Sem dúvida, é comum um homem público (artista, político ou jogador) bater foto com desconhecidos em qualquer evento.
Mas, convenhamos, não é normal um senador bater uma foto sem camisa com o chefe da "pistolagem" de um grande grupo bancário.
Isso indica mais do que uma foto.
Não é natural andar sem camisa (e com uma corrente de gosto duvidoso) encontrando qualquer pessoa por aí.
É justo que as pessoas vejam nesta foto espontânea mais que um momento de tietagem e busquem saber o que faziam os dois naquele local e ainda sem camisa.
Na verdade, as relações do senador com o grupo Vorcaro parecem ser mais próximas do que o candidato da oposição gostaria de mostrar.
Assim como aquele áudio da The Intercept, onde Bolsonaro chama Volcaro de "meoirmão", pede dinheiro para os projetos da família e promete apoio nas dificuldades, abriu-se a porta para conhecermos uma relação escondida do bolsonarismo.
E tem ainda a prestação de contas da grana Vorcaro, prometida para trinta dias e que não chega.
Mais um pastor preso. Márcio Poncio, aquele da família inteira transformada em celebridade: a filha é deputada, o filho é cantor e a vida de luxo sempre foi exposta nas redes, com mansão, helicóptero, marcas caríssimas e todo tipo de ostentação. Tudo isso embalado no nome de Deus. Agora ele foi preso pela Polícia Federal na quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga lavagem de dinheiro e possíveis ramificações do jogo do bicho dentro dos poderes do Rio de Janeiro. A PF ainda não divulgou qual seria exatamente a participação atribuída a ele no esquema.
E eu fico impressionada porque ele não é o único. A gente tem Edir Macedo, Valdemiro Santiago, Silas Malafaia, os Valadão e tantos outros líderes religiosos cercados de dinheiro, influência política, empresas, aviões, mansões e poder. E ainda tem gente que olha para essa ostentação toda e chama de bênção divina. Continua entregando dízimo, confiança, voto e a própria consciência para essa gente.
Não estou falando da fé do povo, nem de quem procura uma igreja porque precisa de acolhimento, esperança ou força para continuar vivendo. Estou falando de quem sequestra essa fé, transforma igreja em negócio, fiel em curral eleitoral e religião em instrumento de medo, ódio e controle. De quem ensina as pessoas a não questionarem nada enquanto enriquece, faz política e posa como dono da verdade.
A gente vive em um país tomado por escândalos com dinheiro público, dinheiro de aposentado, corrupção e crime organizado, enquanto grandes lideranças religiosas continuam dando sustentação política à extrema direita e ao bolsonarismo. E ainda aparecem nos púlpitos dizendo quem presta, quem não presta, quem vai para o céu e quem vai para o inferno, como se Deus tivesse passado uma procuração para eles.
A família Bolsonaro fez exatamente isso. Usou Deus e a religião para atacar os outros, perseguir minorias e se apresentar como moralmente superior. Michelle Bolsonaro se comporta como a imperatriz da teocracia que essa gente sonha impor ao Brasil. Flávio Bolsonaro vive enfiado dentro de igreja atrás de voto. Jair Bolsonaro explorou até o próprio nome, “Messias”, para alimentar um culto político em torno de um homem podre, cruel e responsável por tanta destruição no nosso país.
Não é possível que as pessoas continuem sem perceber o que está acontecendo. Não é possível continuar confundindo riqueza de pastor com bênção, fanatismo com fé e projeto de poder com vontade de Deus. Essa gente está enriquecendo, ocupando a política, destruindo a cabeça das pessoas e convencendo milhões de brasileiros de que obedecer a eles é obedecer a Deus.
Eu amanheço muito puta da vida com isso. Porque a gente mostra, denuncia, explica, desenha, e ainda tem gente defendendo, entregando dinheiro, entregando voto e deixando a própria vida ser comandada por esses falsos donos da moral. É um absurdo assistir a tudo isso e ainda ter que fingir respeito por quem usa o nome de Deus para ganhar dinheiro, conquistar poder e destruir os outros.
SÓSTENES CAVALCANTE (PL):
- Estou sendo perseguido por ser líder do maior partido de oposição!
POLÍCIA FEDERAL:
- Nossa função é perseguir bandidos, sejam eles políticos de oposição ou não.
Alcolumbre tá bravo porque está sendo exposto por não colocar em votação o projeto pelo fim da escala 6x1, amplamente aprovado na Câmara. Ele tá putinho porque ninguém aceita que coloque pautas-bomba para prejudicar o governo Lula e o povo.
Tome vergonha na sua cara, Alcolumbre! Você está prejudicando o trabalhador por birra política! Você é um representante do povo e não deveria trabalhar contra o povo.
Tu já escutou o povo, sujeito frouxo? Ou vai ficar só ouvindo o lobby dos empresários e a própria birra que existe na sua cabeça? Ou, pior, ouvindo a extrema direita, Flávio Bolsonaro e todos os outros que trabalham contra o povo?
Você já ouviu o povo? Já procurou saber do que o povo precisa, seu mole?
Não é o governo, nem os políticos. Somos nós, trabalhadores, que não aguentamos mais essa jornada desumana e estamos gritando para o país o que você é:
ALCOLUMBRE INIMIGO DO POVO!
Seja homem e assuma suas responsabilidades! Sujeito mimado!
Há uma praga na mídia brasileira que vive querendo encontrar jogador superior ao Pelé.
Ancorada em estatísticas, ficam dizendo: Cristiano Ronaldo superou Pelé em gols de falta na seleção; Messi marcou mais gols do que Pelé numa única partida; Mbappé ultrapassa Pelé em gols de fora da área.
E assim você vê um monte de índices estatísticos mostrando que Pelé não é o rei, o maior craque da história do futebol.
O mais lamentável é que são jornalistas, portais de internet e TVs brasileiras dando espaço para essa grossa falsidade.
Pelé é o maior de tudo. Um craque insuperável no conjunto da carreira mais exitosa de um jogador de futebol.
Esse Messi não é o maior nem na Argentina.
Sua carreira tem uma mancha de vergonha insuperável. Foi traficado de seu país — com 12 anos — pelo império catalão, que levou sua família para levar uma criança.
É um bom jogador. Tem valor. Mas está a quilômetros de Pelé. Não supera nem o Maradona no seu país. E nem se aproxima de Garrincha.
Esse monte de números que criaram para lança-los no topo do futebol é um conjunto de falsidades e fraudes.
O caminhão de estatísticas de Cristiano Ronaldo é outra fraude para mostrá-lo superior a Pelé.
Só fica em destaque como o maior veterano brigando para não sair do time.
Nem se aproxima de Pelé, de Garrincha, de Rivelino e nem de seu compatriota Eusébio. Há uma lista de uns 30 brasileiros e argentinos superiores.
O Mbappé é craque. Superior a Messi e Cristiano Ronaldo. Mas muito longe de Pelé.
Este quadro surrealista de desvalorização de Pelé e o enaltecer desses "gênios" é alimentados por estatísticas fajutas e por essa droga do Prêmio Bola de Ouro, inventado para premiar craques que, várias vezes, nem são grandes jogadores. Esqueçam.
Pelé é gênio. Como Mozart, Beethoven, Verdi ou Puccini.
Surge um a cada três séculos.
O mais assustador da cartinha de gratidão do pitbull de Trump ao viralatismo dos bolsonaros é Flávio e Eduardo continuarem em liberdade após traição explícita ao Brasil.
A impunidade dessa corja de antipatriotas é uma humilhação permanente a um país com soberania e dignidade.
Estava refletindo sobre por que uma parcela tão grande da sociedade odeia o presidente Lula e por que existe uma demonização tão profunda do PT. E essa questão passa, necessariamente, pela memória.
A nossa geração sabe como era o Brasil antes de Lula. A gente sabe o que significava ser pobre num país em que quase nenhuma porta se abria. Também viveu a transformação: o acesso à universidade, ao emprego, ao crédito, à casa própria, ao carro, às viagens e a uma vida com um pouco mais de dignidade e perspectiva.
Muita gente que ascendeu naquele período hoje se considera classe média e rejeita justamente o projeto político que ajudou a criar as condições para essa ascensão. Parece contraditório, mas também é resultado de anos de apagamento da memória e de demonização da esquerda.
Para uma grande parcela da juventude, essa comparação é ainda mais difícil. Os jovens de hoje não conheceram o Brasil anterior a Lula e eram crianças quando muitas dessas conquistas aconteceram. O que eles conheceram de forma mais direta foi o país depois do golpe de 2016, da destruição de direitos trabalhistas, da precarização do trabalho e dos anos Bolsonaro.
É uma geração que trabalha muito, recebe pouco e não consegue enxergar o futuro. Não basta ter um emprego que pague apenas a comida e as contas do mês. As pessoas precisam de um trabalho que permita estudar, ter uma casa, viajar, construir uma família, fazer planos e saber que um dia poderão se aposentar.
Essa perspectiva foi arrancada de muita gente. E nem sempre os jovens conseguem identificar quem construiu direitos e quem trabalhou para destruí-los.
O primeiro governo Lula também começou em um país marcado pela pobreza, pela desigualdade e pela falta de oportunidades. Foi necessário reconstruir, tirar milhões de pessoas da miséria e criar as bases para que os resultados aparecessem com mais força nos anos seguintes.
É algo parecido com o que acontece agora. Lula recebeu novamente um país devastado e já conseguiu recolocar o Brasil no caminho da reconstrução. Mas reconstruir leva tempo. Por isso, a continuidade de um projeto popular é tão importante.
E não se trata apenas de uma eleição ou de um segundo mandato. Um país não pode viver eternamente preso ao ciclo de construção e destruição: a esquerda constrói políticas públicas, amplia direitos e cria oportunidades; depois, a direita chega e desmonta tudo novamente.
Precisamos de um projeto de país que atravesse governos e gerações. Um projeto que coloque o povo no centro, proteja direitos e devolva aos jovens a possibilidade de sonhar com o futuro.
Talvez essa seja uma das nossas principais tarefas como militantes, petistas e pessoas de esquerda: conversar, explicar e recuperar a memória. Mostrar que a realidade pode, sim, mudar, porque ela já mudou antes.
O Brasil precisa continuar avançando. E, para isso, precisa impedir que tudo o que está sendo reconstruído seja novamente destruído.
Cuidado. André Mendonça, o terrivelmente parcial, não quer postagens que liguem Flávio Rachadinha a Vorcaro. Mendonça precisa explicar porque está protegendo Rachadinha.
Amir Ghalenoei, técnico da Seleção do Irã, após o empate contra a Nova Zelândia: ''Somos a seleção mais oprimida da história da Copa'.
"Nem nós sabemos [porque vamos ter que sair] e é realmente engraçado. O planejamento da nossa equipe é feito em um lugar, mas a decisão final é tomada em outro. Deveríamos ter vindo para Los Angeles duas noites antes do jogo, mas não permitiram. Nosso plano era ficar aqui esta noite, descansar e voltar amanhã à tarde, mas mesmo assim não permitiram, e eu não sei por quê.
É por isso que digo que a seleção iraniana é talvez a mais oprimida da história da Copa do Mundo. O presidente da federação não está aqui, o gerente da equipe não está aqui, o gerente interno da equipe não está aqui, o departamento de mídia não está aqui. Parte das responsabilidades pré-jogo que deveriam ser da diretoria ficaram a cargo da comissão técnica, enquanto o foco da comissão técnica deveria ser em questões técnicas. É por isso que digo que somos a seleção mais oprimida da história da Copa do Mundo."
Via: @UOLEsporte
📷Getty Images
O senador Bolsonaro, candidato da oposição, disse que não revelaria o nome dos principais economistas que o apoiam para protegê-los de represálias. Também não definiu seu plano de governo, preferindo apenas citar as áreas de segurança, saúde e educação.
Tudo bem. Cada candidato fala o que quer.
O senador Bolsonaro definiu sua campanha como "uma guerra espiritual". Propõe uma luta do bem contra o mal, e ele seria — obviamente — o bem.
Não entendi bem o que seria essa "guerra espiritual", assim como não entendi quando o senador, no começo da campanha, foi a Israel se "rebatizar" no Rio Jordão. Não sei qual foi o pastor que deu essa ideia de rebatização do candidato.
O que me assusta nessa luta espiritual que propõe o senador Flávio Bolsonaro é a esquadra que ele pode botar na linha de frente da guerra. Certamente, em posição de destaque estará o pessoal das milícias do Rio de Janeiro, tantas vezes homenageadas quando o senador era deputado carioca. Também não faltarão para ocupar posição na guerra os torturadores sobreviventes do regime militar que seu pai defende tanto. Igualmente, alguns militares que sobraram da tentativa fracassada do golpe de 22 poderão fazer fila.
Enfim, numa guerra espiritual também se juntarão pastores que, entre um apelo de dízimo ou oferta, irão para o combate. Terá, portanto, um seleto exército.
Nem uma única bola rolou no gramado até agora e este é o quadro da COPA 2026:
• As equipes do Senegal e do Uzbequistão foram tratadas na chegada como criminosos, com buscas completas em seus orifícios.
• O melhor árbitro da África foi enviado de volta à Somália, apesar de seu passaporte diplomático.
• O Fotógrafo da equipe do Iraque foi impedido de entrar mesmo com visto válido.
• Foi negada a entrada nos EUA de 90% dos fãs marroquinos com ingressos já adquiridos.
• Foram recusados vistos a 14 membros da equipe de apoio do Irã.
• Foi negada a entrada no país do principal atacante da Suíça, o camaronês Breel Embolo. A equipe viajou sem ele. Após a forte repercussão, o visto foi enfim concedido.
• A equipe iraniana, cujos jogos serão todos nos EUA, foi proibida de pernoitar no país. Imediatamente a após cada partida, os atletas voarão de volta ao México, onde se hospedam.
- Qual é o sentido de sediar a Copa do Mundo se não pretendem que o MUNDO faça parte dela???
Que diferença impressionante!!
Dilma Rousseff passou anos sendo alvo de ataques misóginos, piadas degradantes e até adesivos sexualmente ofensivos colados em tanques de combustível de carros por todo o país.
Goste-se dela ou não, ela enfrentou esse espetáculo sem correr para pedir que opiniões, críticas ou manifestações fossem apagadas da existência.
Já Flávio Bolsonaro vê uma pesquisa eleitoral mostrando queda na popularidade e, aparentemente, a solução não é convencer o eleitorado, mas questionar a divulgação do resultado.
É quase uma aula prática sobre a diferença entre maturidade e fragilidade.
Uma mulher adulta suportando humilhações públicas de baixíssimo nível sem pedir que a realidade fosse censurada. Um político incomodado com números desfavoráveis tentando transformar uma pesquisa em problema.
A ironia é que muitos dos que chamavam Dilma de “fraca” e “despreparada” agora parecem considerar insuportável a existência de uma pesquisa mostrando perda de apoio.
No fim, a comparação acaba sendo cruel, de um lado, alguém que enfrentou ataques pessoais grotescos; do outro, alguém que parece travar uma batalha contra gráficos e porcentagens.
Porque uma democracia exige estômago para ouvir o que não se gosta.
E, pelo visto, adesivos ofensivos exigem menos sensibilidade do que uma pesquisa eleitoral.
Todas as pesquisas recentes têm mostrado Flávio Bolsonaro caindo e Lula subindo. Lula começa a abrir uma distância bem razoável de Flávio Bolsonaro, que realmente está derretendo.
Mas, gente, se preparem. Se preparem, porque eles vão jogar pesado. A coisa vem muito, muito feia para o nosso lado. A gente sabe muito bem como essa gente está abaixo do nível civilizatório.
E não é só ele, não é só a extrema direita. A mídia também. Essa mídia que a gente sabe que odeia o Lula, o mercado que odeia o Lula, essa parcela de gente que odeia o povo. Porque, no fundo, a gente sabe que é tudo sobre consciência de classe.
Eles vão operar para diminuir essa diferença, porque não querem que Lula seja eleito. Não importa se o adversário é extremista, com viés golpista e autoritário. Não importa para eles. O que importa é derrotar um representante do povo, um nordestino, um operário.
Então é bom a gente ficar esperto e não se cansar um minuto da militância, porque o jogo vai ser pesado.
Um dado importante sobre isso é que esse movimento mexe com todo o Centrão. A gente sabe que o Centrão geralmente não se movimenta para o lado de perdedores. Então é bom observar agora coligações, apoios e todas as candidaturas, porque acredito que o Centrão vai começar a se mover mais para a esquerda.
Mas é bom a gente ficar esperto. As pesquisas são boas, mas o cenário vai ficar cada vez mais insano.
Constrangedora e vergonhosa. Foi a entrevista de Julia Zanatta com esse rapaz q expôs um lado preocupante e sombrio da falta de conhecimento da realidade. Ao mesmo tempo serviu como um retrato revelador dos extremistas.
Isso aqui precisa ser compartilhado bilhões de vezes.
🚨 ATENÇÃO! Essa é a pesquisa da AtlasIntel que TARIFLÁVIO quer impedir a divulgação.
Vamos manter baixo para não magoar o Bolsonarinho. Não COMPARTILHEM, tá? 😉