Essa imagem é incrível.
Alagoas votou em peso em Flávio Bolsonaro, em meio a um mar vermelho que a cerca. Alagoas ficará para a história como a região que libertou o Nordeste.
André Rizek, nosso Riza
Permita-me fazer uma hipérbole, já pedindo desculpas pela indelicadeza que eu não cometeria, mas "você é anta e burro ou mau caráter" ao dizer isso, enquanto sua empregadora vende cotas de transmissão para bets e é sócia de uma bet.
O grupo Globo não se preocupou com a ótica da saúde pública e com a msg que passou para as crianças, se preocupou apenas com as receitas que ganhava ou deixava de ganhar?
@macksiin@oficialsincerao É o mal dessa galera não estudar e se informar antes para ter uma opinião sobre o assunto. Essa ação infeliz é para esse jogo da NFL, vai estar abarrotado de turistas; os turistas podem comprar, pois não conhecem o Vasco e não sabem que o Vasco é uma merda.
@delaurentiis_br . Os clubes, sabendo desse acordo, fizeram contratos com a garantia desse tempo, e o Satanás quebrou o contrato e fudeu todos os clubes. É ser uma anta mesmo; mexeu com a paixão do povo. Ninguém quer ver seu clube sendo fudido por ninguém.
@delaurentiis_br Era para esse cachaceiro safado ter feito igual ao que fizeram os ingleses. Vetaram lá, mas deram um tempo para os contratos que já estavam vigentes terminarem. Aqui, o infeliz fechou um acordo com as casas de apostas por 5 anos, pegou bilhões dos caras
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
@raflamello81 Não tem lógica. Aí o Flamengo libera. Tem um jogo do Fluminense da Copa ai vem o Vasco na terça, e com 2 dias depois, na quinta. Por último, o Fla joga a semi da Libertadores. O campo vai tá uma blz pra quem coloca dinheiro pra manter o estádio. É ser otário mesmo se aceitasse.