A máquina estatal da morte do Canadá agora está prendendo cidadãos "inúteis" nas ruas para "eutanásia no mesmo dia".
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O sistema de suicídio assistido do Canadá está sob forte escrutínio após relatos perturbadores revelarem que cidadãos vulneráveis estariam sendo abordados em locais públicos, submetidos a avaliações de eutanásia aceleradas e levados a instalações industriais onde são mortos no mesmo dia.
La prochaine fois que tu vois une âme perdue défendre le socialisme économique ou le communisme comme un modèle de vertu, partage lui ce post. Ça évitera peut-être une nouvelle boucherie.
« On n'a jamais vraiment essayé le vrai communisme. »
Si. On a essayé. Une vingtaine de fois. Sur quatre continents. Pendant un siècle. Et on a les chiffres.
Chine, Grand Bond en avant (1958–1962). Les historiens indépendants ayant accédé aux archives provinciales convergent sur une fourchette de 30 à 45 millions de morts. Frank Dikötter (Université de Hong Kong), à partir des archives du PCC, retient 45 millions, dont 2,5 millions battus à mort ou exécutés par la milice. Yang Jisheng, ancien journaliste de l'agence Xinhua, dix ans d'enquête, retient 36 millions dans Stèles. L'historien chinois Yu Xiguang, vingt ans de recherche, monte à 55 millions. Pour donner une échelle : c'est la totalité des morts de la Seconde Guerre mondiale, concentrée sur quatre ans, dans un seul pays, sans guerre.
URSS. Holodomor 1932–1933, famine planifiée en Ukraine, reconnue comme génocide par le Parlement européen le 15 décembre 2022. Goulag, Grandes Purges 1936–1938, déplacements forcés de populations entières. Le bilan retenu par le Livre noir du communisme tourne autour de 20 millions de morts pour l'ensemble de la période.
Cambodge, Pol Pot. Environ 2 millions de morts en moins de quatre ans, soit près d'un quart de la population. S-21, Choeung Ek, évacuation forcée des villes en quelques jours.
Corée du Nord, Vietnam, Europe de l'Est, Afrique communiste, Amérique latine. Encore plusieurs millions cumulés.
Bilan global retenu par le Livre noir du communisme : environ 100 millions de morts. Chiffre repris en 2006 par la résolution 1481 de l'Assemblée parlementaire du Conseil de l'Europe, et en 2023 par une résolution au Parlement européen. On peut discuter la marge — 80, 90, 100 millions selon les méthodologies — mais comme l'écrivait Laurent Joffrin dans Libération, pourtant pas suspect de complaisance avec la droite : à 60 millions au lieu de 100, le communisme deviendrait-il présentable ?
Et le contre-exemple « doux » ? Venezuela. Pas de goulag, pas de famine planifiée. Juste l'application méthodique du programme. Résultat sur dix ans : le PIB s'est contracté de plus de 75 % entre 2014 et 2021 — la plus grande contraction économique en temps de paix depuis 45 ans selon l'Institute of International Finance. Inflation annuelle de 130 060 % en 2018 selon la Banque centrale du Venezuela elle-même, dépassant 1 000 000 % la même année selon le FMI. Près de 8 millions de personnes — soit environ 25 % de la population — ont quitté le pays. Le plus grand exode de l'histoire de l'hémisphère occidental sur les 50 dernières années selon l'OEA et le HCR. En 2024, 82 % des Vénézuéliens vivaient dans la pauvreté, dont 53 % en extrême pauvreté.
Zéro exception. Zéro contre-exemple.
À chaque fois la même mécanique. Une caste auto-proclamée vertueuse s'empare du pouvoir au nom du peuple, et finit en nomenklatura planquée dans des datchas pendant que 99 % de la population fait la queue pour du pain. Quand Maduro distribuait ses CLAP — boîtes alimentaires rationnées et militarisées — c'était la même logique que Brejnev dans les magasins réservés de la nomenklatura, soixante ans plus tard, sous un drapeau différent.
Hayek avait tout prédit en 1944, dans La Route de la servitude. Et Mises encore avant, en 1920, avec le problème du calcul économique : quand tu remplaces les prix du marché par la planification centrale, tu détruis l'unique mécanisme capable d'agréger l'information dispersée dans des millions de têtes. Il te faut donc une autorité qui décide à la place de tous. Cette autorité ne peut pas connaître ce qu'elle prétend planifier, donc elle impose par la contrainte. Et comme ça échoue toujours — voir Venezuela, qui a appliqué la séquence à la lettre : contrôle des prix par la Fair Prices Act de 2014, puis nationalisations, puis hyperinflation, puis rationnement militarisé — il faut contraindre de plus en plus fort pour survivre.
La tyrannie n'est pas un dérapage du socialisme. C'est son équilibre logique.
Le capitalisme de marché n'est pas parfait. C'est juste le seul système connu dans l'histoire où des millions d'inconnus coopèrent sans qu'une caste armée les y oblige.
Les morts de Kolyma, du Laogai, de S-21 et des rues de Caracas vous demandent de ne pas recommencer.
J'adore me tromper, ça me permet d'apprendre. Si tu penses que je me trompe sur un point précis, dis-le moi dans les commentaires, je lis tout.
ESCOLA DE FRANKFURT NOS EUA:
Peter Robson:
Indignação Justa. Muita coisa é explicada aqui. Karl Marx e Georg Wilhelm Friedrich Hegel haviam preparado o terreno para os progressistas, que por sua vez abriram caminho para a Escola de Frankfurt, que então atacou o modo de vida americano ao difundir o chamado marxismo cultural por meio da teoria crítica. Há muita coisa acontecendo aí. Muito brevemente: o que é a Escola de Frankfurt, e por que alguém assistindo a esta entrevista deveria se importar?
Andrew Breitbart:
Para mim, a minha grande descoberta, a minha grande epifania, o meu momento “eureka” foi quando eu disse: “Entendi. Entendi. Vejo exatamente o que aconteceu neste país.” A Escola de Frankfurt era um grupo de reflexão (think tank) na Universidade de Frankfurt, e eles eram cientistas sociais, como Herbert Marcuse, Max Horkheimer e Theodor Adorno, e estavam tentando descobrir como difundir o marxismo pelo mundo. O argumento marxista clássico de incitar os trabalhadores contra os proprietários era muito fácil — mas não nos Estados Unidos, onde a classe média estava comprometida com sua produtividade, comprometida com a ideia de que poderia alcançar o seu pequeno “sonho americano”: uma casa com cerca branca, a possibilidade de inventar algo e passar, em uma geração, da pobreza absoluta à condição de proprietário em um curto espaço de tempo.
E o que esses sujeitos perceberam, quando chegaram aos Estados Unidos — e Theodor Adorno é o que mais me incomoda — foi o seguinte: ele foi para a Califórnia, mudou-se para Santa Monica nos anos 1940, no auge da chamada “era dourada”. Pense nisso: esses homens deixaram a Alemanha nazista e a Itália de Mussolini para ir à Califórnia nos anos 1940, e viviam à beira-mar — e ainda assim estavam deprimidos com a alegria constante, a produtividade e o capitalismo que viam ao seu redor.
E eles formularam algo que poderíamos chamar de “marxismo cultural”, mas, no fim das contas, nós o experimentamos no dia a dia — e com isso quero dizer a cada minuto, a cada segundo. Trata-se da correção política e do multiculturalismo. E isso acabou por corroer aquele notável conceito de E pluribus unum (“de muitos, um”), segundo o qual todos vêm para cá, todos se tornam americanos e contribuem, mas dentro de uma cultura comum, com uma fronteira comum e uma mentalidade compartilhada.
O que eles fizeram foi pegar a tensão entre os que têm e os que não tê e traduzi-la em opressores versus oprimidos. E isso—
Peter Robson:
E isso foi adotado pelas universidades em todo o país. Esse é o ponto da Escola de Frankfurt e dos progressistas passa a ser abraçado pela academia dos anos 1960—
Andrew Breitbart:
Pós-estruturalismo—
Peter Robson:
—pelos acadêmicos.
Andrew Breitbart:
Pós-estruturalismo, estudos queer, estudos afro-americanos — tudo isso coloca as pessoas umas contra as outras. É antiamericano em sua essência.
Peter Robson:
Cito novamente Indignação Justa: “Se Herbert Marcuse foi o Jesus da nova esquerda, então Saul Alinsky foi o seu São Paulo.” Mais uma vez, colocando de forma simples: quem foi Saul Alinsky, e por que alguém assistindo a esta entrevista deveria se importar?
Andrew Breitbart:
Bem, Hillary Clinton escreveu sua tese de graduação sobre Saul Alinsky em Wellesley. Barack Obama é um discípulo de Alinsky. Ele criou o conceito de organização comunitária (community organizing), e o que fez, como argumento neste livro, foi pegar todo esse discurso etéreo, esse jargão à la Noam Chomsky, que a pessoa comum não conseguia entender—
(…)
Andrew Breitbart:
Mas ele conseguiu traduzir esse marxismo cultural em um conjunto de regras e uma mentalidade — uma mentalidade de combate — na qual a teoria crítica se torna: enfrente o seu inimigo, confronte-o diretamente, destrua essa pessoa. Ele levou a teoria crítica ao nível de uma espécie de guerra de rua. E eu diria que figuras como Katie Couric, Chris Matthews, Rachel Maddow e Keith Olbermann, mesmo sem perceber, foram formadas nas táticas de Alinsky.
⚠️ REVIRAVOLTA: Foto onde supostamente Jair Bolsonaro segura Fábio Luís Lula da Silva choca a internet. A suspeita é que o ex-presidente seja o verdadeiro pai do Lulinha. PT já acionou o programa do Ratinho para um teste de DNA. "Para variar a culpa é do Bozo" diz leitor.
Médico da Universidade Islâmica de Gaza:
“Avisamos aos homens que, quando baterem nas esposas, não quebrem ossos nem danifiquem órgãos vitais.
Bater na esposa deve ser um ato terapêutico, não vingativo.”
⚠️ RIO GRANDE DO NORTE: Promoção de macarrão instantâneo por 1 centavo gera tumulto em supermercado. Cena chocou a internet e gerou intenso debate sobre alimentos ultraprocessados e democracia nutricional. "O Brasil saiu do mapa da fome" diz leitor.
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🚨🇧🇷
ISSO É MUITO GRAVE❗️
Denúncia expõe possível negligência no uso de acetato de uranila no
Rio de Janeiro.
Isso é gravíssimo! Compartilhem para que sejam tomadas as providências cabíveis❗️
Psicanalista explica pq pessoas insistem em defender políticos MESMO COM PROVAS de corrupção, mentiras e dados alterados, como os petistas fazem.
Faz todo o sentido.
Repost via @onesoccer:
iShowSpeed reacts to the icicle kick goal in the CanPL FINAL
"Chat, what league is this? Oh, this is the Canadian league? Damn, what? They play like that in Canada!?"