Eu me recusou a resumir 1 figura histórica que num primeiro momento ficou 15 anos no poder, meteu a bucha na ilegalidade, e industrializou o país a "esquerda e ponto final".
Seguerei tentando entender a história do Brasil, seus presidentes desde a República Velha até os dias atuais, levando em consideração o contexto da época, forças aliadas e de oposição, seus feitos, seus principais defeitos.
Eu me recuso a seguir o caminho da imbecilização liderado, desde sempre, pelos mesmos cornos liberais. Cornos que defendem venda de papéis podres, os CDBs do Master, porque receberam $ indiretamente, já que família é família.
Um país que odeia a própria história e não faz questão de entendê-la, seguirá sempre perdido e jamais irá aprender com os erros e acertos do passado.
Well this is interesting. Nvidia CEO Jensen Huang suggest AI firms could be seeking liability protections for harms their products may cause.
“Go and read between the lines. They're actually not asking for more laws. They're asking to be relieved of the laws we do have, and I I think that that's a problem.”
Se fizermos uma análise econômica das instituições jurídicas usando uma perspectiva macroeconômica (e não micro como a maioria dos acadêmicos fazem), chegaríamos a um só resultado.
Todos os valuations das empresas brasileiras estão errados.
O nível de corrupção, coação e extorsão do sistema jurídico retira valor das empresas e do mercado brasileiro.
O STF não segue regras do jogo, mas virou um índex sui, referência de si esmo, de onde emana todo o poder.
Isso destrói a infraestrutura de decisão onde os investimentos se fundamentam e a credibilidade em qualquer espaço de tempo.
Um órgão tão degradado vira fator de risco alto e não equivalente com seus pares internacionais.
Em uma análise econômica das intuições jurídicas veríamos que a justiça retira valor, não pelo que custa, mas pelo que destrói dos mercados e do ambiente de negociação.
Volto a dizer, todo o preço das empresas brasileiras não carregam hoje esse fator de destruição e portanto estão errados.
🤡 O cara faz parte da oligarquia, desde o império, mas tira a carta da vitimização.
Desde a cabanagem, a família combate a independência do povo.
O tetravô, Francisco Manuel Antônio Monteiro Tapajós, o “Herói de Tapajós”, era proprietário de terras às margens do rio Tapajós, na então Província do Grão-Pará. Colaborou com o governo imperial na repressão à Cabanagem (1835-1840), revolta de negros, indígenas e mestiços. Dom Pedro II o recompensou. Entrou na política, virou deputado provincial e presidiu a Assembleia do Grão-Pará. Outro ancestral, Nicolau Castro e Costa, de quem Dino herda parte do sobrenome, foi deputado provincial no Amazonas em 1874.
Dino nunca teve origem popular. Sua origem de classe dominante provincial se aliou ao trono, recebeu título e cargo, e transmite o capital político de geração em geração.
O avô, Nicolau Dino de Castro e Costa, chegou a desembargador no Maranhão numa época em que o Judiciário se preenchia por indicação. O pai, Sálvio Dino, foi vereador, deputado estadual e prefeito. A família ocupa cadeiras em academias de letras, redes jurídicas e postos eletivos.
Cinco gerações no mesmo circuito: terra, assembleia, tribunal, política. O sociólogo Ricardo Costa de Oliveira descreveu o padrão com famílias políticas com parentesco no Judiciário, no Legislativo e na intelectualidade local.
Há uma ironia estrutural. A Cabanagem foi um levante de populações que o tetravô ajudou a esmagar em nome da Coroa. Quase dois séculos depois, o descendente usa a linguagem contemporânea da opressão racial para responder a quem o descreve como jurista de província. A família que subiu combatendo a revolta popular agora invoca a matriz racista contra o adjetivo que descreve exatamente de onde ela veio: o poder local consolidado no Império e reproduzido na República.
Dino tem direito de se defender. Não tem direito de reescrever a genealogia. Ele não é um outsider que o Sudeste despreza por ser maranhense. É o produto acabado de uma oligarquia norte-nordestina que há gerações conversa com o Estado, primeiro com o imperador, depois com o tribunal, agora com o Supremo. A “província” não o excluiu. A “província” o fabricou.
ATENÇÃO PARA A ELEIÇÃO EM RORAIMA! ⚠️‼️
O Tren de Aragua no Brasil não replica o terror do Chile ou do Peru, mudou o playbook: vendeu serviço ao Comando Vermelho e trocou fuzis por cocaína.
A InSight Crime mapeou isso — inclusive com ajuda de IA.
Em junho de 2026, uma operação policial desmontou uma ramificação do Tren de Aragua com ações em Roraima, Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Foram 13 presos. Cerca de R$ 429 milhões (quase US$ 82 milhões) em contas e ativos financeiros ligados a suspeitos foram bloqueados.
O núcleo da célula estava em Roraima, estado fronteiriço com o estado venezuelano de Bolívar. É por ali que o grupo entra no Brasil pelo menos desde 2018, aproveitando a rota migratória venezuelana.
O que a operação revelou não foi uma “invasão” clássica. Foi um modelo novo. No Chile, Peru e Colômbia, o Tren de Aragua costuma implantar células próprias, explorar comunidades de migrantes (extorsão, tráfico sexual, varejo de drogas) e expandir no confronto direto com rivais. No Brasil, o Comando Vermelho já domina territórios, presídios e rotas. Não havia espaço para o Tren montar um exército paralelo.
A adaptação: virar prestador de serviço. Segundo a InSight Crime, a célula brasileira traficava armas compradas nos Estados Unidos, na Colômbia e na Venezuela para faccionados do Comando Vermelho no Amazonas e no Rio.
O pagamento vinha em cocaína — depois revendida em Roraima — ou em dinheiro vivo. O caixa em espécie exigiu um esquema de lavagem com empresas de fachada, compartilhado com a rede financeira do próprio CV.
Há um detalhe operacional importante: parte dos colaboradores atua como corretor. Não pertence a uma facção específica. Está no mercado e vende o serviço a quem contratar.
A aliança com o Comando Vermelho vai além da logística. Há uma “simbiose de identidade”: membros do Tren pedem para ficar nas mesmas alas prisionais do CV.
Um fenômeno detectado: integrantes do PCC em Roraima estariam “rasgando a camisa” e migrando para o Comando Vermelho. O PCC ainda seria a força dominante no estado, mas o CV ganhou terreno e prestígio com o apoio venezuelano.
Isso dialoga com outro dado citado pela reportagem: o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em levantamento de 2025, apontou que o Comando Vermelho teria dobrado presença na região amazônica desde 2023. O reforço venezuelano — armas, logística, gente — entra nessa conta.
Em resumo, o Tren não disputa o monopólio do varejo nem tenta controlar favela ou presídio brasileiro. Entrega o que o CV precisa (armamento e capacidade de circulação na fronteira norte) e recebe o que lhe interessa (cocaína, proteção relativa e acesso à lavagem). É expansão por contrato, não por conquista.
Um mês depois da matéria sobre a operação, a própria InSight Crime publicou um texto metodológico: “How AI Supported Research on Tren de Aragua in Brazil”, de Marina Cavalari (31 de agosto de 2026). O ponto de partida da apuração tinha sido exatamente a operação de junho.
A inovação foi o Nelson, ferramenta de IA da InSight Crime voltada a pesquisa sobre América Latina. A base combina notícias, análises e reportagens de fontes selecionadas. Com ela, a equipe montou roteiro estruturado, linha do tempo, mapa de alianças, modus operandi e um briefing contrastando o Brasil com os outros países — sempre com citações embutidas para checagem.
Fica evidente que Roraima deixou de ser apenas um corredor de migração. É nó de armas, cocaína, ouro ilegal e lavagem. Qualquer política que olhe só para Pacaraima como crise humanitária ignora o mercado paralelo que cresceu no mesmo corredor.
Fonte:
Brazil Crackdown Reveals New Tren de Aragua Playbook
https://t.co/eXRJfLuX8W
🇺🇸 President Trump Truth Social post:
“BREAKING NEWS: I am pleased to announce that the United States of America has entered into an Agreement with The Kingdom of Denmark, and Greenland, that gives the United States permanent control over security, and all other needs, in Greenland, completely addressing ALL of our many U.S. concerns. There will be NO COST to the United States! At my direction, we worked with representatives of Denmark and Greenland to guarantee that the United States will FOREVER have the complete ability to do what is necessary in Greenland in order to secure and defend the security of Greenland, and the United States of America. Additionally, from now on, no U.S. adversary can EVER have a base in Greenland, have a military presence in Greenland, or make sensitive investments in Greenland, without our express written approval. For over 100 years, Presidents have known the strategic importance of Greenland, but NONE of them were able to do anything about it. I am proud to be the President that permanently and conclusively addressed this very important situation. This is an “Infinite Life” Agreement, there is no end! We are very honored and proud of what has just taken place, and everything agreed to today will be cherished by the American People. We will immediately begin the process of developing a large Military presence in the appropriate part of Greenland, of which there are many. We will work with the people of Greenland in its development and construction. This solution is a great one for the United States of America, Denmark, Greenland, and all of our Allies. We look forward to working with the wonderful people of Denmark and Greenland toward a magnificent future with respect to this large, and highly strategic, parcel of land. We will be very protective of it! This is a dream come true for the United States of America, one that is very important, historic, and special. Thank you for your attention to this matter! President DONALD J. TRUMP”
Sei que tá todo mundo muito envolvido no Brasil mas acabou de acontecer duas coisas: Arábia Saudita cortou fornecimento de petróleo bruto para a Europa nesse mês e no próximo. E a Rússia acaba de cortar completamente o seu gasoduto de gás natural para a Europa Ocidental.
Winter is coming.
Sabe a morte súbita de atletas, que posto aqui toda semana, e os "defensores da ciência" dizem que não houve aumento, que são casos isolados?
EXPLODIU sim, e está registrado na literatura científica.
Segue o fio que explico o estudo. 🧶
You can walk into a Catholic church almost anywhere on earth and know exactly where you are.
You could be in Rome, Poland, Kenya, Mexico, the Philippines, or sitting in a nearly empty parish in Chester County on a Tuesday morning. You may not understand a word being spoken, but you will still recognize the Mass. You will know when to stand, when to kneel, what is happening at the altar, and why everyone came.
That alone is incredible. But then you remember what it took for the Mass to survive.
It was offered in catacombs when Christians had to hide. It was offered in prison camps, during wars, in Irish homes when the faith was persecuted, and in underground churches where being caught could cost people everything. Priests risked their lives to celebrate it. Catholics risked theirs just to be there.
Kings died. Empires collapsed. Borders changed. Whole countries disappeared.
The Mass continued.
And now I get to walk into my church on an ordinary weekday morning and step into the same worship Catholics have carried across centuries.
That is what gets me.
Catholicism is not tied to one country, one culture, one preacher, or one generation. The Church is bigger than all of that.
You can cross an ocean, walk through the doors of a Catholic church, and still know exactly where you are.
Home.