Video excelente para entender porque grande parte da sociedade brasileira rotulou LULA rapidamente como ladrão e ignora as movimentações financeiras milionárias e ilícitas da família Bolsonaro.
Marina Helena sai do debate de hoje contra o Elias Jabbour com uma lição...
Há novas lideranças políticas na esquerda que são ALTAMENTE QUALIFICADAS e não vão cair nessa ladainha de pautas morais dos liberais rasos dessa direita Faria Limer!
QUEREMOS DISCUTIR DESENVOLVIMENTO!
Foi entrar em uma discussão de que China é ditadura e EUA é democracia e levou essa resposta...
Parabéns ao Podcast 3Irmãos por promover o debate e aos dois participantes, Marina Helena e Elias Jabbour por manterem um debate respeitoso, o que atualmente precisa ser MUITO elogiado!
Well, critiquei à tarde uma parte da campanha, vou elogiar agora. Que vídeo demolidor. Tão demolidor que o RT é obrigatório. Ide e espalhai a Palavra! https://t.co/xg1t35fRPM
Well, critiquei à tarde uma parte da campanha, vou elogiar agora. Que vídeo demolidor. Tão demolidor que o RT é obrigatório. Ide e espalhai a Palavra! https://t.co/xg1t35fRPM
E a Dani Lima JOGA LUZ na diferença no tratamento que André Mendonça tem dado em relação ao filho do Lula e em relação ao Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, e finaliza:
“É o candidato a presidente da república quem pede o dinheiro e que vai na casa do cara que estava preso”
E a Dani Lima JOGA LUZ na diferença no tratamento que André Mendonça tem dado em relação ao filho do Lula e em relação ao Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, e finaliza:
“É o candidato a presidente da república quem pede o dinheiro e que vai na casa do cara que estava preso”
“Por que tu não fala do caso Lulinha?” Tá bom. Vou falar.
Sou do tempo que Lulinha foi apontado como dono de uma Ferrari banhada a ouro. Do tempo em que ele era dono de uma fazenda gigantesca na divisa com o Paraguai. Do tempo em que era dono oculto da JBS, que controlava a Petrobras, que tinha comprado seis fazendas ao mesmo tempo, que tinha jatinho de R$ 50 milhões, que era sócio da farmacêutica Sinovac, que era sócio oculto da operadora de telefonia Oi/Telemar e, mais recentemente, que liderava a quadrilha do INSS (o que não se comprovou, ele sequer foi indiciado).
Sim, em época de eleição tudo isso foi dito e explorado pela mídia brasileira. Lulinha sabe, ou deveria saber, que todo ano eleitoral ele entra na roda, mesmo não fazendo nada. Optando por fazer, seria muito, mas muito burro. Até onde se sabe, não é.
Tudo sempre apareceu em eleição. O que vi até aqui foi uma mulher com relação de amizade com ele e outros petistas, tentando conseguir contratos do governo e não conseguir nenhum. Se tivesse conseguido, já teria aparecido, até porque são contratos públicos.
Do Lulinha, até aqui, eu vi quebrarem o sigilo bancário pela primeira vez e exporem para todo mundo ver e não encontrarem nada criminoso. NADA do que vai acima foi comprovado.
E se houver? Quero que se foda! Até o pai dele já disse que, se ele fez algo, ele terá que pagar. Só não vou entrar nessa porque já vi tudo o que vai acima antes e nada, nunca, se confirmou. Nada, ATÉ AQUI, configura crime ali. Muita espuma.
Tem relações imorais da mulher com assessores no entorno e dentro do governo? Tem. Porém, crime tipificado, não vi ainda. Como eu disse: qual contrato que foi fechado? Que se saiba, nenhum, senão já tinha aparecido. São públicos. Qual a vantagem obtida? Que se saiba, até aqui, nenhuma. Dados os vazamentos seletivos, já saberíamos, não?
Bem diferente do Flávio, o homem das rachadinhas confessadas por Queiroz, dos prêmios e empregos a milicianos e familiares, onde tem áudio pedindo grana, reconhecimento de que recebeu dinheiro e nenhuma explicação de onde foi parar, nem sobre aquele fundo nos EUA que recebeu alguns milhões. De onde? De quem? Fatos.
O Ministério Publico Federal não encontrou ilícito que envolva Lulinha até aqui.
Entretanto, jornalistas com fontes anônimas e o magistrado terrivelmente indicado por Bolsonaro, insistem em dar aparência criminal a ações que o órgão titular da ação penal diz que não existem.
"Prestação de contas" de R$ 75 milhões que teriam sido destinados ao filme "Dark Horse" não tem recibos ou notas fiscais. #G1#Eleições2026 https://t.co/jf01d1JlJr
Flávio Bolsonaro disse que considera “página virada” a polêmica sobre o financiamento do filme Dark Horse e que já fez a prestação de contas.
Mas não é bem assim. Ele ainda não explicou o destino dos cerca de R$ 61 milhões recebidos do banqueiro Daniel Vorcaro, como revelamos na série de reportagens Vaza Flávio. O caso está sendo investigado pela Polícia Federal 🧶👇
INACREDITÁVEL | Ao ser perguntado sobre a prestação de contas do filme Dark Horse, Flávio Vorcaro disse que ela já foi publicada (???) e ainda mandou um “quem tem que prestar conta é o Lula, não sou eu”
Que joelhada voadora foi essa? Esse vídeo do grupo Prerrogativas é uma porrada certeira nos que usam Lulinha para ofuscar o verdadeiro caso de polícia, que chama-se Flávio Bolsonaro, vulgo Flávio Rachadinha, o amigo do mafioso Daniel Vorcaro, aquele mesmo Flávio que empregou em seu gabinete a família do maior matador de aluguel do Rio.
Nesse evento de 2025, Eduardo Bolsonaro apresenta orgulhoso o amigo Fernando Cerimedo - esse que foi preso por mandar matar a amante grávida. Apesar disso, esse não é o principal ponto. Há muitas camadas nas falas de Eduardo e Cerimedo.
Quando começa a falar em inglês, Cerimedo cita dois nomes. A imprensa brasileira deveria dar um Google, especialmente no primeiro nome citado, a quem o argentino agradece por “emprestar a tecnologia”: Brad Parscale. E se perguntar se ele, de novo,…Deem o Google que vocês vāo entender.
A imprensa internacional já liga os pontos entre Cerimedo, o narcotráfico, corrupção em governos que ajudou a eleger e, obviamente, seus vínculos com os Bolsonaro. Estes vínculos e sua intromissão no Brasil, estão sendo tratados muito timidamente pela imprensa brasileira.
Trata-se de um gângster, amigão dos Bolsonaro que agiu na última eleição no Brasil. A questão: está envolvido agora?
Margem Equatorial: cogitar a venda da Petrobrás merece ser crime de lesa-pátria
As propostas dos candidatos de direita pela privatização da Petrobrás devem ser classificadas como atentados contra o Brasil
https://t.co/mXBoJuHoHS
💥🇧🇷🎯 'Guerra híbrida': ONGs tentam minar a ascensão do Brasil como 5º maior produtor de petróleo?
🛢 A confirmação da existência de petróleo em um poço exploratório na bacia da Foz do Amazonas, na chamada Margem Equatorial, anunciada pela Petrobras, lançou as bases para o Brasil ascender de sétimo para quinto produtor mundial de petróleo. Localizado a cerca de 175 km da costa do Amapá, o poço Morpho é visto pelo Brasil como um passo importante na busca pela soberania energética.
📌 À Sputnik Brasil, o professor de relações internacionais Victor Oliveira destaca que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, projeta a existência de até 10 bilhões de barris recuperáveis na região da Margem Equatorial onde está o poço Morpho. Segundo ele, isso seria uma "nova página" na questão de segurança energética do Brasil.
💬 Marcelo Simas, professor de geopolítica, avalia que o Brasil não pode abrir mão de se tornar um dos cinco maiores produtores de petróleo, sobretudo no momento crítico que o mundo atravessa diante da crise energética desencadeada pela guerra no Irã.
✍️ Diante disso, ele considera que o que o Brasil vive hoje é uma guerra híbrida, que tem como pano de fundo a questão ambiental, travada por países desenvolvidos, especificamente os EUA, inclusive através de ONGs, para conter o desenvolvimento do país, impedindo que ele fique no seleto grupo de países que têm um PIB maior do que um trilhão de dólares, uma população maior do que 100 milhões de habitantes e um território superior a 2 milhões de quilômetros.
"O Greenpeace atua exatamente como um 'longa manus' [braço estendido, em tradução livre], fazendo esse papel que a gente vê aí de 'estamos preocupados com a questão ambiental', e isso é só um mero pano de fundo. A questão toda é o quê? É justamente impedir que o Brasil se desenvolva, se torne o quinto maior produtor de petróleo do mundo, que não concorra com as grandes corporações de petróleo", explica Simas.