URGENTE - ENTENDA O PET 15645
O Coaf restringiu a disseminação de alguns pontos do RIF por existir autoridades com foro do STF/STJ.
PF pedia acesso a estes dados.
Mendonça não decidiu.
O caso ficou parado desde 27 de março de 2026.
Deixa ver se eu entendi.
FLAVIO DINO autoriza uma mega operação para rastrear caixa 2 e desvio de emendas parlamentares com o filme.
Aí logo depois André Mendonça não só afasta o chefe da PF, da inteligência e paralisa as investigações
AGORA: Ministro André Mendonça, do STF, decide deixar a sociedade do Instituto Iter, fundado por ele. Ele teria encontrado Vorcaro em uma das unidades da empresa em São Paulo. Revista Fórum revelou que o instituto firmou R$ 10 milhões em contratos sem licitação.
ATENÇÃO: Em áudio recuperado no celular de Daniel Vorcaro, Nikolas Ferreira pede ajuda do banqueiro para intermediar negócio de assessor com o Banco Master. Parlamentar também teria oeganizado encontro de Vorcaro com o assessor dele em Brasília para tratar de negócios em torno de mineração. A conversa foi revelada pelo ICL Notícias. O deputado sugere encontro dele mesmo com o dono do Master e pede desculpas por ter criticado evento de Vorcaro. "Mas espero que tenha sido esclarecido, enfim, depois vamos marcar da gente se encontrar também, tá bem? Um abraço, lindão", afirmou Nikolas. O deputado ainda não se manifestou.
Artigo do Presidente Lula publicado em 10 de julho no Le Monde 🇫🇷, El País 🇪🇸, The Guardian 🇬🇧, Der Spiegel 🇩🇪, Corriere della Sera 🇮🇹, Yomiuri Shimbun 🇯🇵, China Daily 🇨🇳, Clarín 🇦🇷 e La Jornada 🇲🇽.
📰 NÃO HÁ ALTERNATIVA AO MULTILATERALISMO
O ano de 2025 deveria ser um momento de celebração dedicado às oito décadas de existência da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas pode entrar para a história como o ano em que a ordem internacional construída a partir de 1945 desmoronou.
As rachaduras já estavam visíveis. Desde a invasão do Iraque e do Afeganistão, a intervenção na Líbia e a guerra na Ucrânia, alguns membros permanentes do Conselho de Segurança banalizaram o uso ilegal da força. A omissão frente ao genocídio em Gaza é a negação dos valores mais basilares da humanidade. A incapacidade de superar diferenças fomenta nova escalada da violência no Oriente Médio, cujo capítulo mais recente inclui o ataque ao Irã.
A lei do mais forte também ameaça o sistema multilateral de comércio. Tarifaços desorganizam cadeias de valor e lançam a economia mundial em uma espiral de preços altos e estagnação. A Organização Mundial do Comércio foi esvaziada e ninguém se recorda da Rodada de Desenvolvimento de Doha.
O colapso financeiro de 2008 evidenciou o fracasso da globalização neoliberal, mas o mundo permaneceu preso ao receituário da austeridade. A opção de socorrer super-ricos e grandes corporações às custas de cidadãos comuns e pequenos negócios aprofundou desigualdades. Nos últimos 10 anos, os US$ 33,9 trilhões acumulados pelo 1% mais rico do planeta é equivalente a 22 vezes os recursos necessários para erradicar a pobreza no mundo.
O estrangulamento da capacidade de ação do Estado redundou no descrédito das instituições. A insatisfação tornou-se terreno fértil para as narrativas extremistas que ameaçam a democracia e fomentam o ódio como projeto político.
Muitos países cortaram programas de cooperação em vez de redobrar esforços para implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030. Os recursos são insuficientes, seu custo é elevado, o acesso é burocrático e as condições impostas não respeitam as realidades locais.
Não se trata de fazer caridade, mas de corrigir disparidades que têm raízes em séculos de exploração, ingerência e violência contra povos da América Latina e do Caribe, da África e da Ásia. Em um mundo com um PIB combinado de mais de 100 trilhões de dólares, é inaceitável que mais de 700 milhões de pessoas continuem passando fome e vivam sem eletricidade e água.
Os países ricos são os maiores responsáveis históricos pelas emissões de carbono, mas serão os mais pobres quem mais sofrerão com a mudança do clima. O ano de 2024 foi o mais quente da história, mostrando que a realidade está se movendo mais rápido do que o Acordo de Paris. As obrigações vinculantes do Protocolo de Quioto foram substituídas por compromissos voluntários e as promessas de financiamento assumidas na COP15 de Copenhague, que prenunciavam cem bilhões de dólares anuais, nunca se concretizaram. O recente aumento de gastos militares anunciado pela OTAN torna essa possibilidade ainda mais remota.
Os ataques às instituições internacionais ignoram os benefícios concretos trazidos pelo sistema multilateral à vida das pessoas. Se hoje a varíola está erradicada, a camada de ozônio está preservada e os direitos dos trabalhadores ainda estão assegurados em boa parte do mundo, é graças ao esforço dessas instituições.
Em tempos de crescente polarização, expressões como “desglobalização” se tornaram corriqueiras. Mas é impossível “desplanetizar” nossa vida em comum. Não existem muros altos o bastante para manter ilhas de paz e prosperidade cercadas de violência e miséria.
O mundo de hoje é muito diferente do de 1945. Novas forças emergiram e novos desafios se impuseram. Se as organizações internacionais parecem ineficazes, é porque sua estrutura não reflete a atualidade. Ações unilaterais e excludentes são agravadas pelo vácuo de liderança coletiva. A solução para a crise do multilateralismo não é abandoná-lo, mas refundá-lo sob bases mais justas e inclusivas.
É este entendimento que o Brasil – cuja vocação sempre será a de contribuir pela colaboração entre as nações – mostrou na presidência no G20, no ano passado, e segue mostrando nas presidências do BRICS e da COP30, neste ano: o de que é possível encontrar convergências mesmo em cenários adversos.
É urgente insistir na diplomacia e refundar as estruturas de um verdadeiro multilateralismo, capaz de atender aos clamores de uma humanidade que teme pelo seu futuro. Apenas assim deixaremos de assistir, passivos, ao aumento da desigualdade, à insensatez das guerras e à própria destruição de nosso planeta.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República do Brasil
O clã Bolsonaro, que já atuava contra o Brasil na gestão passada, agora age de fora do país, atacando o povo, a democracia e nossa economia. Antes era um atentado à democracia; agora, é um golpe na economia, prejudicando empresas e empregos.
🚨 Com ciúme do BRICS, velho decrépito do pau murcho e alaranjado anuncia taxação de 50% a todos os produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.
Em carta para Lula, Trump diz ser “uma vergonha internacional” o julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).
Vcs já pararam para pensar que o Estado de Israel é governado por um criminoso de guerra?
Netanyahu tem um mandado de prisão ativo e mesmo assim o ocidente dá total credibilidade para sua política violenta e expansionista.
Mas esse mesmo ocidente que normaliza a barbárie de Netanyahu critica o Putin e diz que ele não tem condições de governar a Rússia pq é um criminoso de guerra.
A música que Silvio Santos cantarolou por décadas no “Show de Calouros” era uma antiga canção soviética dos anos 20, intitulada Dorogoi dlinnoyu (Pela longa estrada), composta por B. Fomin e K. Podrevsky. A interpretação no vídeo é do grande barítono soviético Eduard Khil.
Casal de engenheiros de São Paulo se mudaram para os Estados Unidos! Num certo dia levaram o filho pra brincar num parque, quando foram atingidos por um atirador que depois se suicidou.
Custos das duas cirurgias passaram de R$ 1 milhão, fora transporte de ambulância, medicamentos etc!
Possuem seguro, mas pelas circunstâncias ainda não sabem se conseguirão reembolso.
Assim são os States, o sonho dos liberais é isso, uma falácia, um modelo falido, um castelo de cartas que pode desmoronar a qualquer hora
E viva o Sus!
A quase silenciosa onda de acusações de crimes sexuais que atinge pastores evangélicos
A famosa Bola de Neve acaba de afastar seu fundador por acusação de assédio; Enquanto bancada da Bíblia não diz uma palavra, casos se multiplicam pelo país
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“Imposto esse que paga o nosso salário”, diz Senador do PL ao defender “taxa das blusinhas”.
“Eu não posso acreditar que Senadores da República vão ficar defendendo emprego, renda e dinheiro pra chinês”, afirmou o congressista.
Assista ▶️