1. Never stop learning.
2. See failure as a beginning.
3. Teach others what you know.
4. Assume nothing, question everything.
5. Analyze objectively.
6. Practice humility.
7. Respect constructive criticism.
8. Love what you do.
9. Give credit where it's due.
10. Take initiative.
Tem um gato aqui de casa que chora para comer toda hora.
Meu pai falou "vai caçar. A vida não é só ração" e o gatinho aparece com uma osga na boca e o meu pai "larga essas porcarias que você não tem necessidade disso"
Estou do lado do gato. Meu pai não sabe o que quer
@MVXXLLO Às vezes nem precisa ser grave. Como eu disse, só ficar desempregado.
Se você não tem casa dos pais pra voltar, um carro pra vender, dinheiro guardado, já tá ali perto. Não precisa ser necessariamente um grande irresponsável financeiramente ou um erro fatal.
vai começar o campeonato mundial do “esse gol na fase de grupos é a vingança deste país pela derrota na Revolta da Batata de 1730” e eu estou muito ansioso
Quando Clarice Lispector disse:
“Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras pessoas. E outras coisas.”
Ela estava certíssima.
Murasakibara, em Kuroko no Basket, uma vez disse uma frase icônica:
“A cesta está a 3 metros do chão. Não existe nenhuma justiça nisso.”
Victor Wembanyama tem 2,24m de altura e 2,43m de envergadura. E não, realmente não existe nenhuma justiça nisso.
A comparação inicial com Murasakibara é quase inevitável. Um gigante, dono do garrafão, dominante no ataque, aterrorizante na defesa, capaz de mudar completamente a forma como o adversário enxerga a cesta.
Murasakibara era um lembrete cruel de que o basquete não é exatamente um esporte justo. Afinal, a cesta está no alto. O aro está acima de todos. “É um esporte que beneficia pessoas grandes”, completa ele.
O problema nasce quando, a 20 segundos do fim da prorrogação, em plena Oklahoma, contra o OKC, Wembanyama recebe um passe e, sem hesitação alguma, arremessa para 3 pontos próximo da logo e converte.
108 a 108.
O ginásio silencia.
E então eu faço um questionamento:
“Murasakibara, que descrevia a si mesmo como um jogador injusto, faria isso?”
Ele não faria. Mas Midorima sim.
“Mas já não era injusto o suficiente?”
Então, deveria ser. Só que a injustiça aqui só piora. Se torna cada vez mais assombrosa e incompreensível.
Quando falamos sobre Midorima, vale lembrar que ele não era apenas um arremessador de 3 pontos. Ele era um sujeito metódico, supersticioso, obcecado por preparação, horóscopo, item da sorte, rotina, mecânica e tinha uma confiança inabalável no próprio arremesso.
Podemos dizer que Midorima não arremessava tentando acertar. Ele arremessava sabendo que acertaria.
E, de forma alguma, Victor Wembanyama teria feito aquele arremesso, com 19 segundos de posse restante e perdendo o jogo, sem ter certeza de que acertaria.
A esse ponto, você já entendeu que ele assustadoramente carrega ambas as características no mesmo corpo.
Ele tem a altura, a envergadura e a dominância de Murasakibara, mas também tem a ousadia de quem pode decidir um jogo de playoffs arremessando de uma distância que, para a maioria dos pivôs da história, seria simplesmente um equívoco conceitual.
Murasakibara não deveria ter o arremesso do Midorima.
Pois é...
Mas talvez o problema seja ainda maior.
Porque, quanto mais você olha para Wembanyama, mais percebe que ele parece a junção da Geração dos Milagres em um só jogador.
Tem algo do Murasakibara na forma como protege o aro, domina o garrafão no ataque, pega rebotes e bloqueia arremessos.
Tem algo do Midorima na naturalidade com que arremessa de longa distância, como se não houvesse limites.
Tem algo do Aomine na sensação de improviso, no corpo grande demais fazendo movimentos que não deveriam ser possíveis, como se a técnica dele não obedecesse completamente às leis normais do basquete.
Tem algo do Akashi na frieza, na leitura de jogadas e na impressão de que ele começa a controlar emocionalmente o ambiente quando o jogo fica grande demais para os outros.
Tem algo do Kise nessa ideia de um jogador capaz de absorver e reunir características de vários jogadores em si próprio. Wembanyama defende como pivô, sabe atacar como ala, jogar de frente pra cesta como um guard e parece juntar, em um só corpo, coisas que normalmente estariam divididas em jogadores diferentes.
Esse é o ponto mais assustador.
Em Kuroko no Basket, a Geração dos Milagres precisou ser dividida em vários personagens porque cada um carregava uma habilidade absurda demais para existir sozinha em um só jogador.
Wembanyama é como se fosse a pergunta impossível:
“E se o milagre não precisasse ser dividido?”
“E se todas essas aberrações fossem concentradas em um só corpo?”
A NBA já teve monstros físicos, gênios técnicos, arremessadores extraordinários, defensores lendários e jogadores que pareciam um conto mitológico, como Michael Jordan, descrito por Larry Bird como “Deus disfarçado de jogador de basquete”.
Mas Wembanyama começa a confirmar a projeção de que ele é uma coisa diferente, disruptiva, esotérica.
Não um membro da Geração dos Milagres.
O próprio milagre em si.
eu ando tao cansada q to nao verbal no trabalho aí hj mais de uma vez me <cobraram> piada ? ate ser engraçadinha vira demanda eu hein q mundo é esse
ainda acho muito esquisito que seja normalizado 8h diárias de trabalho, a gente não consegue minimante ir ao médico num exame de rotina sem se preocupar em perder o emprego
Steven Adams sharing the technique he uses for helping with self-doubt…
“I write down how I feel… the raw emotions. I stop, re-read it and respond in a different colour. The one with the raw emotion I imagine as a 10 year-old Steven. My response is an adult Steven… it’s like I’m giving advice to a younger Steven”
🚨🇧🇷 O Governo Lula acaba de anunciar o MEC Livros, plataforma de acesso a livros digitais, e o MEC Idiomas, para o aprendizado de línguas estrangeiras.
Ambas totalmente GRATUITAS e abertas a toda a população.
A única mulher trans que disputou uma olimpíada após a transição nesse século foi Laurel Hubbard em Tóquio.
Laurel competia no Levantamento de Peso.
Ela não conseguiu nenhum levantamento válido na 1ª parte da competição. Ficou em último. Oficialmente sequer foi ranqueada.