifestou pela defesa da democracia e da justiça social! Vem ver o resumão: https://t.co/SIYGmAPmAP
Passeamos por diversos temas: economia da cultura; memória, história e patrimônio cultural; arte e cultura na sociedade digital; democracia, guerra cultural e disputa de valores; e diversidades culturais no Brasil atual.
“Como caminhar junto sem violentar o outro? Essa é a questão. Quem não consegue escutar precisa sair do conforto e se colocar nessa posição de escuta”. Sandra Benites.
“A cultura branca acaba por marginalizar culturas não brancas. Então, quando discutimos demarcação de terra, falamos para além da questão espacial. Estamos falando dos vários aspectos do território, como a nossa existência e a nossa forma de se movimentar”. Sandra Benites.
"O funk é uma manifestação corporal e social de hábitos. Precisamos olhar para esses movimentos culturais para entender os jovens e buscar um espaço social agradável para todos". @renattaprado
“Na base desse modo de produção da existência, no âmbito micropolítico, é que se legitima e se naturaliza a violência, no campo macropolítico, que é a expropriação da vida dos humanos e todos os seres vivos”. Suely Rolnik.
"O tipo de repertório sociocultural instalado a partir do século XV, com a colonização, a escravidão, a inquisição e o início do capitalismo se coloca como o máximo aperfeiçoamento civilizatório. Junto com isso, institui-se uma hierarquia entre os grupos humanos". Suely Rolnik.
"A articulação pela libertação deve se dar para além das fronteiras nacionais, com uma perspectiva internacionalista de reconhecimento das opressões como parte de um projeto político mundial". Bianca Santana.
"Jovens, lgbtqia+, negras e negros, favelados, ribeirinhos e periféricos que formam a maioria do povo brasileiro". Bianca Santana.
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"O Brasil se vê diante de um espelho que evidência suas mazelas. O único contraponto de esperança a esse velho rosto branco, rico, heterossexual e cisgênero que ocupa o topo da pirâmide social e majoritariamente os espaços de poder está na potência transformada de mulheres".